domingo, 23 de maio de 2010

Papéis


O intelectual existe como um tipo de ponte, o seu papel é fazer com que não seja admitido o niilismo fatal a que os filósofos, explícita ou implicitamente, anunciam como único fim se nada for feito, ou seja: não permitir o apodrecimento da esperança.
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Gosto apurado


Fui rico, por um breve tempo, apenas para dar valor ao que a vida material pode proporcionar de bom; porém ser pobre é muito melhor.
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Comunicação atual

"16. Idéias;

"Em tempos de novas tecnologias que encurtam os espaços da comunicação entre as pessoas, os valores de convívio social perdem espaço para a verborragia, a provocação barata e, até mesmo, para a truculência."

Chamada na página de índices da Revista Conhecimento Prático Filosofia. pg. 16 - No. 16.
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Cheio do jogo


Se não temos certeza
sobre o que vem depois;
não é melhor viver,
imaginando uma continuidade?
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quinta-feira, 6 de maio de 2010

A força da fragilidade


Não importa em que grau está situado nossa ciência sobre isso. O que importa é a ação. Uma consciência inteligente Uma consciência voltada para o bem. Uma consciência voltada para a evolução enfim A consciência amorosa; jamais deixa passar uma única oportunidade de fazer o bem. Está escrito De onde menos se espera mais se obterá. Mesmo aquele que pouco tem, muito pode dar. Só é feliz realmente aquele que pratica o exercício da doação. O instrumento do fraco consciente é a paciência resignada.

A força daquele que parece nada possuir reside na sua convicção serena e perene de dever com as Leis Superiores. “Era preciso que nos voltássemos para o simples” Leocádio José Correia

Da Série; vamos prorrogar a existência dos sentimentos


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sábado, 1 de maio de 2010

Das raras faltas físicas tão sentidas

Quando tá claro lembro dela,
e quando tá de noite olho pra lua.

Retalho do rascunho "Ela é o Meu Sol"

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Silente


“Deixe, abra um caderno, ponha diante dele uma folha em branco e espere.” A poesia nunca, jamais esteve presa, ela apenas precisava da chave. A chave que não liberta. Privada não estava; sim estava... ausente. Ausente para aqueles que não a entendiam. Nem toda a chave liberta. Quem entende-se preso; o está. Quem entende-se livre; mesmo em masmorras ri da triste sina do carcereiro carrasco. A prisão do liberto. Silêncio, lágrimas e gritos. A liberdade faz parte da poesia. Sinos dobrarão e a harmonia perfeita atravessará não apenas surdas distâncias. Ondas propagarão tempos e planos. Até que se entenda o não-tempo. Até que não mais precisemos entender. Até que apenas sintamos. 

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domingo, 25 de abril de 2010

Prorrogar o Sentimento

A única bandeira
ainda digna de ser carregada por mim
é a bandeira do Sentimento.

“Vamos prorrogar um pouco mais
a existência do Sentimento”
Bhonachinho
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Não vendo-me



Ainda totalmente desatento sobre quem estava a sua frente, pôs-se a contar vantagens sobre como seria sua rica aposentadoria. Seguro de que suas posses estão muito além das minhas, porém, no sentido inverso, dono de uma insegurança muitíssimo superior. Tão forte quanto qualquer “coitadinho de mim” que não se preze; não deixou-me, como tantos outros, com a última palavra, sabedor que é dos estilhaços que cedo ou tarde atingem todos aqueles que apenas se dizem possuidores de uma personalidade firme, quando diante do desconhecido, independentemente, é claro, de saberem ou não o que isso significa. Então mais uma vez como não poderia deixar de ser; acertadamente fingiu pressa, uma que nunca tem realmente... Seria atingido mesmo que eu não falasse. “Auto atingiu-se” por si só. -0- Analisei comigo e calado. Adepto a tese de que é fácil ganhar dinheiro...: é só submeter-se. Penso que não gostamos de nos submeter a nada porque vivemos nos submetendo àqueles que desgraçadamente nos mantém monetariamente sobrevivendo. Nas outras vezes preferimos demonstrar uma “marrentisse” covarde. Cheguei então a uma conclusão muito; muito particular, pensando mais uma vez com os meus botões, afinal não estava próximo, fisicamente, da Sempre Minha Bem Amada... ...para algumas pessoas é ainda pior. Afinal chegam a um determinado ponto, onde não basta submeter-se a superiores que estudaram para lá estar; é preciso se conformar com ordens insanas de verdadeiros trogloditas que ainda sabem, que a única forma de estarem onde estão é fazer exatamente o que fizeram: submeterem-se a chefes medíocres por mais de três décadas até que sejam promovidos apenas porque os outros, - com certeza muito mais merecedores - por motivos diversos já não estão mais ali. Triste não é submeter-se, triste é submeter-se a estes tipos. “Durante a cachimbada do domingo, aquela que me faz suportar as do meio de semana”


