sábado, 5 de setembro de 2026

Guias espirituais

 


























































































Sempre existe a possiblidade de um encontro especial ou espetacular — como queiram — que, via de regra não estamos preparados. Se esse é o seu caso ou espera ansioso para que aconteça; é preciso calma é determinado juízo, afiançando que provavelmente tenhamos provocado isso em alguma de nossas vontades ou ato que despertou a atenção para que esse alinhamento ocorresse, porém, devemos entender que o estar preparado é para não transformar o momento em ufanidade gratuita, desvirtuando o propósito maior, afinal, aqui, é o visitado quem precisa da visita e não o contrário, portanto, entenda isso como um encontro de cura e não apenas de celebração.
















No caso aqui, nos referimos a entidades auspiciosas. Elas somente podem se manifestar mais amiúde quando entendem que há algum nível de esperança, no entanto isso não é motivo para se apoiar em alguma providência enviada dos céus, e sim, um incentivo para que continuemos tentando, buscando certo equilíbrio pessoal voltando-se a si mesmo, entendendo que os guias enxergaram um possível agente, alguém com a necessidades de correção de caminho ou choque de realidade. É um privilégio? Sim. Portanto, nada mais acertado que, a partir de então, se busque a autoconfiança, entendendo que é possível e que esse momento pode ser multiplicado, agora, através de você a muitos iguais ao seu redor.














É claro que é bonito e essencial depositar confiança nos guias, santos e anjos ou avatares que parecem nos dizer algo, porém sempre o mais acertado é concentrar essa energia para si mesmo, não a dissipando com dispersões vazias, escoras ou esperanças sem o devido empenho, afinal o necessitado é você, portanto, entenda a importância de assim manter-se, conectado e conectando alguém outro que possa vir a precisar, de preferência, em silêncio.

















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Frequentadores de unidades tão importantes quanto respeitadas, onde entidades se manifestam para um que outro com especial atenção; no entanto, com muita dor, ali assistem esses infelizes, transformando o ato em importância vã, entendendo-se superiores aos demais — especiais, escolhidos —; casas que primam a fé, a humildade e o auxílio, jamais o orgulho. Esse expediente pode afastar da audiência, de muitos ambientes solenes: assistentes de boa índole e cumulados de disposição; onde a energia destes frequentadores é muito bem-vinda. Lembrando que todos os ajuizados percebem ações egoístas e se afastam inclusive destas pessoas que tentaram ser auxiliadas.
















Aproveito esse momento para que acordemos para os pequenos milagres que nos atingem, para transformá-los em reclusão e contrição, trabalha-los e então, transformados, aspergir a luz do aprendizado em quem quer que seja.

  

















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Quem é o culpado?

 













Se o indivíduo ainda usa a Bíblia sem contextualização, sob leis retrógadas do talião e outras tantas, visando o bem próprio, escolhendo seletivamente as partes que corroboram sua sanha orgulhosa de vinganças, invejas e orgulhos; da animalidade e da ignorância, entendendo que esta avaliza matar, judiar e apedrejar mulheres ou pessoas de gênero, e daí pratica o mal, quem é o culpado? Sob uma Lei Máxima de justiça; quem deve responder? O assassino ou a bíblia?





















Escondendo-se e utilizando como pretexto e anteparo a Bíblia para suas veleidades; sob o jugo de uma audiência íntegra, gozando de consciência sã, certamente julgar-se-á que o autor dos crimes ao escorar sua insânia no Livro Sagrado ao não ser aqui condenado, portanto liberto por corruptos tribunais terrenos quando é certo que não mereceria sinistra absolvição. Ao não sofrer uma prisão perpétua como justiça nesse plano e não adquirido juízo a tempo de sua desgraçada partida, certamente não será absolvido nos demais planos e multiversos que conservam a Verdadeira Justiça como princípio?











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Assim vejo minha esposa

 












“Aquele que está na senda não existe para si mesmo, mas para os outros; esqueceu a si próprio, a fim de poder servi-los. Ele é como uma pena na mão de Deus, através da qual Seu pensamento pode fluir e encontrar uma expressão aqui embaixo que, sem a pena, não poderia ter. É, ao mesmo tempo, como uma vívida pluma de fogo, irradiando sobre o mundo o Amor Divino que enche seu coração.”






