E se ao
universo não passarmos de uma espécie de cosplayers? Onde apenas estamos o que
parecemos ser, porém não somos exatamente o que está refletido no espelho!?!
E se são
verdadeiros os experimentos científicos de que somos uma dinâmica celular de
energias de frequências e vibrações de ondas combinadas, irmãos da poeira das estrelas, fisicamente falando?
E ainda que pareça normal nos apresentar enfeitados com todo o tipo de adereços; esse espectro vivo e possuidor de uma alma não condiz mais com a verdade do que uma criança vestida e imitando seu super herói. E se, apurando nossa consciência, fosse mais interessante entender que somos em maior parte uma representação máxima possível ao estado geográfico universal presente?
Compreender isso não significa abrir mão de emoções, desejos e vontades e então negar a química entre os corpos ou todas as ilusões e daí rejeitar o que até aqui representamos, afinal essas constatações são pertinentes e possibilitadas graças aos estados sutis permissíveis, intercaláveis e intercambiáveis ao processo geracional do plano ou mesmo do plano intangível a nossa compreensão, mesmo as mais esclarecidas.
O universo
tem seus gatilhos e meandros justamente para que nós não acreditemos em algumas
certezas, mesmo que a ciência as esclareça. De certa forma o desserviço que os
poderes espalham por todo o planeta sobre a mimetização da verdade é uma forma
de não alarmar seus cidadãos sobre a dormência em que coexistimos. Não há como
aproveitar uma fruta antes de sua completa maturidade, assim como a borboleta
que por motivos alheios tem sua metamorfose antecipada sofre a deformidade da
ação prematura, também o ser humano tem o momento propício para o despertar
para sua verdadeira essência.
Assimilar
esse grau de percepção e se manter centrado é finalmente se atentar para novas aberturas
que gradativamente despertem percepções a nivelar o grau de domínio a níveis
mais sutis onde, cada indivíduo paulatinamente se eleva às castas de
entendimento superior que entendem suas circunstâncias em estado humano como um
aprendizado possível e irreparável, apenas permitido sob as frequências na
atmosfera desse ínfimo, no entanto importante planeta, em todo o universo...
conhecido ou não.
031.ad cqe

















































