Então Deus enviou a serpente, símbolo da sabedoria, da busca, da pesquisa; e a mulher, sempre ela, ávida, decidiu-se. Ou se deleitava no paraíso, no dado, no pronto, na inércia sem perspectiva, ou se jogavam no desconhecido, às aventuras, às buscas.
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Maçã — Representa a imortalidade, a avidez, a sabedoria divina.
Serpente — Representa a sabedoria, a transformação, renovação contínua e
sadia, a cura e a conexão com o inconsciente.
Mulher — Figura poderosa, pode ser associada a magia, a cura, ao
exotérico; e também a símbolos de poder, mistério e conexão com os elementos,
representando a fertilidade e a intuição.
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(Retirado da Internet)
A figura mítica da mulher é secular e dignamente associada em
incontáveis culturas: simbolizando à capacidade de nutrir, criar vida e
conectar os planos terreno e espiritual. Na espiritualidade, o feminino é visto
como um princípio criador e a própria força da natureza, frequentemente
simbolizado por deusas, energias maternas e ciclos naturais. Pouco respeitada
quando diante de homens brutalizados e de pouca cultura, a figura sagrada da
mulher quando diante de estirpes respeitadas, é celebrada por sua divindade
inerente, destacando a cura ligada a ancestralidade feminina e o Sagrado
Feminino representa o resgate da conexão com a natureza e seus ciclos.
Portadora da Vida — O útero é apreciado como um portal sagrado, um ponto de união entre o céu e a terra e a Natureza Divina do Eu Feminino; e, portanto, como portadora de dotes de mesma ordem, a mulher é considerada como a fiel expressão da Espiritualidade Elevada; muitas vezes confundindo-se com a própria essência de Deus/Espírito.
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