...busco ainda, com essa meditação, vencer todas as forças negativas que insistem em me afastar desse momento e de todos os momentos de reflexão consciente que agregam força à minha alma, ao meu espírito.
...vencer a
impaciência e o pensamento veloz que ataca minhas boas intenções.
...auxilia-me na minha luta para descobrir e liberar as forças internas ainda adormecidas sob os mantos da imaturidade, do ignorar e do desconhecimento.
...ajuda-me a
entender o próximo e a respeitá-lo nas suas certezas e afasta de mim a crítica
que tão rápido desce a língua e que na maioria das vezes não consigo mantê-la
recolhida.
...faça com que eu entenda o ataque externo mais como um desequilíbrio do agente e que sirva como um aviso a mim mesmo; para reconhecer as diferenças e acalmar meu ânimo sem revidar, mesmo em pensamento.
...auxilia-me a ser imparcial; onde, ao observar as manifestações terceiras, faça com que as assista inerte e sem julgamentos, e então veja todas as representações como uma necessidade externa a mim desconhecida, e a aceitar que minha observação é míope para o muito de um entorno prenhe de alinhamentos inegociáveis, e, que, portanto, obviamente, não é possível enxergar sob a ótica e as perspectivas que sondam o universo dos mistérios.
...por favor, que alguém acalme o meu cérebro a respeito da crítica desnecessária, mesmo a humorada; afinal, pouco sei das tramas universais e hoje entendo que, muito das minhas manifestações mentais, são hábitos impertinentes e em desacordo com a minha Vontade Real e meu coração que busca antes, ações compassivas.
...que meus
olhos e minha língua não traiam o que sente meu coração.
...que, de alguma sorte, encontre uma forma de reprogramar meu cérebro, eliminando costumes que ainda hoje me envergonham logo após praticados.
...que mesmo
meu DNA sofra as influências das minhas vontades regeneradas e possa ser então
uma matriz saudável para as próximas gerações.
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016.ad cqe








