Ao ser menos um nostálgico ressentido e mais um consciente aberto ao processo maior do universo, em algum momento é certo que essa sagacidade nos brindará com o entendimento e a importância de uma considerável fração, na medida do possível, sobre: como esse indecifrável mecanismo atua nas ocorrências e representações que a tantos parece alheio. O que indubitavelmente leva cada indivíduo lúcido a compreender as mais diversas passagens, sempre, de duas formas; a positiva e a prazerosa. Temos o inverso na nostalgia ressentida, que acaba por ofuscar as boas lembranças e consequentemente extingue toda a positividade destas e das obrigações capitais que se apresentam, as subvertendo subjetivamente ao amealhar o volume de experiências inegáveis e indistintas vividas e sempre positivas, em preceito menor, trivializando, portanto, toda a gama de eventos que nos alcançam durante a jornada.
Deitar-se sobre o fato de que a vida não é uma dádiva escorado na inercia de que toda experiência deve ser observada sob o viés de problema é desfigurar todo o histórico nela agregado e em conjunto, desperdiçar a maior das oportunidades de elevar o espírito a algum nível distinto.
041.ad cqe





