quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Desperte atenção

 











Se queremos algo, é natural que precisamos chamar atenção para despertarmos atenção ao que buscamos — essa máxima tem ainda mais sentido — valor e significado — quando a solicitação é honesta.
















Ao olharmos para nosso passado distante, onde o conhecimento era transmitido de geração a geração sob o ainda rudimentar processo da comunicação verbal, cabe uma reflexão; como nossos ancestrais entenderam e tomaram o sagrado e às súplicas aos céus como um expediente não apenas natural, essencial e muitíssimo importante? Hoje, ou ele foi monetizado, motivo de especulação ou digno de apedrejamento quando é apresentado na sua forma natural e gratuito como deve ser — mas melhorou muito, já não nos queimam mais.












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Os santos, anjos e bons guias não farão trabalhos que pertencem somente a nós e muito menos irão extingui-los; independentemente do que seja. Com toda a atenção, eles vibrarão a favor, filtrarão um que outro desvio insignificante e estarão prontamente atentos ao modo de cada um e a nós desconhecido. E como impulsionar essa atenção? Precisamos persistir com vontades seguras, após sermos convencidos de que é apenas ela: a própria vontade animada; capaz de encontrar a saída para toda e qualquer ocorrência que enfrentamos. 













Se assim é — e assim é na maioria das vezes — o que nos falta é insistir, entendendo que não podemos fazer muito mais do que observar e aprender, pois é certo que não estamos alinhados com esta verdade e, diferente daqueles que desistem, podemos lutar contra o nosso desconhecimento até que finalmente possamos ordenar uma conexão. E essa máxima se torna plausível à medida que vislumbramos a possibilidade de que nós e o universo sempre estivemos conectados. 
















À medida que confiamos que o universo — através de seus agentes — pode ter alguma participação nas nossas petições, elas de alguma forma serão melhor alinhadas, e é a urgência de cada um, mantida com persistência, que azeita o processo e a nossa indispensável vontade. Essa constatação/concentração, estimular sentidos e energias em torno do assunto abordado fazendo com que um novelo de linha enosado (enodado) se alinhe com menos vagar. A correria em que nos metemos deverá cessar, isso é imprescindível — ao menos para uma gama da população que se conscientiza da ilusão a que está embarcada. Em algum momento é certo que teremos que fazê-lo, não se pode continuar o enredo como vem sendo escrito, assim é e sempre será com nossas vidas, afinal a ideia é a evolução; e uma vez decidido que não é mais possível seguir os mesmos caminhos de até então, buscamos nos posicionar de forma equilibrada e sábia entendendo que as vontades honestas detectadas em autores judiciosos, correspondem apenas ao entendimento, portanto, elas precisam ser chacoalhadas, despertadas para não apenas ativar as energias, mas fazê-las circular e interagir melhorando o meio em que estou inserido.












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O universo é uma continuação do que vivenciamos aqui agora; não há separatividade. A partir do instante que incorporo esse saber, trato essa realidade como se meu vizinho assim o é por estar na mesma quadra que a minha, ou rumando para a subjetividade, se meu irmão reside em outro país, é certo que ele continua sendo meu irmão.











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