Se estamos em constante evolução, qual é a atenção que entrego ao constatar que ainda não estou nem perto de ser perfeito?
Acreditar minimamente ou sequer aventar que os bravos se ocupam daqueles que os olham atravessado ou os ridicularizam e tramam contra é uma tolice. Muitos de nós também já não o fazem.
Deixe que o agente faça o que acredita ser o certo, não corrija e muito menos mude seu humor se o resultado procurado não for compatível com o pensamento lúcido; simplesmente ignore; claro, sempre agindo com a atenção de domínio do espaço — esse expediente se faz necessário sempre que não possa constituir lacaios para o fazer.
Vez por outra revisitamos nosso passado e enxergamos que situações que eram normais finalmente não fazem mais sentido. De alguma sorte seria interessante a disciplina auspiciosa da auto-observação, e claro, correção; porque, se estamos em constante evolução, é certo que uma série de atividades que entendemos como normal nos ou prejudicam alguém próximo ou o meio ambiente.
Temos exemplos de ícones que mudaram nossa forma de ver a vida e o mundo, e podemos ter certeza de que todos eles em algum momento tiveram que abandonar as miserabilidades que norteiam o cotidiano de vítimas relapsas ou incomodadas e que ainda não sabem como driblar tal situações.
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