sábado, 27 de junho de 2026

Peneirando a notícia

 










Um longo caminho é percorrido ao indivíduo interessado na movimentação sócio política do mundo e, no entanto, nem todos o finalizamos como deveria ser o mais correto; com um bom cabedal de informação e após anos entendendo o processo político midiático, é certo que, em se tratando da mídia, boa parte das impressões iniciais deveriam cair por terra e o que resta é traçar alguns parâmetros ao que está sendo informado.












E a descoberta inicial vem da conscientização de que deixou de ser importante ser o primeiro a saber sobre todos os assuntos e então dominar ou interagir com certo domínio crítico entre as conversas informais. Estar informado em primeira mão sobre tudo já não é uma opção e leva o dedicado espectador a ganho de tempo agora investido em oportunidades otimizadas; aprender que na maioria das notícias observadas no calor das ocorrências, tão fatal quanto rigorosamente, em tempo posterior, se revelarão maturadas sob contextos outros onde o vulto noticiado foi deteriorado sob as verdades reveladas direta ou indiretamente e daí, perdendo sua importância se levado em consideração a celeuma, a chamada midiática para o assunto que invariavelmente é exibido às presas; prematuramente em regime de deadline; possivelmente sob roupagens pretenciosas e interesseiras onde pontos obscuros podem ser esquecidos ou negligenciados e, o mais escuso: nem sempre com rigorosa imparcialidade como se acreditou no viés ostentado à época.









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sábado, 20 de junho de 2026

Ainda sobre o véu

 







































































































Em seu tempo — As dificuldades, as quais cotidianamente lamentamos, têm realmente seu valor aferido em grau de importância, ou as atenções são infinitamente inferiores àquelas as quais não nos damos conta por nem se imaginar que deveriam? Poderíamos afirmar que atualmente uma ou outra são parcamente aventadas; no entanto estamos tão arrolados e absortos às perceptíveis, nem sempre suficientemente importantes, que não é possível erguer a cabeça e captar o que nos aguarda.














Ok, vamos lá — Qual é o tamanho da audácia ou possuo em algum lugar escondida, coragem suficiente para levantar e arregimentar uma gama de possíveis adversidades que competem somente a cada um de nós enfrentar quando por hora nem mesmo são apontadas?















Enquanto seguimos diuturnamente abstraídos lamentando os cotidianos perrengues mesquinhos, nos impomos a um dique indelével e particular que impede que uma avalanche de ocupações realmente sérias, em algum tempo espaço de inexorabilidade provável, se traduza perceptível aos míopes e obsoletos radares humanos. Novidade alguma aqui, esta é uma situação recorrente a nossa espécie, onde esse não ataque imediato e mesmo urgente em alguns casos às ocorrências advindas de prognósticos que em lapsos de lucidez nos atacam, apenas aumentam o tamanho da bola de neve. 














Metástase Silenciosa - Quando menos se espera percebe-se que a metástase instalada sem que nem ao menos nos déssemos conta por nem sequer imaginarmos que suas existências que insistiam, fugidias em insignificantes lapsos de tempo, feito insights, estivessem a nos dizer algo a ser levado realmente em consideração. Embora mantidas muito bem camufladas sob nossos orgulho e mesquinhez como uma superbactéria que não é detectada entre uma gama de pretextos mais negados que desconhecidos, onde algo mínimo, sempre é pincelado, porém descartado. Existem inúmeras chaves e gatilhos a nos permitir dar vazão a esses ataques relâmpagos de juízo. Como prova vamos nos ater apenas no âmbito da literatura; onde lembramos de alguns poucos ícones a serem observados como exemplos práticos, historiadores estudados e nascidos especialmente para jogar luz sobre a escuridão de cada indivíduo; sumidades como o Yuval, Hannah Arendt, Chomsky, Byung-Chul Han, Simone de Beauvoir, Edgar Morin, Ludwig Wittgenstein, entre centenas de outros; precoces em observações visionárias e percepções holísticas, a nos apresentar cartilhas; invalidadas por serem prematuras à grande maioria das populações, pois de pouco adiantam seus alertas, afinal estamos tão arrolados às perceptíveis que não é possível notar importância ao que nos aguarda, se afinal claramente o que sempre fizemos foi o que pareceu ser o certo dentro do entendimento de cada um.













