quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Feliz Natal a Todos


Atma distante 



Ainda buscando 

Cessarão todos os recordes e nada ainda terá sido decifrado 



Contribuição da M.S.B. Amada 


In The Work 


Crônicas para o nada 





Manifestações Oportunistas 



Nous



O ArquiDruida 



Repentes




O Entusiasta 




Pecados pendentes 




Como não existe nada maior aqui vou de Amor mesmo








"Visitas" 



"Per se passion" 



“order from noise” 
nogente




IMPai



Não é para achar graça 

amal; fronte & verso 



Apagar-se-ão as estrelas e isto ainda será 



meta-pura 


Da série "Nós" 


Do Livro: Sobras da Guerra 



Gaia Métis 



Da série: Hybris 


Eu Megalômano
 

O vulgo analítico 


Rascunho do ID 




Textículos


Tornando visível 



telmaH


Qualia



Respirando Inspiração 



Do amesquinhar 


Sob os Ciprestes 



Viva os "especialistas" 


Música é o que Nos Move 


Azeitando algoritmos 



Azeitando a máquina 



"zeros somados" 



O que (não) se diz no templo 



Como é que se diz eu te Amo? 



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sábado, 21 de dezembro de 2019

A dúvida é a força motriz daquele que busca




A dúvida é o único estado capaz de levar o buscador inquieto às certezas transitórias que o instigam ao movimentar diligente.

*



Quando então Ela comentou sobre a certeza, deixou a mostra os vãos inflexíveis entre aqueles que vivem como os defensores fiéis de crenças descontextualizadas sob os dogmas maltratados do cristianismo, por exemplo, e as certezas de que nada do cético irreligioso intransigente enterrado na areia movediça da crítica socializante comum às contrariedades cretinas está realmente se encaixando, enquanto todo o resto vive do comodismo escolhido: uma forma de vida radicalizada entre o que concorda e não concorda apenas por atavismo e vegeta neste meio tentando desviar-se dos perrengues do dia-a-dia a manter o balanço que a seu modo se espraia entre uma certeza que aliena enquanto as células se deterioram ou alguma esperança que mais é uma metástase que desgasta e gasta a vida enquanto aquilo que aprendemos a conceber como sobrevivência chega sem que se aperceba que este fim se aproxima.

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Cético é outra coisa




Se aprendêssemos sobre as origens ao invés de empacar na conveniência de convenções oportunizadas; ceticismo não deveria tão somente ser associado ao duvidar. Antes; ponderar, pesquisar.









Não estamos - observando o que temos - diante de uma ponte óbvia da nossa falta de bom senso (ouso dizer “no seu auge, até então”) com o negar obrigatório e urgente, brotando daí o contestar ligeiro, portanto, oprobrioso?













Isto sim; este simplismo assumidamente descuidado sim está para a incompetência, para o amadorismo em oposição às vontades verdadeiramente positivas. O aí debruçar-se confere nosso histórico de abraçar o oportunismo fácil, vestir a preguiça e assim permanecer conduzido e continuar na senda da conveniência; seguir tentando camuflar a ignorância em se sendo – assumindo-a!?! – Quando será a hora do; não mais?


*


Como; que espécie de conflito é necessário para construir o momento determinado quando se poderá dizer com todas as forças: não mais.




“...o verbo grego de que derivam cético,
ceticismo significa, originalmente,
não ‘duvidar’,
mas ‘examinar’,
ponderar, inquirir, buscar, investigar.”

Karl R Popper, 2006 – em,
Em busca de um mundo melhor;
Martins Fontes.




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Mudbound




O homem nascido de mulher tem vida curta e cheia de problemas.

É como a flor, que brota e depois murcha e passa como uma sombra sem se deter.

E se você por os olhos sobre um ser assim o levará ao juízo final junto contigo.

Quem poderá tirar o puro do impuro?

Ninguém.

A árvore tem uma esperança, pois quando é cortada pode brotar.

Mas o homem que morre fica inerte.

As águas do mar podem até secar e o homem morto não se levantará, o paraíso se esgotará antes que ele desperte;

este homem nunca sairá do seu sono.

No filme Mudbound
Lágrimas sobre o Mississipi

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sábado, 14 de dezembro de 2019

Da desatenção ao que sempre pareceu óbvio














Não é possível chegar ao bom sem eliminar os agentes contaminantes a fomentar humores que destroem qualquer incentivo ao voluntariado. Buscamos o bom, o melhor, o desejo ponderado, no entanto pulamos a etapa original do praticar, a qual ensina que antes do plantio o terreno precisa ser preparado.








O ápice do desejar humano desemboca no conhecer. Após muitas de nossas paixões se descobrirem desnecessárias, fúteis, concupiscentes; infelizemente, mais por uma espécie de cansaço, menos por vontade inata a uma aspiração de aquietar-se.











Não nos questionamos por que, primeiro, percebemos todos os desejos voláteis; carnal, primal, do instinto, de poder, de submeter ou apenas a ficção e/ou fixação de superar o maior número de outros da mesma espécie! Quando, alguns poucos, após todo o desfrutar de quase uma vida, passam a buscar, finalmente, lamentando-se agora que o conhecer deveria ser o primeiro a ser assistido, afinal já não possui mais prazo, determinação ou energia para o assunto; descobre-se sem tempo para o desejo maior até então substituído por obviedades fúteis.










