sábado, 8 de agosto de 2026

A riqueza da não existência do ser tarde

 











A que conclusão chegaríamos ao explorar a respeito da expressão, “tarde demais” e o que ainda não é possível que eu enxergue sobre mim mesmo?











Sentenças como, ainda há tempo, nunca é tarde, ou que realmente não nos enxergamos ou reconhecemos como esforço não convincente, volta e meia nos atacam, ou deveriam nos atacar. E afinal, imaginei dia destes; elas aprecem para todos ou apenas me perseguem — ou mais precisamente, em que grau essas dúvidas atacam cada um de nós? E quanto ao “tarde”; é possível que ele chegue tarde demais?














Primeiramente uma boa notícia; esses pensamentos atacam apenas aqueles que acreditam poderem melhorar como indivíduos.











Questões como essa e outras tantas sobre o tempo de maturação individual, uma vez que determinadas filosofias éticas e exotéricas por exemplo, tendem à prática de que todos ascenderemos em algum momento, são importantíssimas e, partindo dessa premissa: deverão ser abordadas em algum momento.












Oportunamente, junta-se a esse ponto, outro concomitante e de considerável importância que também nos assalta; por que entre o que nos faz bem ou não, demoramos a compreender a necessidade de em algum momento se decidir em definitivo ao primeiro — obviamente que, se observando sem considerar a ótica da ponderação, onde clara e inegavelmente não podemos ser conscientizados todos ao mesmo tempo, essa questão não faz sentido algum? E, no entanto, por mais verdades que a Doutrina da Total Ascendência venha sendo disseminada em compêndios sagrados ao longo dos séculos; como tantos de nós adiamos esse razoável enfrentamento sob o alvitre que em situações pontuais parece absurdo sequer admitir que temas tão essenciais quanto inevitáveis são dignos de pautar bancadas de discussões obviamente sérias sem nem seque considerar a possibilidade de participar em quaisquer outras audiências onde tão nobres epígrafes estejam em pauta!?! 










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Epitáfio

 











“O que importa é o agora, disse o mestre, ao menos hoje, quero ser lembrado como alguém que realmente tentou.”

Ao mesmo tempo que é complicada, a vida é maravilhosa. Por exemplo, é bastante factível que entre nós circulem milhares de personalidades diferentes ao longo de um ano. Todos envolvidos com um processo vida próprio, mais ou menos distinto. E o que significa tentar realmente se a maioria de nós não faz nada mais do que tentar a cada passo escolhido? Nossas vidas são pautadas em tentativas e erros; como cada qual lida com os resultados é o que determina se o sarrafo nas próximas experiências subirá alguns pregos.











Em nossas vidas, cotidianamente formigam experiências onde fazemos o que está ao nosso alcance ou tentamos a todo custo dar o melhor de nós, mas o que determina o próximo passo é o nível de consciência do autor, porém não basta executar a ação, é preciso algo mais após o resultado obtido, principalmente se esse não foi o esperado; posto isso, se fomos ousados ou relapsos em nossas tentativas, invariavelmente devemos nos questionar; qual é o grau da ciência envolvida sobre como efetivamente lidamos com todo o processo a que estamos implicados?










No mais das vezes somos sectários, o que significa que não conseguimos alinhar todos os nossos projetos em níveis de equalização condizente nos campos de atuação atribuídos. Pessoalmente agimos como o empreendedor ansioso e despreparado, cuja energia é deslocada com maior afinco para partes do projeto, se esquecendo que o processo vencedor requer atenção como um todo.











Individualmente somos alunos, pais, filhos, colegas, profissionais, esportistas, namorados... no entanto iludidos, convictos, passivos, omissos, radicais... e isso pode estar acontecendo tudo ao mesmo tempo. Como alguém tão disperso pode dar o seu melhor — ou mesmo que — e conseguir algum equilíbrio a contento a todas as partes envolvidas em um cotidiano sem nem mesmo perceber que está mais para um imbróglio?











Em algum momento, descansar sobre o fato de ter tentado dar o nosso melhor pode soar pouco sob a ótica de terceiros, antes precisamos observar se estivemos suficientemente atentos e insistentemente disciplinados buscando despertar, no mais alto grau, se essa tentativa foi vigorosamente explorada e nunca, jamais, desconsiderar a intenção/atenção daqueles que estão observando ou envolvidos no processo.











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Dr. Seráfico

 








“Que não venham a crer que baste a leitura sem a unção, a meditação sem a devoção, a indagação sem a admiração, a atenção sem a profunda alegria do coração, a atividade sem piedade, a ciência sem a caridade, a inteligência sem a humildade, o estudo sem a graça divina, o espelho sem a luz sobrenatural da divina sabedoria.”


