domingo, 13 de setembro de 2026

Além do Ashram

 











A meditação e a oração devem sempre romper os limites do espaço de prática. Ao sair do templo ou estúdio, o fiel não deve esquecer-se do que lá aprecia, assim como o iogue jamais estará completo em seus anseios de equilíbrio caso não preste atenção ao cotidiano com a aplicação verdadeiramente voltada ao fim em si.



















Os locais de recolhimento, de conexões que objetivam o autodomínio a que são estabelecidos devem ser frequentados unicamente como importantes repositores e recicladores de energias a fortalecer nossas vontades mais puras e filtrar humores testados na rotina diária. Devemos nos disciplinar para não esquecer esses princípios após as sessões, e somar a eles um item de maior importância: a atenção do manter-se vigilante ao atravessar as portas sagradas das fontes, conscientes de que todas as ações, a partir de então, devem ser coerentes com os propósitos ali colhidos.









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