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Volúvel




Continuando, completou

 “Ninguém aqui está pronto. Relaxe. E se mantenha incógnito em suas buscas. Pareça-se na maioria do tempo a um elástico não teso, sujeito a todos os riscos e a todas as falhas humanas, até um pouco ingênuo, e, observando o respeitar alheio entremeie seu comportar entre o bronco e troglodita, por que não? Fora da área da responsabilidade a dispersão não desperta cobiça. Lembre-se sempre de que aquele que anseia o novo em realidade não difere em nada de ninguém, não se é superior ao outro, jamais, o que o distingue é o fato de possuir algum resquício de consciência destoante da ordinária. A partir daí, quando possível, lance mão da prática abnegada e reta. Concordamos com a asserção de que no mais das vezes, superando inclusive determinadas técnicas eruditas, em sendo, ou melhor, lançando mão de um expediente aparentemente largado não se desperdiça energia superior a manter a pose e/ou identificação que o diferencie do lugar comum. Este estar não exige maiores cuidados ao conservar conscientemente o estado relaxado, alheio, parecendo absorto. Então quando, e se necessário; mova-se com suficiência a frações adequadas ao estado retesado; ao princípio da utilidade a que o elástico destina-se.”

Da série “Distraídos venceremos”
Homenagem a Paulo Leminski




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Eu sinto muito




"Dói em mim sentir
Que a luz que guia
O meu dia,
Não te guia, não."

Angela Ro Ro

Da série; vamos prorrogar a existência dos sentimentos

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sábado, 7 de dezembro de 2019

Inteligência!?!




Trata-se a inteligência, como representação, de mais uma convenção. De fato ela não existe. Não há, na verdade, pessoas inteligentes. O que há é uma espécie de acordar, de despertar para a percepção e então o manifestar em maior ou menor grau de vontade.









Do despertar temos a percepção e desta a leitura apurada do entorno e daí para as escolhas que deságuam nas máximas de entender, apreender, analisar, conhecer e criar. É do discernir que poderá abranger determinada confinidade e mantê-la contígua ou avançar para o todo que elucidará as inverdades de conceitos e escalas, muito ao final da vida ordinária, as ações que definem ou não pertencer a um espírito versado.



*



Em tempo: E o que temos como crianças superdotadas, precoces, que automaticamente são apresentadas como de inteligência nata? Antes preciso explicar que não há nestas observações intuito de desmerecer a inteligência e sim de qualificá-la para além do entendimento comum. Aqui precisam ser apreendidas duas vertentes inegociáveis; nossa alma imortal e em paralelo possuirmos as condições físico químicas em processo no corpo que possibilitam combinações permissíveis ao fenômeno. Isto posto seguimos para um campo imaterial ou metafísico conhecido como registros akáshicos. Somos portadores, ou melhor, nossa natureza com algum cuidado – ou sem cuidado algum (isso poderá ser discutido em outras situação) nos permite acesso a estes registros, agora, em alguns poucos isto se dá a partir de tenra idade. No entanto, indiscriminadamente, os demais podem através de exercícios e práticas acessar registros próprios à medida que suas disciplinas inquestionavelmente desvelem o que até então parecia aludir tão somente ao desconhecido. Da mesma forma como pode se estagnar no infante vulnerável.

*homenagem a Lucy.


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O que procuro!?!




(...)
Não prestamos atenção, ainda que não seja uma novidade – ou que não apreendemos o seu significado ou concepção. Mas ao longo da história viemos acelerando a evolução material humana a ponto de nos aproximamos rápida e exponencialmente ao acesso a ferramentas cada vez melhores de forma que, nas últimas duas décadas a capacidade humana de autossuperação abarcou muito mais e com maior qualidade o desenvolvido em toda a sua história.


Porém, na mesma proporção deste avanço avassalador à praticidade nos afastamos de princípios antes sagrados, inegociáveis, e não, agora me ocorre, tem a ver com sacrifícios aos deuses, de animais ou mesmo humanos, ainda que dizimamos espécies de ambos e se algumas leis, que sabe se lá com que sorte não tivessem sido aplicadas - aqui especificamente -, o cenário se mostraria ainda pior. Ocorre que foram abandonadas práticas puras, culturas de apenas ser. Ao cético, niilista, realista e todo aquele que enxerga conspiração em tudo, não é possível vislumbrar ação alguma que não esteja engendrada ao egoísmo; ao proveito próprio. A questão é; até onde eles estão equivocados? Afinal, não alcançamos o estado atual justamente com o intuito de salvar a própria sobrevivência que degringolou ou derivou ao valor único da precificação; de quanto à coisa em si que está em discussão vale realmente o tempo aí gasto?


*



(...)
A Internet é a igreja da era tecnológica - a última religião. Tudo esta ali, e esse “tudo” vai muito além do que se precisa para que algum outro caminho – particularíssimo - nos seja apresentado na hora do “julgamento”.

Detalhe do texto O que procuro!?!
De 1º de dezembro de 2019.

*













“...
E talvez porque, por mais desconhecido e estranho que possa parecer, na parte mais profunda de nossa psique, todos nós queremos ser julgados.”

Dr. Norman Doidge,
no prefácio do livro
12 Regras para a vida.





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Códigos relativos




Codificamos nosso existir sob o prisma dos mais variados conceitos, limitados unicamente no tamanho humano buscando qualifica-lo às necessidades prementes conforme a urgência das demandas correntes imaginando que o que seja pudesse em algum ponto vir a ser e assim seguimos, enquanto parecemos nos afastar mais e mais do que É.

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