São Boaventura de Bagnoregio (1217-1274)


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sábado, 1 de agosto de 2026

Eco

 
















Escreverei um milhão de palavras, milhares de frases e poemas, às centenas, e então tudo se tornará grande e importante aos olhos atuais; só assim conseguirei meu intento, colá-los, todos, um a um, em cada uma das árvores que ainda restarem em pé, e então, todas serão finalmente... tombadas.












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Entre a submissão e a escravidão

 































"As pessoas se acostumam com tudo. Quanto menos você pensa sobre sua opressão, mais a sua tolerância aumenta. Depois de um tempo, as pessoas acham que a opressão é normal. Mas para se tornar livre, você deve estar profundamente ciente de que é um escravo."

Assata Shakur














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"A melhor maneira de evitar que um prisioneiro escape é garantir que ele nunca saiba que está na prisão".


Fiódor Dostoiévski










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(...) Então, gradativamente vamos abandonando nossos desejos. Combinado a uma espécie de acostumar-se com a situação. Mas não é porque a gente não mais deseja, nós simplesmente desistimos. Como; se o próprio modelo incentiva o avanço? Sim, é justo e justamente por; pois a concentração deles se volta à mecanismos que anulam ou impossibilitam os nossos; minando vontades e definhando paixões em detrimento às suas ambições próprias e sempre calculistas, portanto, de alguma forma paulatina, nós abandonamos entusiasmos particulares saudáveis para suprir apetites externos.















Uma vez cônscio — A atenção ao entorno e a submissão consciente sobre o estado sócio/político vigente somado a ações inteligentemente planejadas podem trazer ao nosso existir terreno alguma harmonia, impossível ao indivíduo integralizado ao estado posto; e a condição sine qua non para que essa virada de chave se dê, é assumir que precisa vencer o orgulho combativo. Condição já provada e totalmente possibilitada às pessoas desprovidas de ciências sociais densas que se descobriram obrigadas e não cordatas com a existência passiva a que foram expostas e daí, cientes, direcionaram suas vidas a algum entendimento maior sobre todo o processo existir.











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Ladrões, sempre eles, os mesmos de sempre

 











“Este testamento foi escrito inteiramente por mim no prédio pré-fabricado atingido pelo terremoto, onde estou morrendo de clima hostil e desconforto, mas ainda mais de raiva pela indiferença das autoridades civis, militares, religiosas e especialmente municipais que roubaram bilhões das pessoas e minha saúde.”

Stefano De Matteis





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sábado, 25 de julho de 2026

Quanto ne sappiamo davvero?

 



































































































Da autodidatta, semplice osservatore degli eventi, se riesco a prevedere cosa succederà in una soap opera, in un film o in un romanzo, significa forse che l'autore non è riuscito a celare la trama, o che il mio intelletto è pari al suo?

















Il tempo che mio padre ha trascorso con noi è stato fin troppo breve; anche in quel breve lasso di tempo, i momenti di vera interazione padre-figlio sono stati rari e sporadici. Ci ha messo molto più tempo di quanto avremmo voluto per comprare un televisore: all'epoca avevo già circa dieci anni. E considerando quanto raramente funzionasse correttamente a causa del pessimo segnale, non ho potuto godermi appieno l'apparecchio fino a quando non ho compiuto quasi diciotto anni e vivevo lontano da casa dei miei genitori. Eppure, in quelle rare occasioni in cui mio padre era lì a guardare qualcosa, era il re delle previsioni. Sentiva l'impulso di esprimere la sua opinione su come sarebbe finita una scena. Sono passati più di quarant'anni, e ora ricordiamo scherzosamente che non ci azzeccava mai. Non lo capivamo allora: dopotutto, stavamo passando dall'infanzia all'adolescenza; E cosa sapevamo della vita?
















Questa settimana sono tornato sull'argomento, ritrovandomi – ancora una volta – proprio come mio padre (tale padre, tale figlio) nel concludere in modo errato una sequenza. Colgo l'occasione per offrire un *mea culpa* riguardo al mio comportamento nei confronti di mio padre durante l'adolescenza; dico spesso che, a un certo punto, mi piacerebbe moltissimo interagire con lui. E quando dico "con lui", non mi riferisco semplicemente alla possibilità di vivere un'altra vita in cui lui nasca nella nostra famiglia – se non è già tra noi. Piuttosto, il mio desiderio nasce da una persistente speranza di poterci incontrare di nuovo come eravamo allora – semplicemente padre e figlio – ma con il vantaggio delle esperienze accumulate.













