Do poder que não cede — Se não o tem, jamais o procure; os poderes transmitem ao postulante uma ideia falsa de controle e essa verdade, caso percebida, somente o é, tarde demais.
Todo poder se sustenta, esta é a lei, em uma pirâmide de poderes menores, ou seja, não há, nunca, a sustentação por si, isso significa que não há sossego. Manter o poder, mesmo um irrisório, exige um dinamismo e atualização constante, afora a atenção, cuja faculdade é bastante falha na maioria de nós, afinal, não raro existem ameaças que fogem ao controle, mesmo os mais policialescos. Desta feita, como eles se mantêm? Agregando-se a outros grupos, caso a base construída não suporte a necessidade do topo ou, se esses que a idealizaram, não conseguem segurar a ideia inicial e percebam que a base está se esfacelando.
Neste quadro, onde se vislumbra o colapso, temos uma primeira situação de falso domínio, onde ações necessárias obrigatoriamente necessitam de apoio de poderes piramidais outros que suportem o peso do já construído; o que não é nada bom para sustentar sua singularidade ou o projeto original sonhado. No entanto há uma segunda ocasião; que se dá, quando os idealizadores da empresa não pensaram ardilosamente a funcionalidade, o engenho do comércio como um todo e serão obrigatoriamente relegados ao segundo plano em situação as quais alguma outra cúpula maior, concorrente ou incomodada a ameace, quando é aplicada a máxima do “se não podes com o inimigo, junte-se a ele”.
Sempre vale a experiência; porém esse é um jogo tão perigoso e um tanto inócuo, se o postulante imagina construir um legado imbuído de princípios inalienáveis dentro de seus propósitos nobres e deles não abrir mão.
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