sábado, 13 de junho de 2026

Cosplayers

 










E se ao universo não passarmos de uma espécie de cosplayers? Onde apenas estamos o que parecemos ser, porém não somos exatamente o que está refletido no espelho!?!









E se são verdadeiros os experimentos científicos de que somos uma dinâmica celular de energias de frequências e vibrações de ondas combinadas, irmãos da poeira das estrelas, fisicamente falando?











E ainda que pareça normal nos apresentar enfeitados com todo o tipo de adereços; esse espectro vivo e possuidor de uma alma não condiz mais com a verdade do que uma criança vestida e imitando seu super herói. E se, apurando nossa consciência, fosse mais interessante entender que somos em maior parte uma representação máxima possível ao estado geográfico universal presente?












Compreender isso não significa abrir mão de emoções, desejos e vontades e então negar a química entre os corpos ou todas as ilusões e daí rejeitar o que até aqui representamos, afinal essas constatações são pertinentes e possibilitadas graças aos estados sutis permissíveis, intercaláveis e intercambiáveis ao processo geracional do plano ou mesmo do plano intangível a nossa compreensão, mesmo as mais esclarecidas.













O universo tem seus gatilhos e meandros justamente para que nós não acreditemos em algumas certezas, mesmo que a ciência as esclareça. De certa forma o desserviço que os poderes espalham por todo o planeta sobre a mimetização da verdade é uma forma de não alarmar seus cidadãos sobre a dormência em que coexistimos. Não há como aproveitar uma fruta antes de sua completa maturidade, assim como a borboleta que por motivos alheios tem sua metamorfose antecipada sofre a deformidade da ação prematura, também o ser humano tem o momento propício para o despertar para sua verdadeira essência.










Assimilar esse grau de percepção e se manter centrado é finalmente se atentar para novas aberturas que gradativamente despertem percepções a nivelar o grau de domínio a níveis mais sutis onde, cada indivíduo paulatinamente se eleva às castas de entendimento superior que entendem suas circunstâncias em estado humano como um aprendizado possível e irreparável, apenas permitido sob as frequências na atmosfera desse ínfimo, no entanto importante planeta, em todo o universo... conhecido ou não.

 







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Pontas soltas

 









Era importante que os pais aprendessem e então repassassem para os filhos que, assim como em qualquer empreendimento, em qualquer movimentação pré e pós projeto, é necessário observar e amarrar o máximo de pontas soltas, investigando traços e peculiaridades a exaustão para se obter resultados realmente confiáveis. Assim também é no projeto vida; coexistir com um mínimo de excelência é se ater a esse detalhe desde muito cedo. 











A ânsia, a pressa, a impaciência, ainda que sejam difíceis de serem aplacadas diante de projetos, mesmo os mais corriqueiros, deveriam ser acometidas de um mínimo de escrutínio. Ainda que a impossibilidade irrompa sob o manto da inquietação, era preciso construir um senso inflexível ao ponto de retomar os planos e estudar todos os pontos nevrálgicos do planejamento em curso.












Somos todos adeptos ao conceito grego da hybris; porém como os excessos que eram cometidos a afrontar os deuses se voltavam contra aqueles donos de confiança excessiva, aqui é a falta de ciência que pune o imprudente, ao atropelar boas ideias que se tornam incidentes ou algo maior o condenando ou condenando uma série de outros, destruindo muitas vezes anos de significantes trabalhos.










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“Palomino”

 










Ficar injuriado com alguém que pejorativamente assim nos denomina não muda a história de quem somos.

— Eu não deixo passar nada, ela disse.

— Eu respondo ao pé da letra, diz outro.

— Não vou esquecer nunca os ataques dela, responde um terceiro.

Como é difícil ponderar sobre a nossa realidade. Entre a crítica e o criticado existe um abismo tão intransponível quanto o desconhecimento de ambos. Aprendemos antes a ação do revide, quando o mais acertado seria entender o porquê dá prática. 










Nossos, orgulho, insegurança, vergonha e vitimização aparecem com tal poder de domínio sobre nós sempre que somos contrariados, criticados, ou nos chamam atenção. Antes resistimos a todo custo diante de ações contrárias as nossas vontades, muitas vezes mesquinhas. Aceitar tudo passivamente também não é a melhor solução. No entanto seria mais inteligente o exercício da autocrítica; por que isso aconteceu ou sempre acontece comigo? Sou o provocador destas ações que me contrariam? Possuo discernimento suficiente para entender e aceitar minha parcela de culpa, ou ainda, juízo suficiente para entender que a agressão física ou verbal como revide nunca é uma opção?










