sábado, 26 de setembro de 2026

Pessoas como princípios











Acreditamos haver um nicho exíguo de pessoas que tem como precipício a autovalorização séria e honesta que, ao perceber que indivíduos estranhos a essa máxima continuam insistindo em permanecer ao lado, irmãos interesseiros e sem vontade; colegas por mera obrigação social, religiosa ou convenientemente interesseira sem valorizar a vida e a amizade; portanto entendemos tão normal como importante, que estas façam algo que em outros tempos tomariam como impossível. Desenvolva um escudo — uma mecânica — para não escorregar ou se livrar o mais depressa possível de ilusões vendidas. Cremos também, que o universo conspire a favor destes personagens íntegros e, portanto, na impossibilidade total de que estes iludidos consigam manter, qualquer que seja o estado mentiroso, por tempo superior a ação de despejo, o expurgo aconteça por si só — alguns acanhados dependem tão somente desse expediente para se livrar das úlceras parasitárias.












Denominamos esse último grupo restrito de homens honestos, como complacentes, e imaginamos que as respostas aos seus pedidos virão do universo que conspira com eles, pois, não é possível encontrar tipos que são denominados como vampiros emocionais ou alheios ao significado da vida e também, ardilosos em manter o engodo por muito tempo e se livrar do infortúnio sem ajuda exterior; portanto, se os céus não enviam a resposta; tardiamente estes retos, mas infelizes, entendem que finalmente a hora oportuna de se desvencilhar dos encostos ainda visíveis se apresentou.











A amizade se dá com pessoas de mesma índole, e essa, é condizente com os níveis diversos que cada um entende como normal e aceitável.











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