sábado, 16 de março de 2019

Heurística do medo...




...ou “hocus pocus”. Ops! Hoc est corpus.



...

“Medo do desconhecido pode nos paralisar mais do que qualquer tirano. Ao longo da história havia a preocupação de respostas absolutas, a sociedade humana ia desmoronar. Na verdade, a história moderna demonstrou que uma sociedade de pessoas corajosas dispostas a admitir sua ignorância e fazer perguntas difíceis geralmente não é apenas mais próspera como também mais pacífica do que sociedades nas quais todos têm de aceitar uma única resposta sem questionar. Pessoas temerosas de perder sua verdade são propensas a ser mais violentas do que pessoas acostumadas a olhar para o mundo de diferentes pontos de vista. Perguntas às quais você não é capaz de responder são geralmente muito melhores para você do que respostas que você não é capaz de questionar.” p259



“Se forem leais à verdade científica, à compaixão, à igualdade e à liberdade, são membros integrais do mundo secular, e não há nenhum motivo para solicitar que tirem seus solidéus, suas cruzes, seus hijabs ou tilakas.” p261


“Dogmas religiosos e ideológicos ainda são atraentes em nossa era científica porque nos oferecem um porto seguro para a frustrante complexidade da realidade.” p285


“Quando mil pessoas acreditam durante um mês numa história inventada – isso é fake News. Quando 1 bilhão de pessoas acreditam durante milhares de anos – isto é uma religião, e somos advertidos a não chamar de fake News para não ferir os sentimentos dos fiéis (ou incorrer em sua ira).” p290



“O fato é que a verdade nunca teve papel de destaque na agenda do Homo sapiens. Muita gente supõe que se uma determinada religião ou ideologia não representa a realidade, cedo ou tarde seus adeptos acabarão descobrindo, porque não serão capazes de competir com rivais mais esclarecidos. Bem, esse é apenas mais um mito reconfortante. Na prática, o poder da cooperação humana depende de um delicado equilíbrio entre a verdade e a ficção.” p296



“E, à medida que a tecnologia adquire uma melhor compreensão dos humanos, você poderia se ver servindo a ela cada vez mais, em vez de ela servir a você. Você já viu esses zumbis que vagueiam pelas ruas com o rosto grudado em seus smartphones? Você acha que eles estão controlando a tecnologia ou é a tecnologia que os está controlando?” p328



“Para saber quem você é, e o que deseja da vida. Este é o mais antigo conselho registrado: conheça a si mesmo. Por milhares de anos filósofos e profetas instaram as pessoas a conhecerem a si mesmas. Mas esse conselho nunca foi mais urgente do que é no século XXI, pois diferente da época de Lao Zi ou Sócrates agora você tem uma séria concorrência.” p329



“Não faz diferença qual seja seu caminho particular, desde que você o siga. Uma lavadeira que segue com devoção o rumo de uma lavadeira é muito superior a um príncipe que se desvia do caminho de um príncipe.” p332



“A maior parte das narrativas é mantida junta pelo peso de seu telhado e não pela solidez de suas fundações.” p346




Trechos do livro de Yuval Noah Harary
21 lições para o século 21
Companhia das Letras




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sábado, 9 de março de 2019

Aos Xapiri



 “Os Xapiri [espíritos] se esforçam para defender os brancos tanto quanto a nós. Se o sol escurecer e a terra ficar toda alagada, eles não vão mais poder ficar empoleirados em seus prédios nem correr no peito do céu sentados em seus aviões! Se Omaori, o ser do tempo seco, se instalar de vez perto deles, eles só terão fios de água para beber e assim vão morrer de sede. É bem possível que isso aconteça mesmo! No entanto os Xapiri continuam lutando com valentia para nos defender a todos, por mais numerosos que sejamos. Fazem isso porque os humanos lhes parecem sós e desamparados. Nós somos mortais e essa fraqueza lhes causa pesar.”

Relato de Davi Kopenawa ao antropólogo Bruce Albert,
no livro “A Queda do Céu – Palavras de um Xamã Yanomami”


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My Lord




“Vus apresento Millôr; milorde”!