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quinta-feira, 15 de abril de 2010

“Eu vim para espalhar o fogo...”


É possível que possa ser alguém mais cruel conosco
que nós próprios,
assim que admitamos estar errados?

Seremos ainda mais auto cruéis,
quanto mais ciência tivermos
de que praticamos atos
orgulhosos e covardes.

É claro que isto só funciona para o indivíduo
autoconsciente
e dono de uma razão
calcada em valores de decência.

Somente estando de posse desta consciência
nos tornaremos seres destinados a encontrar o equilíbrio,
e conseqüentemente,
finalmente,
após os inevitáveis acertos,
o prazer de viver.


Retalho do Livro
O Esboço de Michael
Síndrome de Oslo
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domingo, 11 de abril de 2010

Cessar-se-ão as vitórias sobre novos recordes e nada ainda teremos compreendido


“Sofre dá bom senso ao pateta”

Disse o Poeta Hesíodo na

Grécia Antiga no século 7 AC


Teremos que descobrir o que mais soma-se a sofrer;

ou por quanto tempo

deve o pateta sofrer

para então modificar sua forma de existir.

Não é preciso caminhar muito

para descobrir que Hesíodo nos privou;

escondendo algum ou uma série de outros adjetivos.
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domingo, 14 de março de 2010

Drops Auspicious

“Creio que a pessoa
que teve mais experiência de privações
consegue enfrentar problemas
com mais firmeza
que a pessoa
que nunca passou por sofrimento.
Portanto, visto por esse ângulo,
um pouco de sofrimento
pode ser uma boa lição para a vida.”
Dalai Lama
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Drops Auspicious II

“Hoje, enfrentamos muitos problemas.
Alguns criados por nós em conseqüência de diferenças ideológicas, religiosas, raciais, econômicas. Entretanto, chegou o momento de pensarmos em um nível mais profundo, em nível humano, e a partir daí apreciar e respeitar essa mesma condição nos outros seres humanos.
Devemos construir relacionamentos mais próximos, de confiança mútua, compreensão e ajuda.
Todos queremos a felicidade e evitar o sofrimento.
Todos temos o mesmo direito de ser felizes, e aí reside a nossa igualdade fundamental.
Não é necessário seguir filosofias complicadas.
Nosso próprio cérebro, nosso próprio coração é o nosso templo.
A filosofia é a bondade.”
Dalai Lama
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Drops Auspicious III



"Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior.

Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar.

Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores.

Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto."

Dalai Lama

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sábado, 13 de março de 2010

A História do Papelão Molhado



"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."
Rui Barbosa


Como o cara faz para se encaixar no sistema?

Cidade grande, novo no emprego, e no mercado de trabalho, vindo não apenas do interior, porém do interior do interior, lá da colônia, da área rural onde todos, até ontem, se tratavam por “compadre” e a diversão maior era o futebol descalço no sábado à tarde. No máximo até a hora de tirar leite. Ou aquele baile quase anual aguardado por toda a pequena comunidade.

Nos domingos!?! Missa, almoço em família e uma visita aqui e outra ali, quase sempre só as mulheres, aos parentes próximos; os compadres se reuniam no salão paroquial para disputar o tão aguardado dominózinho, outra das escassas distrações de fim de semana.

Chega assim nosso desavisado personagem, acostumado aos valores rígidos e enérgicos, porém jamais imposto a força e sim assimilado através dos exemplos familiares advindos desde sempre, não pregado, mas interpretado depois de lido o sermão dominical pela autoridade mais respeitada na região em assuntos do conduzir-se adequadamente.

