Ao aguardar,
mesmo que sem pretensão, consciente ou inconscientemente, a troca de favores;
prática muito natural na sociedade, a isso chamamos lealdade. Pois se a
necessidade vem de forma invertida, mesmo que não se sinta obrigado, o colega
que fora auxiliado, automaticamente se dispõe a ajudar.
Na verdadeira renúncia, a ação vem do ser, onde não há expectativa alguma. Ainda que se está a comparar alhos com bugalhos, insistimos que o não esperar conexão com o divino ou com o espiritual: essa prontidão é sagrada; esse canal é a Mão do Todo agindo. E ela só se inicia quando no primeiro caso, consegue-se esquecer que fez um favor a alguém.
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