A máxima popular do achincalhe pessoal entendido sob o ponto de vista de alguém inteligente em que não há o revide é uma lição a ser aprendida na escola secundária. “Se a pessoa me agrediu com razão, devo aceitar e continuar meu caminho, se ela está errada, também devo proceder como no caso anterior; afinal ela não está me julgando corretamente por algum motivo, portanto, se não está certa a meu respeito e está a me desrespeitar, por que devo dar satisfações, minha atitude única é seguir adiante.”










Mais salomônica impossível. Se é verdade, devo aceitar os impropérios, afinal sou um pária, se se trata de uma inverdade; por que vou me dar ao desfrute de provar a alguém que obviamente não merece?










Ao ser questionado porque não retrucava seus algozes que viviam lhe infernizando a vida na Polis; Sócrates respondeu: “por que deveria eu revidar o coice a um burro?”.










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sábado, 6 de junho de 2026

Que determina

 














Disse il Maestro. “Sei sicuro di voler parlare di quella che chiami Intelligenza Artificiale?!? Senza sapere nulla, o meglio, sapendo molto poco o nulla a seconda della classe sociale? La maggior parte delle persone che hanno mostrato anche il minimo interesse per l'argomento non ha idea di cosa sia realmente. Nemmeno i creatori stessi possono dire di non trovarsi di fronte a un altro Vaso di Pandora, immersi nell'incertezza riguardo alle prospettive e alle possibili connessioni. Parlare di IA è come diagnosticare un bambino prodigio, identificato come tale nei primi anni di vita, e poi prevedere correttamente come sarà il suo futuro: è impossibile.”

 










“Il mondo è diventato elitario; come possiamo valutare le organizzazioni e ciò che i gruppi privati ​​di più alto livello, responsabili degli interessi del mondo aziendale odierno, considerano importante per il proprio progresso, visto che comprendono solo ciò che accade nel loro particolare universo? Anche ora, dopo anni di sviluppo, qualcuno può dimostrare che questi gruppi si preoccupino di trovare una soluzione a effetti collaterali che non li riguardano direttamente?”














"Ad esempio, è prematuro speculare sul fatto che l'IA sostituirà tutte le funzioni umane, come immaginato o pubblicizzato da alcuni esperti e opportunisti del momento. Gli insegnanti, per esempio; forse non saranno in grado di farlo come si pensa, tuttavia in molti casi potrebbe essere molto più spaventoso, e potrebbe anche non accadere. Dobbiamo sempre considerare che la società, la volontà politica, la necessità, l'imposizione dell'uomo ignorante che insiste sulle proprie pretese e sui propri interessi, creeranno delle leggi, e poi questa nuova apparizione assumerà posizioni indebite, osservando sempre che ciò che conta è se genererà profitti, conterrà sprechi e spese, e poi i valori andranno persi non perché possono o non possono, dopotutto sarà uno strumento, un attrezzo, e questo strumento appartiene a un gruppo che ha deciso che debba essere così, perché entro i limiti umani, possono cambiare il corso della storia."












“Invariabilmente, ciò che accade è un massacro, ovvero, con decisioni egoistiche, imperialiste, monarchiche prese in fretta, molti ne subiscono le conseguenze negative, anche da secoli, è sempre stato così, quindi i processi si autoregolano. Invece di cedere alla paura e all'attesa, la cosa migliore da fare è prestare attenzione al pericolo imminente e poi prepararsi minimamente studiando ciò che si cela tra le righe, i pregiudizi e le tendenze, e soprattutto cercando di capire ciò che non viene detto apertamente.”

 












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In un'intervista, l'intervistato, cercando logicamente di procedere con cautela nel rispondere all'approccio dell'intervistatore su un argomento delicato per molti esperti – ovvero la possibilità che l'IA sostituisca i loro insegnanti – ha abilmente evitato di toccare il punto cruciale. Ha preferito, evidentemente, considerare una realtà sempre presente, lasciandola implicita; e astutamente, sia l'intervistatore che l'intervistato non l'hanno approfondita: non è l'IA, siamo noi, gli esseri umani, a decidere – il pericolo sta in quali esseri umani, che tipo di uomini determinano il sì e il no. A quale tipo di legge sono vincolati o meno gli uomini potenti di questo pianeta?! Mi spiego. Se partiamo dal principio che sono i governi o un vertice, un organo collegiale, che si estende dal più piccolo appezzamento di terra a un consiglio internazionale, e questi gruppi sono più o meno regolamentati – o almeno dovrebbero esserlo – per dare priorità al bene comune del popolo; Non sono le intelligenze artificiali a decidere se sostituire o meno gli insegnanti o altro, bensì i leader della comunità, i funzionari governativi, i rappresentanti e così via, coinvolti nel processo.