Os estudos na escola agrícola lhe deram um diploma, - o segundo passo em direção a tão sonhada “liberdade” - e o parentesco com o primo que prematuramente já havia desistido da roça conduziu-o a um emprego respeitado, porém nos primeiros relatórios foi avisado de que existem situações que nem todos “querem”, ou “precisam” saber o que realmente está acontecendo, e outras que a “maioria” sabe que é assim que funciona.

O que fazer quando tão de repente o que lhe foi ensinado como sagrado e jamais poderia ser adjetivado de outra forma, ou mesmo possui sinônimos bastante adversos ao pregado pelo Santo Padre lhe é colocado como uma clausula invisível para se manter empregado?

Abandona o tão promissor emprego?

Joga o jogo sujo; dando continuidade na partida em andamento?

Como mudar a forma já assimilada por todos?

Sai fora?

-0-

História do papelão.

Conheço esta história já há alguns anos.

Diz-se, que é norma entre todos aqueles que juntam papelão para sobreviver, molhar a carga antes de passar pela balança da empresa. E sempre que um catador, desavisado, inicia-se no esquema, e questiona sobre esta ação que é prática comum entre todos, - onde, inclusive o dono sabe que ela existe - recebe como resposta sempre a mesma explicação.

Que o proprietário da empresa fixa um preço adequado e inferior já sabendo da manobra dos catadores que costumam molhar a carga tendo assim aumentado o seu peso devido à água.

É um efeito cascata, então, aquele que não umedece a carga, automaticamente estará perdendo dinheiro.

Ou seja; eles molham o papelão porque sabem que o patrão sabe que eles molham o papelão.

-0-

Já postei aqui, e não faz muito, que no Filme “A Grande Ilusão”, um ex juiz livre e muitíssimo conceituado, devido ao seu poder de membro respeitado na comunidade, porém preso ao passado condenável que o mantém ali; solta: “A única forma de não saber é não querer saber”.

Tenho comigo que deve ser extremamente difícil para alguns indivíduos, - nem todos, existem aqueles que convivem e bem com o mal que carregam – pensar que a qualquer momento podem ser questionados sobre o que sabiam; sobre a podridão que já há muito sabiam existir, porém foram obrigados, para manter seus postos sem sentido, suportar o gatilho retesado da verdade escondida; que, como um torniquete que acocha a cada dia mais, deixa claro que a pressão do medo de esconder, do camuflar, é quase maior que o outro: o inegociável estrago que lhe seria causado, – principalmente - caso sua real fraqueza fosse revelada juntamente com a verdade.

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Sir William

"Mostre-me
um homem
que não seja
escravo das
suas paixões".

William Shakespeare

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Do mútuo não valorizar-se

Esta me foi mandada por um Saniasin.
Diz: "O sexo como uma bela fonte de prazer não é nosso – somos nada, não existimos realmente, nosso momento experiência só nos permite o promíscuo.
Ele apenas existe para que possamos entendê-lo como uma ação a ser aqui evitada – ele é (ou pelo menos deveria ser) um exercício, não um refestelar-se; enfim, não passa de uma prova.
Esse evitar faz com que nos purifiquemos.
Faz com que o ser consciente purifique ainda mais seu espírito.
Feliz aquele que compreende e vence o sexo."
-0-
Conheço outro camarada que já deve ter conseguido a purificação que diz:
“Macho não é aquele que se aproveita da facilidade de deitar-se com todas as mulheres que conquista; macho é aquele que vence a ânsia de possuí-las”; e, sarcástico que é, finaliza, “Fazer o que dita à natureza é fácil, afinal isto é o que se espera de todos; difícil é ser diferente”.
Embora ele não fale com estas palavras, é isto que diz.
Como diz um outro, já aqui citado:
“Durma-se com um barulho desses.”
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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Ambição


Abandonei o desejo; porém não desejo nada menos do que tudo.


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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Tentativas frustradas

Se o belo pudesse ser copiado com estilo não veríamos com tanta repetição; como pode ser manipulado negativamente, de forma trágica, nauseante até, - quando temos o corriqueiro encontro das energias funestas do esnobe somado ao sempre presente propósito comercial - o perfeito, em todos os campos das ciências.
No mais das vezes, o que vemos é que: se nem o belo pode ser repetido, o que dizer do estilo com que alguns especialistas tentam enganar olhos aguçados.


