Se aferrar em expectativas sem bases concretas pode resultar em provável perda de tempo que antecede o resultado, e transformar o momento da negativa em outro prolongado hiato entre atividades e possíveis reavaliações tardias, agora, sob o provável peso da contestação.
“Perder” tempo planejando é economizá-lo com retrabalhos. Sempre é bom lembrar que ao aspirar física ou subjetivamente uma vontade, todo o processo de conquista deve antes revisitar o estado posto da vontade; isto é, de pouco adianta buscar a afeição de alguém se nosso histórico precisa ser ocultado ou mesmo algumas de nossas intenções, assim como almejar uma profissão sem observar todas as implicações que antecedem a conquista. Para cada opção aventada, antes, é necessário algum estruturar razoável. O avanço atabalhoado é certo que mina toda boa expectativa.
Boas escolas e doutrinas aferem que o tempo não existe ou que tudo está certo como está. E está. No entanto, tão prudente quanto importante é ponderar essa realidade. Toda opção é carregada de nuances objetivas e subjetivas, afinal, somos serres terrenos, e existem oportunidades diárias em que é bastante importante reavaliar qual é a melhor premissa aplicável ao projeto... claro, sem fazer desse expediente uma obsessão... e daí, com toda a tranquilidade da ideia bem trabalhada, (se) entregar ao universo.
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