Comprendo che la domanda posta all'intervistato tenesse conto di tutta questa ovvia premessa, alla quale, ingegnosamente, non si può rispondere. Tuttavia, qualsiasi strumento, attrezzatura o ingegneria avanzata concepita e realizzata per facilitare il lavoro o migliorare la produzione industriale rappresenterà una minaccia per la persona media, e questa non è colpa dell'intelligenza umana impiegata a tale scopo; non può regredire, non è possibile, né può stagnare. Non può fermarsi di fronte alla forza infinita dell'intelligenza umana e, quindi, all'innovazione che promuoverà il movimento operaio, il ben noto "gioco delle sedie musicali" – o il suo abbandono – o, peggio ancora, l'esodo di centinaia di migliaia di lavoratori in cerca di altri impieghi o mezzi di sussistenza. È brutale, sì, ma è così; la decisione spetta a una minuscola frazione della popolazione che, tuttavia, detiene il potere. E le ragioni di ciò risiedono nell'individualismo e nella scarsa capacità di giudizio riguardo a ciò che viene propagato dagli organi e dai media che proteggono l'ordine sociale, ovvero che siamo tutti parte di una fratellanza.












Non dovrebbe essere così: un freddo calcolo. Assolutamente. A quanto pare, l'odissea è caduta nella trappola millenaria dell'egoismo, e c'è poco da fare. D'altra parte, tra noi, le fasce di popolazione appartenenti alle classi meno privilegiate dovrebbero, con maggiore zelo, esigere, o impegnarsi individualmente, affinché i nostri figli ricevano un'educazione diversa dalla nostra: è sorprendente che una generazione possieda tratti evolutivi superiori a un'altra, e che l'istruzione, purtroppo, non tenga il passo con questo ritmo naturale, procedendo a un ritmo molto più lento. In modo che siano almeno preparati a questa realtà e capiscano che lamentarsi o immaginare un futuro tetro non cambia nulla; e anche se danno priorità a ciò che li rende integri, è certo che la loro conoscenza deve andare ben oltre i banchi di scuola.













La cruda verità è che un'altissima percentuale di insegnanti potrebbe già essere sostituita, e non servirebbero nemmeno strumenti controllati dall'intelligenza artificiale. Nelle loro case, sarebbe possibile monitorare gli studenti, ottimizzando i loro studi e insegnando loro contenuti molto più pertinenti, attuali e aggiornati, applicabili ai tempi presenti e adattati ai progressi tecnologici.













Come già sottolineato su queste pagine, la maggior parte delle scelte professionali, anche le più semplici, dipendono dall'apprendimento emergente. Un camionista che ieri aveva bisogno solo di una mezza dozzina di comandi per attraversare il paese – e così abbiamo fatto per decenni – oggi ha bisogno di ore di corsi e formazione specifici per ogni nuovo veicolo che viene introdotto.














Non è lontano; solo medici, avvocati, scienziati, commercialisti e professionisti in questo settore in rapida evoluzione devono prestare attenzione alle continue novità e agli aggiornamenti procedurali; in futuro è quasi certo che non ci saranno più muratori o che diventeranno rari come calzolai e sarti; spetterà a ogni generazione comprenderlo, accettarlo e adattarsi alle realtà più pressanti. Con il passare degli anni e con il tempo che si riduce sempre di più, l'apprendimento, da sempre essenziale, diventa ancora più importante di quanto non lo fosse nella generazione precedente, e lo stesso vale per il modo di studiare. Inevitabilmente tutto cambierà, come è sempre accaduto, ed è certo che gli studenti trarranno indubbiamente una percentuale maggiore di apprendimento dalle intelligenze artificiali rispetto a quello impartito dagli insegnanti.















Tendiamo ad essere restii al cambiamento e all'innovazione; le nostre prime impressioni sono sfavorevoli e, nonostante le motivazioni commerciali nascoste e puramente egoistiche, è fondamentale osservare le evoluzioni a cui assistiamo costantemente per migliorarci come persone – intendo, tecnologicamente parlando – perché possono allontanarci dalla zona di comfort in cui siamo intrappolati. Anche se è un cliché, questi detti rivelano una realtà intrinseca; perciò, è sempre bene cercare di osservare.

 










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