sábado, 27 de junho de 2026

Vídeo, games e Vidas

 







Existencialidades infinitas – Da autodestruição, ainda, como único legado.












Vídeo game da existência – Nossa existência se dá em fases “vencidas”; Egípcios, Gregos, Romanos, Maias, Astecas e tantos outros, sucumbiram. Também, nós, raça após raça o conseguiremos; por não entender, ou melhor, não decifrarmos ainda o que nos faz realmente fortes, devido a uma lógica absurda genericamente assumida de falta de irmandade que se opõem ao próximo e procura atantes sobrepujar o outro. De posse dessa realidade, fatalmente o que temos é a máxima do imperialismo egóico como valor intrínseco a eclipsar sempre que possível quem quer que seja que possa vir a dificultar nossos interesses; por motivos aleatórios ou insignes, até porque, tudo aqui não passa de uma fantástica experiência.















Eras após eras nós humanos desaparecemos e retornamos sob nova roupagem. Nosso existir é um infindável ir e vir. Invariavelmente retornamos investidos de novos poderes — XP´s*. Alguns louváveis, no entanto, frágeis ao propósito maior. Não suficientemente assegurados, arriscados a serem sucumbidos ainda na adolescência; dando vazão a um ponto inquestionável: aqui, ser uma sumidade ciente, pode não significar sinal de suficiência. 















Uma era após outra, mais armados do que jamais fomos, psicológico e tecnicamente falando, mesmo o planeta tendo evoluído proporcionalmente. Imersos em ciclos quase ou tão necessário quanto obrigatório de aprendizado, e, como contam os registros, os níveis atingidos não são páreos para os alinhamentos funestos que o homem pode tramar; afinal, até onde durante todas essas eras o poderio bélico suplanta ou foi aprimorado se sobrepondo ao nível molecular egocêntrico de nós homens atores igualmente trabalhados em equivalência? Bastante, porém, não o suficiente.












Nosso egoísmo, envolvidos em energias de somatização individualista, avança em uma correspondência muito superior à nossa evolução.

Somos, a cada retorno, mais senhores de nós mesmos; mais sensíveis e com canais perceptivos mais apurados, e essa é uma realidade. Porém preferimos relegar à inércia e consequentemente ao esquecimento: que há gerações, concomitante a evolução natural aprimorada, nascemos mais inseguros, depressivos, descontrolados e não cientes de mínimas informações que deveriam nos levar ao autoconhecimento e consequentemente a suplantarmos este círculo vicioso do Projeto Maya.












Ainda que a evolução paulatinamente aconteça, apenas aqueles que apreendem que somos meros jogadores materiais em um imenso vídeo game do existir se mantêm alinhados ao Propósito Maior. Cientes, aceitam e agem de acordo com o fato de que morrer é um colapso físico natural, assim como a continuação do existir e que, o agir por impulso mantêm alguns a enfrentar o que pode durar um Kalpa, até finalmente encontrar alguma luz a iluminar suas almas para realidades voltadas ao altruísmo e que, dentro desse universo de tempo/espaço, posições diferentes dessa realidade, afora o grupo citado, os demais tendem a não se sensibilizar para um viés ajustado à Verdadeira Realidade da necessidade de o jogo ser jogado, ou de porque o jogo é jogado.














* XP — Pontos de Experiência (Experience Points). Unidade de medida do progresso do gamer.

    
















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A pirâmide é o gabarito de todo o poder


 



























































































Do poder que não cede — Se não o tem, jamais o procure; os poderes transmitem ao postulante uma ideia falsa de controle e essa verdade, caso percebida, somente o é, tarde demais.
















Todo poder se sustenta, esta é a lei, em uma pirâmide de poderes menores, ou seja, não há, nunca, a sustentação por si, isso significa que não há sossego. Manter o poder, mesmo um irrisório, exige um dinamismo e atualização constante, afora a atenção, cuja faculdade é bastante falha na maioria de nós, afinal, não raro existem ameaças que fogem ao controle, mesmo os mais policialescos. Desta feita, como eles se mantêm? Agregando-se a outros grupos, caso a base construída não suporte a necessidade do topo ou, se esses que a idealizaram, não conseguem segurar a ideia inicial e percebam que a base está se esfacelando.













Neste quadro, onde se vislumbra o colapso, temos uma primeira situação de falso domínio, onde ações necessárias obrigatoriamente necessitam de apoio de poderes piramidais outros que suportem o peso do já construído; o que não é nada bom para sustentar sua singularidade ou o projeto original sonhado. No entanto há uma segunda ocasião; que se dá, quando os idealizadores da empresa não pensaram ardilosamente a funcionalidade, o engenho do comércio como um todo e serão obrigatoriamente relegados ao segundo plano em situação as quais alguma outra cúpula maior, concorrente ou incomodada a ameace, quando é aplicada a máxima do “se não podes com o inimigo, junte-se a ele”.














