Trato-me eu de um personagem consciente de ser um instrumento, um quadro, uma alegoria, portanto, uma colagem do que assisti até então, a espelhar o assimilado. Poderia enlouquecer com isso, mas, adquirido um pingo de senso, de alguma sorte entendo essa constatação soberanamente untada de índole pura e original, o suficiente para me manter lúcido o bastante e, a partir dessa comprovação, com o intuito — deduzo sem muita certeza — sereno: buscar entender o que fazer para elucidar como isso aqui se dá — neste plano — e, particularmente cessar, filtrar ou otimizar o movimento da roda, à algum estado de importância a que entendo raro e bastante peculiar, uma vez que pouquíssimos de nós acredita que o aqui afirmado possa fazer algum sentido.
Se fosse aplicar a tese de Alfred Korzybski; quanto de mim é “Mapa” e quanto é “Território”.
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“Uma das origens óbvias do desacordo entre os humanos é o uso de ruídos em lugar das palavras.”
Alfred Korzybski
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