O — quando assumido — sempre bom e velho “bom combate”
O “Conhece-te a ti mesmo” (gnothi seauton), em sua instância maior, pode ser observado sob o aspecto do vence-te a ti mesmo; questionando o personagem sobre: até onde ele é capaz disso — a auto observação e, portanto, aplicar no exercício cotidiano a disciplina honesta da correção!?!
Identificar e observar nossas, tanto pequenas quanto imensas dificuldades interiores e então, assumi-las — encará-las e se armar das mais nobres vontades a ponto de iniciar o combate da destruição. Assimilada essa máxima, conhecer-se a si mesmo é o pequeno; o mísero passo para assumir a própria falibilidade e daí vislumbrar alguma claridade mínima à qual a fenda da alma permite o acesso.
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Viver é buscar — Onde a única importância é, com a maior brevidade possível, burilar a alma, procurando veementemente limpar do próprio espírito as cracas que se acomodaram ao longo dos milênios; característica condizente tão somente ao estado de coisas, observáveis particularmente, no que pode ser denominado como gênero humano.
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