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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Escolhas corajosas


“Eu prefiro ser
um capitão morto
no Céu
a um rato vivo
na Terra."

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Tolher


“Eu nunca fico clamo;
porque justamente
quando me manifesto
alguém, desavisado,
insiste para que eu
fique calmo.”

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O que realmente faz sentido?


Observando a inerte massa de trabalhadores que sob o comando ingênuo de despreparados para uma existência sã, executam o árduo ofício de manter a máquina em movimento – não vamos comentar esta última palavra agora. Quero estar certo de que a despreocupação maior deles não deve ser lida apenas como vadiagem, a despeito da vida miserável que em sua maioria levam.
Ao considerar alguns pontos analisados ao longo de anos, pode; que este desleixo maior, está ligado a uma estranha consciência – estranha para eles – de que tudo o que são ordenados a fazer, com relação ao trabalho, se bem pensado, não faz realmente sentido.

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Surdo mundo

“Não precisamos de censuras auditivas
visando aqueles que gritam contra o Stablishment;
vivemos em uma terra de surdos.”
Anônimo
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Reconhecimento da espécie?


Gosto de porcos.
Os cães olham-nos de baixo,
os gatos de cima.
Os porcos olham-nos de igual para igual.

Winston Churchill

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Respostas abrangentes

Não o condene; se pensastes com sua cabeça agiria da mesma forma; praticaria os mesmos atos que ele, disse ao reclamante e choroso aconselhado. Por outro lado, apenas pelo fato de compartilhar este pensar claro, significa que em hipótese alguma ela se faz, quando se faz, de maneira depreciativa, fatalmente, se diferente fosse estaria eu provando do próprio veneno.
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Respostas ininteligíveis


Perguntado sobre o estilo de música que o apraz,
a um amigo eclético, porém culto,
disse escutar quase de tudo, pois entende que a música
– que não deve faltar nunca ao homem de bem –
deve combinar, logicamente, com o lugar onde se a está ouvindo,
porém,
finalizou a resposta ao curioso novo conhecido,
contando que sempre acaba ouvindo a mesma coisa
por não acostumar-se aos ambientes comuns.

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CONVERSA! O Livro


Li, Humberto Rohden;
Li, O Evangelho Segundo o Espiritismo;
Li, Malbatan;
Li, Mojud;
Li, Tao Te King;
Li, Platão;
Li, Osho;
Li, JJ Rousseau;
Li, Nicolo Machiavelli;
Li, Schopenhauer;
Li, Bhagwan Shree Rajneesh;
Li, Dale Carneguie;
Li, JJ Benitez;
Li, Norman Mailer;
Li, Fernando Sabino;
LI, O Menino do Dedo Verde;
Li, A Semente de Mostarda;
Li, O Livro dos Espíritos;
Li, Richard Bach;
Li, O Céu e o Inferno;
Li, Ave, Cristo;
Li, Eu Sou a Porta;
Li, Cartas a Théo;
Li, O Homem que Calculava;
Li, JR Tolkien;
Li, Oscar Wilde;
Li, Thomas Mann;
Li, Shakespeare;
Li, Elias Canetti;
Li, A Arte de Insultar;
Li, HP Blavatsky;
Li, Sun Tzu;
Li, Confúcio;
Li, George Orwell;
Li, Jacob & Wilhelm Grimm;
Li, Dante Alighieri;
Li, O Mundo como Vontade e Representação;
Li, JD Salinger;
Li, Confissões de Sto. Agostinho;
Li, ainda mais.

Mas também li Nietzsche; e “peguei” a essência dele.
E através disto, percebi a essência de todos os outros, e a então, essência do Todo.
O que isto significa?
Que descobri do que o homem é capaz. E ele é capaz de muita coisa.
Muitas coisas que mesmo o próprio homem não acredita ser possível.
Mas ele pode mudar, e daí então iniciar o caminho final em direção a sua essência, ao ponto onde não apenas a maioria deles desconhece, e sim, para onde não descobri um ainda; sentir que existe.

Foi à partir disto que nasceu
CONVERSA! O Livro.
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