Questa situazione di incomprensione – o mancanza di comprensione – riguardo agli atteggiamenti altrui è un problema cruciale nelle nostre vite. Un certo episodio, ormai all'ordine del giorno, ha attirato la mia attenzione questa settimana e mi ha spinto a intervenire – non ho ancora imparato a tacere di fronte a cose che non capisco – commentando un post contaminato dalle meschine e polarizzanti sfumature politiche che infettano quella che oggi, e soprattutto in questo Paese, viene ancora chiamata "politica". L'individuo in questione – sì, inattivo, perché chiunque si dia da fare con post politici di basso livello cercando di convincere gli altri a pensarla allo stesso modo non ha chiaramente niente di meglio da fare (visto che proviene da qualcuno che ignora la vera cultura politica, che dovrebbe concentrarsi sul bene comune ed essere completamente libera da interessi personali, promuovendo una conciliazione intelligente piuttosto che l'antagonismo) – certamente non ha attività produttive. Suppongo che anche da parte mia sia doveroso un *mea culpa*.















La parte lesa stava facendo pressioni su un certo fisarmonicista — un artista locale piuttosto stimato nella comunità — affinché sfruttasse la propria influenza per indirizzare i suoi fan verso un determinato partito politico; il musicista, che dava l'impressione di essere un uomo semplice, rispose garbatamente di preferire tenersi alla larga da quel genere di diatribe.

















Non ho saputo trattenermi e ho scritto un messaggio accuratamente ponderato — frenando il mio impeto per non indisporre il poveretto — in cui lo rimproveravo per aver sollecitato il musicista a schierarsi. In chiusura, ho lanciato una frecciata all'uomo, suggerendo che cercare di cambiare l'opinione di un altro adulto — specialmente su argomenti banali e ormai logori — riveli un senso di superiorità, se non addirittura di arroganza; insistendo, infatti, sembra quasi che si voglia affermare di sapere cosa sia meglio per l'altra persona — in questo caso, nell'ambito tossico della politica.















Intromettendomi dove non ero stato invitato, ho rafforzato in me la consapevolezza dell'inutilità dei consigli non richiesti. Perché siamo così certi che gli altri debbano pensarla come noi? Perché spesso presumiamo di dover migliorare la vita altrui basandoci sulle nostre scelte, quando la nostra stessa situazione è tutt'altro che risolta?
















Ognuno procede all'interno di una bolla definita dal proprio stadio di sviluppo. È inutile spiegare i processi molecolari dell'organismo a un bambino che — nella sua innocenza infantile — crede erroneamente che la terra bagnata diventi argilla semplicemente perché viene calpestata; o cercare di correggere la sua visione scientificamente errata insegnandogli prematuramente l'interazione tra particelle minuscole e le trasformazioni degli elementi al contatto. Nel suo naturale stadio di sviluppo, egli continuerà semplicemente a comprendere che la terra si ammorbidisce sempre quando vi si mescola dell'acqua.
















Non sappiamo quanto sappiamo, poiché la conoscenza è un accumulo di informazioni mediato da processi interni estremamente complessi: fattori psicologici e mentali, interpretazioni e intuizioni profondamente personali, traumi, proiezioni ed elementi psicologici. Tutto ciò senza nemmeno considerare la natura spirituale unica e distintiva di ciascun individuo; inoltre, nessuno di questi aspetti è isolato in compartimenti stagni, poiché ognuno segue una propria dinamica evolutiva. Pertanto, la domanda si ripropone — alla luce delle osservazioni fatte in questo breve preambolo: quanto sappiamo di ciò che sappiamo?
















Quanto di quel bambino – che semplicemente comprendeva che il terreno si inumidisce quando si aggiunge acqua – giace ancora sopito in noi adulti? E che dire di mio padre? Cosa sapevamo davvero di lui noi, ingenui ragazzi di provincia con una scarsa istruzione? Non ci rendevamo conto che le sue previsioni erano in realtà il suo modo di entrare in contatto con noi? 

















Inoltre, più tardi nella vita ho imparato che per molti di noi, saper guardare i film – considerandoli qualcosa di più di un semplice intrattenimento – sarebbe sufficiente per comprendere meglio il mondo e vivere accanto ai nostri simili con un po' più di serenità.















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Dal web...

Il terreno rimane umido grazie alla polarità molecolare dell'acqua e alle cariche elettriche presenti sulla superficie del suolo (minerali e argilla).

Ecco come avviene questa attrazione a livello atomico: Molecole polari: l'atomo di ossigeno nell'acqua attrae gli elettroni con maggiore forza rispetto agli atomi di idrogeno.



Ciò conferisce all'acqua un lato negativo (polo dell'ossigeno) e un lato positivo (polo dell'idrogeno). Cariche del suolo: le particelle del suolo presentano cariche negative sulla loro superficie.

Attrazione elettrica: il polo positivo dell'acqua (gli atomi di idrogeno) è attratto dalle cariche negative del suolo. Legami a idrogeno: le molecole d'acqua si legano fortemente anche tra loro mediante.




Legami a idrogeno: le molecole d'acqua si legano fortemente tra loro anche tramite legami a idrogeno. Ciò crea una rete continua di acqua che aderisce alle particelle del suolo e ne riempie gli spazi microscopici.












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