Se essa explicação faz sentido, por que existem tantos compêndios, bibliotecas inteiras abarrotadas de material sobre o que nos trouxe ao universo atual, e por que sempre foi tão difícil o conviver humano? Estes seres sagrados, proeminentes, honestos e reais, registraram seus pensamentos somente para alguns poucos!?! A resposta é não; foram generosos como a natureza. E o que devemos nos perguntar é: por que sempre desistimos de tentar entender o que existe dentro de tanta informação que não desperta minha vontade de observar mais detidamente até que possa responder estas questões?







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Contrato pessoal

 









Tenhas um compromisso comercial com teu contratante, diz o mestre, e, em se tratando você, de pessoa íntegra, como deves ser, cumpra-o conforme o combinado, menos por conta do valor venal, e ainda menos por conta dos interesses indeléveis ou necessidades obrigatórias na maioria das combinações; mais pela honra em cumprir acordos — não por orgulho, e sim baseado em dignos princípios —; mas afora esse expediente, procuras sempre observar e lapidar o que contratastes consigo, o primeiro em importância; mantendo-se atento também em como procedes para realizar na prática o contrato pessoal que é e sempre será o mais importante!














Quando da referência à contratos, acrescentou o ancião, não é demais lembrar que todo e qualquer acerto, combinado, acordo, que fazemos com uma ou um grupo de pessoas, há sempre um compromisso com regras e cláusulas objetivas ou veladas, as quais os dois lados concordam. Por isso é essencial antever os caminhos que esse pacto poderá percorrer, reveses e movimentos aleatórios, afinal, repito, em se tratando você de pessoa digna, há uma série de princípios inegociáveis que deverão ser observados antes de qualquer acerto; que não venha a pôr em risco tanto o contrato quanto nossos sagrados princípios.

 










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A quem damos acolhida?

 







Trabalho para que o furtivo e inconveniente mau pensamento que me assalta não ultrapasse o lapso de tempo a superar a pronta e imediata conscientização de que jamais deve ser alimentado.


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sábado, 13 de junho de 2026

Cosplayers

 











E se ao universo não passarmos de uma espécie de cosplayers? Onde apenas estamos o que parecemos ser, porém não somos exatamente o que está refletido no espelho!?!










E se são verdadeiros os experimentos científicos de que somos uma dinâmica celular de energias de frequências e vibrações de ondas combinadas, irmãos da poeira das estrelas, fisicamente falando?












E ainda que pareça normal nos apresentar enfeitados com todo o tipo de adereços; esse espectro vivo e possuidor de uma alma não condiz mais com a verdade do que uma criança vestida e imitando seu super herói. E se, apurando nossa consciência, fosse mais interessante entender que somos em maior parte uma representação máxima possível ao estado geográfico universal presente?















Compreender isso não significa abrir mão de emoções, desejos e vontades e então negar a química entre os corpos ou todas as ilusões e daí rejeitar o que até aqui representamos, afinal essas constatações são pertinentes e possibilitadas graças aos estados sutis permissíveis, intercaláveis e intercambiáveis ao processo geracional do plano ou mesmo do plano intangível a nossa compreensão, mesmo as mais esclarecidas.















O universo tem seus gatilhos e meandros justamente para que nós não acreditemos em algumas certezas, mesmo que a ciência as esclareça. De certa forma o desserviço que os poderes espalham por todo o planeta sobre a mimetização da verdade é uma forma de não alarmar seus cidadãos sobre a dormência em que coexistimos. Não há como aproveitar uma fruta antes de sua completa maturidade, assim como a borboleta que por motivos alheios tem sua metamorfose antecipada sofre a deformidade da ação prematura, também o ser humano tem o momento propício para o despertar para sua verdadeira essência.












Assimilar esse grau de percepção e se manter centrado é finalmente se atentar para novas aberturas que gradativamente despertem percepções a nivelar o grau de domínio a níveis mais sutis onde, cada indivíduo paulatinamente se eleva às castas de entendimento superior que entendem suas circunstâncias em estado humano como um aprendizado possível e irreparável, apenas permitido sob as frequências na atmosfera desse ínfimo, no entanto importante planeta, em todo o universo... conhecido ou não.

 









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