Sempre vale a experiência; porém esse é um jogo tão perigoso e um tanto inócuo, se o postulante imagina construir um legado imbuído de princípios inalienáveis dentro de seus propósitos nobres e deles não abrir mão.















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Peneirando a notícia

 












Um longo caminho é percorrido ao indivíduo interessado na movimentação sócio política do mundo e, no entanto, nem todos o finalizamos como deveria ser o mais correto; com um bom cabedal de informação e após anos entendendo o processo político midiático, é certo que, em se tratando da mídia, boa parte das impressões iniciais deveriam cair por terra e o que resta é traçar alguns parâmetros ao que está sendo informado.














E a descoberta inicial vem da conscientização de que deixou de ser importante ser o primeiro a saber sobre todos os assuntos e então dominar ou interagir com certo domínio crítico entre as conversas informais. Estar informado em primeira mão sobre tudo já não é uma opção e leva o dedicado espectador a ganho de tempo agora investido em oportunidades otimizadas; aprender que na maioria das notícias observadas no calor das ocorrências, tão fatal quanto rigorosamente, em tempo posterior, se revelarão maturadas sob contextos outros onde o vulto noticiado foi deteriorado sob as verdades reveladas direta ou indiretamente e daí, perdendo sua importância se levado em consideração a celeuma, a chamada midiática para o assunto que invariavelmente é exibido às presas; prematuramente em regime de deadline; possivelmente sob roupagens pretenciosas e interesseiras onde pontos obscuros podem ser esquecidos ou negligenciados e, o mais escuso: nem sempre com rigorosa imparcialidade como se acreditou no viés ostentado à época.












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sábado, 20 de junho de 2026

Ainda sobre o véu

 







































































































Em seu tempo — As dificuldades, as quais cotidianamente lamentamos, têm realmente seu valor aferido em grau de importância, ou as atenções são infinitamente inferiores àquelas as quais não nos damos conta por nem se imaginar que deveriam? Poderíamos afirmar que atualmente uma ou outra são parcamente aventadas; no entanto estamos tão arrolados e absortos às perceptíveis, nem sempre suficientemente importantes, que não é possível erguer a cabeça e captar o que nos aguarda.














Ok, vamos lá — Qual é o tamanho da audácia ou possuo em algum lugar escondida, coragem suficiente para levantar e arregimentar uma gama de possíveis adversidades que competem somente a cada um de nós enfrentar quando por hora nem mesmo são apontadas?















Enquanto seguimos diuturnamente abstraídos lamentando os cotidianos perrengues mesquinhos, nos impomos a um dique indelével e particular que impede que uma avalanche de ocupações realmente sérias, em algum tempo espaço de inexorabilidade provável, se traduza perceptível aos míopes e obsoletos radares humanos. Novidade alguma aqui, esta é uma situação recorrente a nossa espécie, onde esse não ataque imediato e mesmo urgente em alguns casos às ocorrências advindas de prognósticos que em lapsos de lucidez nos atacam, apenas aumentam o tamanho da bola de neve. 














Metástase Silenciosa - Quando menos se espera percebe-se que a metástase instalada sem que nem ao menos nos déssemos conta por nem sequer imaginarmos que suas existências que insistiam, fugidias em insignificantes lapsos de tempo, feito insights, estivessem a nos dizer algo a ser levado realmente em consideração. Embora mantidas muito bem camufladas sob nossos orgulho e mesquinhez como uma superbactéria que não é detectada entre uma gama de pretextos mais negados que desconhecidos, onde algo mínimo, sempre é pincelado, porém descartado. Existem inúmeras chaves e gatilhos a nos permitir dar vazão a esses ataques relâmpagos de juízo. Como prova vamos nos ater apenas no âmbito da literatura; onde lembramos de alguns poucos ícones a serem observados como exemplos práticos, historiadores estudados e nascidos especialmente para jogar luz sobre a escuridão de cada indivíduo; sumidades como o Yuval, Hannah Arendt, Chomsky, Byung-Chul Han, Simone de Beauvoir, Edgar Morin, Ludwig Wittgenstein, entre centenas de outros; precoces em observações visionárias e percepções holísticas, a nos apresentar cartilhas; invalidadas por serem prematuras à grande maioria das populações, pois de pouco adiantam seus alertas, afinal estamos tão arrolados às perceptíveis que não é possível notar importância ao que nos aguarda, se afinal claramente o que sempre fizemos foi o que pareceu ser o certo dentro do entendimento de cada um.













Se essa explicação faz sentido, por que existem tantos compêndios, bibliotecas inteiras abarrotadas de material sobre o que nos trouxe ao universo atual, e por que sempre foi tão difícil o conviver humano? Estes seres sagrados, proeminentes, honestos e reais, registraram seus pensamentos somente para alguns poucos!?! A resposta é não; foram generosos como a natureza. E o que devemos nos perguntar é: por que sempre desistimos de tentar entender o que existe dentro de tanta informação que não desperta minha vontade de observar mais detidamente até que possa responder estas questões?







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