Aos pés do Mestre

J. Krishnamurti

(Retirado da revista Sophia)















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sábado, 29 de agosto de 2026

Aprenda a apenas agir

 










Mostrar-se no preparo é uma precocidade imatura, afinal não se sabe onde aquilo vai dar e os elogios poderão ser tomados como um balizador e falsear o senso original de propriedade e, portanto, alterar o resultado final. Envaidecer-se quando pronto também é contraproducente, e nem sempre faz sentido, afinal não é fácil identificar os humores, necessidades ou interesses em jogo. Isso posto, qual seria o significado ao receber comendas sobre a obra findada e responder com descomedido ufano, uma vez que a boa arte, inquestionavelmente, foi planejada, entendida e arrematada com base nas representações apreendidas do autor?













Claramente o elogio é sempre bem vindo, e regozijar-se sobre a ação aplaudida é uma obrigação para com a própria obra, porém manter-se equilibrado perante si mesmo diante da audiência é sinal de maturidade e respeito ao próprio esforço.











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Mais um (Efeito Borboleta)

 






Da dificuldade de agir como se fosse apenas mais um












A quem interessar possa; deixe-se estar como o mais simples dos indivíduos; no mais das vezes não somos o centro das atenções. Alguém já disse... “Ninguém está realmente prestando atenção em você”, no sentido de estarmos sempre às voltas em fazer gênero, chamar atenção ou vestindo um personagem fictício como se isso fosse intrínseco à personalidade. Portanto, enquanto transeuntes passam alheios, deixei-os, não os provoque gratuitamente com trejeitos, macaquices ou um simples olhar, afinal sempre há o risco de alguém que atravessaria incólume com seus problemas tenha sua atenção despertada negativamente a nosso respeito, digo, com energias e frequências nocivas e prejudiciais; daí, um ato que parecia inofensivo tende a acordar um qualquer de seu torpor ordinário ao qual está enleado, e o que era para ser mais uma passagem sem a menor atenção acaba se transformando em um evento catastrófico a mudar para sempre a vida de todo um grupo de pessoas.









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Braveheart

 















Se estamos em constante evolução, qual é a atenção que entrego ao constatar que ainda não estou nem perto de ser perfeito? 














Acreditar minimamente ou sequer aventar que os bravos se ocupam daqueles que os olham atravessado ou os ridicularizam e tramam contra é uma tolice. Muitos de nós também já não o fazem.












Deixe que o agente faça o que acredita ser o certo, não corrija e muito menos mude seu humor se o resultado procurado não for compatível com o pensamento lúcido; simplesmente ignore; claro, sempre agindo com a atenção de domínio do espaço — esse expediente se faz necessário sempre que não possa constituir lacaios para o fazer.












Vez por outra revisitamos nosso passado e enxergamos que situações que eram normais finalmente não fazem mais sentido. De alguma sorte seria interessante a disciplina auspiciosa da auto-observação, e claro, correção; porque, se estamos em constante evolução, é certo que uma série de atividades que entendemos como normal nos ou prejudicam alguém próximo ou o meio ambiente.












Temos exemplos de ícones que mudaram nossa forma de ver a vida e o mundo, e podemos ter certeza de que todos eles em algum momento tiveram que abandonar as miserabilidades que norteiam o cotidiano de vítimas relapsas ou incomodadas e que ainda não sabem como driblar tal situações.        









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Não instigue o mal

 














Com ou sem a proteção omissa e covarde da turba — no bar, na reunião grupal, nas redes, em família...; não cometa uma falta que instigue o público, esse tipo de desequilíbrio desperta uma necessidade/vontade maior de regredir às ações voltadas a despertar vieses de instintos primitivos contra nossos iguais irmãos. 














A cada dia com mais frequência assistimos linchamentos e ações covardes, fatais ou não, que envergonham pessoas de bem; se você pode fazer algo que é terrivelmente simples, faça, não as instigue, não ponha lenha na fogueira; esse ato faz do mau agente coautor dos crimes... havendo ou não lucidez, tais ações em algum tempo pesarão em nossas consciências que, a despeito de qualquer prognóstico, foram constituídas para nos seguir além de todas as mortes.











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