Um calo para chamar de seu. Dos calos nossos de cada dia. Na medida de cada um, todos tropeçaremos em desafetos, concorrentes, adversários, antagonistas e todo o tipo de indivíduos, opositores naturais que parecem terem sido habilmente posicionados para atravancar nosso equilíbrio, nosso sucesso, nossa tranquilidade; essa, em verdade, é a moral da história.
Quem é seu calo? Você já o identificou? Para que lições eles chamam minha atenção? Há um ditado que aconselha a não eleger um inimigo menor do que você; portanto, cuidado quando o faz.
Até onde ele é suportável, adepto a algum grau de justiça, totalmente mesquinho ou mesmo um covarde descarado? E até onde minha percepção o tem como um mal necessário e que a partir daí meus caminhos precisaram ser refeitos; que espécie de guinada estou disposto, ou a desforra é a minha vingança preferida e a única saída que enxergo é o contra-ataque?
Conviver com uma unha encravada durante um período da vida, ou mesmo uma vida toda em se tratando de parente, por exemplo, quando não se tem a conduta de contrariar o socialmente correto, é um destino a ser observado e; como lidar com estes encostos que volta e meia desvia-nos da trilha mais acertada, buscar a razão ou o sentido de continuar sofrendo com uma situação a qual entende que está sendo derrotado e finalmente virara a chave?
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