Muitos que
buscara deixar sua marcar na Terra, terão vergonha de serem a ela associados no
universo.
Hoje, mais do que nunca, um grande número de indivíduos trava uma busca sedenta, que tem como fim marcar seu nome — deixar seu legado — na Terra, sem a mínima noção de que essa marca se tornará um estigam tão vivo quanto eterno, que poderá vir a ser motivo de vergonha frente ao desconhecido; ao insondável; à infinitude.
Inadvertidamente, sob justificativas mal interpretadas de trabalhar uma vida toda escorado ou acreditando no “bem social” praticado e daí sacrificar pessoas, entendendo que os fins justificam os meios e que a intenção sempre foi boa; ou sobre o praticado ter como fim: o bem estar dos filhos; não é salvo conduto para amenizar atrocidades, inclusive aquelas que afirma jamais as perceber sobre esse aspecto.
Se parece difícil forjar uma marca entre o reduto social escolhido e então expandi-la para áreas maiores e mesmo países, baseado nas políticas de que todos estamos agregados, é essencial — e de dificuldade ímpar —, ao iniciar o empreendimento ou ao prever a possibilidade de que ele irá se destacar com sociedades, investimentos e novas ideia, ponderar e aprender sobre o que isso significa em termos de sacrifício, não o próprio, porém, de terceiros.
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