“As vezes você está discutindo com um imbecil, e ele também”

“Natação e Automobilismo: Tenho absoluta incapacidade de admirar um homem apenas porque ele é melhor do que o outro um centésimo de segundo.“

“Qualquer idiota consegue ser jovem. É preciso muito talento pra envelhecer.“

“Se todos os homens recebessem exatamente o que merecem, ia sobrar muito dinheiro no mundo.“

“Com muita sabedoria, estudando muito, pensando muito, procurando compreender tudo e todos, um homem consegue, depois de mais ou menos quarenta anos de vida, aprender a ficar calado.“


https://citacoes.in
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De segunda



Na maioria das vezes o “você” é “eu”; mas o hábito do ataque, o estar sempre engatilhado. A vaidade, o orgulho, o medo, acabam fazendo com que nos escondamos na terceira pessoa.

Insistimos em fazer observações na terceira pessoa quando somos ainda um espelho a não nos enxergar refletido no outro. Automaticamente, vencida esta etapa, não apenas paramos com as observações destrutivas como aprendemos que ser uma referência boa requer graus apropriados de responsabilidade.

Da série; 
do paralelismo que não enxergamos

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Certezas X modinhas





Assim fala meu amigo
“Ateu de cu é rola.”

Contribuição do meu amigo Mi.


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sábado, 2 de março de 2019

Em tempo




Desta vez foi Ela quem falou.

“Até agora nenhum daqueles que considero próximos deu-me tempo para demonstrar o Amor Original, incondicionalmente puro. O que fiz até então foi amá-los dentro do entendimento de cada um em particular. O primeiro é impossível de ser manifesto através das simbologias que aqui representam afeto aos seus pares. O Amor Real é invisível ao sentimento humano indisperto, por isto meus agora iguais, ávidos e exigentes, em algum instante acabam por nos apontar, mas nossa forma de mostrar amor nunca cabe no que assistimos aqui e a paciência é também nossa companheira. Assim fico esperando chegar a hora. Porém poucos possuem a serenidade obrigatória à espera e acabam voltando ao tratamento comum e invasivo e preciso então aguardar um tempo ainda maior para demonstrar – despertar - todo o amor que aguarda por eles e que aqui, comigo, para sempre continuará”.




Da série; vamos prorrogar a existência dos sentimentos

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“Tudo é verdade”


...

Quase ao final do livro, 21 lições para o século 21, Yuval como sempre é bastante assertivo ao abordar a mentira que nos acompanha ao longo da história; fazendo uma relação com o que entendemos agora como Pós Verdade ou Fake News. Faz uma comparação as nossas velhas conhecidas – em algum instante já abordado neste espaço: mentiras previamente arquitetadas ou trabalhadas convenientemente ao longo dos séculos e obrigatoriamente sustentadas para o bem da humanidade no quesito sociedade e, de quebra, o bem viver de alguns poucos que se mantêm abastados com o único propósito de mantê-las ativas. Que profissão! Viver uma vida de sobras, - de opulência – enquanto mantém mentiras como verdade para aqueles que vivem das sobras (observações nossas).

O autor de “Sapiens”, tanto quanto nós; concorda que as mentiras precisaram existir para construir uma narrativa humana minimamente aceitável - política, corporações, religião, cooperativas, e mais recentemente, famílias.

Ousamos apontar neste espaço, que mentira e verdade devem ser classificadas também na mesma ordem das seculares discussões genealogicamente filosóficas do bem e mal.

Estes dois últimos caminham emparelhados há milênios fazendo parte de congressos e conselhos; avolumando repartições com as mais aborrecidas teses, sufocando escaninhos de instituições como livrarias, bibliotecas públicas e particulares; universitárias ou religiosas – algumas não acessíveis a qualquer um – na sua maioria: rodando em círculos de inépcia e interesses frívolos, no mais das vezes, apontando o narcisismo comum e sempre impróprio presente na porcentagem maior de seus agentes.

Podemos, ou até onde podemos afirmar ou inferir que as determinações, as narrativas, os algoritmos acurados como mentira são dignos de atenção maior, diria até, orbitarem em um universo de responsabilidade social tão importante quanto à verdade; e, definitivamente: não sendo apontada somente como objeto de discussão onde a tratemos categoricamente como nociva ou ruim!?!

E, se ultrapassarmos as regras da dita sanidade social para falar em respeito à devida, ou seria obrigatória, importância universal da ficção, devemos prestar infindáveis reverências a esta inseparável companheira, afinal é muito mais fácil que todo o humano suporte o existir muito mais sob os pilares da dubiedade do que certezas sobre seu existir.

Estamos tão envolvidos com enredos e ficções lendárias, falhas e falsas, que podemos afirmar que aprendemos a suportar com muito mais simpatia a mentira que a verdade. Isto, logicamente, não é um mal; até por que mal e bom estão na mesma condição. Mas era preciso aguçar a busca por conhecimento para ao menos saber que em algum instante este entendimento é necessário.  

