“O que importa é o agora, disse o mestre, ao menos hoje, quero ser lembrado como alguém que realmente tentou.”
Ao mesmo tempo que é complicada, a vida é maravilhosa. Por exemplo, é bastante factível que entre nós circulem milhares de personalidades diferentes ao longo de um ano. Todos envolvidos com um processo vida próprio, mais ou menos distinto. E o que significa tentar realmente se a maioria de nós não faz nada mais do que tentar a cada passo escolhido? Nossas vidas são pautadas em tentativas e erros; como cada qual lida com os resultados é o que determina se o sarrafo nas próximas experiências subirá alguns pregos.
Em nossas vidas, cotidianamente formigam experiências onde fazemos o que está ao nosso alcance ou tentamos a todo custo dar o melhor de nós, mas o que determina o próximo passo é o nível de consciência do autor, porém não basta executar a ação, é preciso algo mais após o resultado obtido, principalmente se esse não foi o esperado; posto isso, se fomos ousados ou relapsos em nossas tentativas, invariavelmente devemos nos questionar; qual é o grau da ciência envolvida sobre como efetivamente lidamos com todo o processo a que estamos implicados?
No mais das vezes somos sectários, o que significa que não conseguimos alinhar todos os nossos projetos em níveis de equalização condizente nos campos de atuação atribuídos. Pessoalmente agimos como o empreendedor ansioso e despreparado, cuja energia é deslocada com maior afinco para partes do projeto, se esquecendo que o processo vencedor requer atenção como um todo.
Individualmente somos alunos, pais, filhos, colegas, profissionais, esportistas, namorados... no entanto iludidos, convictos, passivos, omissos, radicais... e isso pode estar acontecendo tudo ao mesmo tempo. Como alguém tão disperso pode dar o seu melhor — ou mesmo que — e conseguir algum equilíbrio a contento a todas as partes envolvidas em um cotidiano sem nem mesmo perceber que está mais para um imbróglio?
Em algum momento, descansar sobre o fato de ter tentado dar o nosso melhor pode soar pouco sob a ótica de terceiros, antes precisamos observar se estivemos suficientemente atentos e insistentemente disciplinados buscando despertar, no mais alto grau, se essa tentativa foi vigorosamente explorada e nunca, jamais, desconsiderar a intenção/atenção daqueles que estão observando ou envolvidos no processo.
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