O campo é vasto e do ponto de vista técnico é perfeitamente possível – dispomos de técnicas inteligentemente eficazes a nos mostrar a verdade através da ficção. No entanto o ponto alto a discussão é a ética, aqui, obrigatoriamente precisamos entender ou aventar para o fato de que, sem abrir esta Caixa de Pandora, sem o enfrentamento desta questão, não sairemos do vórtice humano em que nos colocamos enclausurados e assim permaneceremos, ainda e até o despertar para novas leituras e apreender sobre a importância e a necessidade do enredo.

A mentira é uma cola, uma liga. O amalgama que sustém pessoas presas em situações cômodas ao ser humano comum que entende, percebe, acredita na necessidade de manter o equilíbrio de seu grupo, de seu estado social. Sem ela isto não é possível. Esta é uma mentira que poderíamos apontar como ética, uma espécie de mentira construtiva, aquela que suporta os mitos que aglutinam pessoas socialmente, ou melhor, arrebanham construtivamente indivíduos e comunidades próximas de uma vontade sã, cordial e objetiva, e isto assim precisa ser por conta da disparidade humana.

Já o que podemos chamar de mentira não ética é a do engodo orquestrado. Do aproveitar-se da credulidade alheia baseada na inépcia, na laicidade e na escusa falta de conhecimento. No enganar com propósitos em benefício próprio, antissociais, com requinte de ganância, de posses, de sobressair-se além de todos aqueles que foram ludibriados.

O embuste com o qual procura obstinadamente o mentiroso separar-se do lugar comum por conta da mesquinhes recalcada do espírito embrutecido que se autodenominando superior acaba por macular com esta atitude reles a essência do existir humano; aí sim, há o ardil nocivo. 

A partir daqui, ou seja, deste pensamento; a mentira não pode ser taxada sempre como um mal, nem mesmo como um mal necessário. Aqui ela é elencada a uma condição normal da nossa sobrevivência e mais, da evolução do homem que busca o conhecimento.
...

Detalhe do exercício de 24/02/2019
“Tudo é verdade”




"Não existe essa coisa chamada sociedade. Há [uma] trama viva feita de homens e mulheres... e a qualidade de nossa vida dependerá de quanto cada um de nós está preparado para assumir a responsabilidade por si mesmo".

Margaret Thatcher
No livro 21 lições para o século 21
de Yuval Noah Harari

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Avançando




Partindo do princípio que nosso existir faz parte ou se trata de uma grande ficção, nada impede que promovamos mudanças radicais ao longo de nossas vidas em busca de novas crônicas.

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sábado, 23 de fevereiro de 2019

Contam que...



Perguntaram a um homem idoso e sábio o que tinha aprendido sobre o sentido da vida. “Bem”, ele respondeu, “aprendi que estou aqui na terra para ajudar outras pessoas, o que ainda não descobri é porque as outras pessoas estão aqui”.

No livro
21 lições para o século 21
de Yuval Noah Harari

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Direitos ignorados



...

Os apaixonados de verdade também têm direito a tudo isto, mas seu foco é outro.

Não é fácil ser um defensor da paixão em sendo um defensor da razão entendendo minimamente o propósito de aqui existir.

A paixão é a essência, é o sentimento, é o instinto nato ou sutilmente trabalhado, já a razão é o mental, é construída, é empírica, vem da educação, do comportamento íntegro, e quanto mais o indivíduo aprimora seu conhecimento, mais razoável, lúcido e ético ele se apresenta.

...embora para haver a tão aguardada Comunhão a essência precise atingir a razão para conviver em paz com sentidos ainda embrionários.

Porém como coadunar os dois quando o conhecimento transcende o material e entende que a existência humana é um lapso infinito frente à grandiosidade do Todo? Apropriando-se do insight e abandonando o condicionamento externo que estranha e que prefere assim manter-se diante a toda opinião que faça frente ao que lhe é ditado – ao singular.
...


*

Vive-se em paz quando decidimos ignorar nossos direitos amplamente divulgados entre seculares reuniões dos conselhos e facilmente esquecidas quando em jogo o interesse particular dos conselheiros ainda embrutecidos ao culminar aos distúrbios que estupidamente se originam de avaros interesses, onde ordens apoucadas inevitavelmente conduzem a desordem e os cassetetes carregam as vontades particulares de conluiados associados.

Aqui, a paz somente é encontrada quando nos alienamos na prática da razão de que ela não será apreciada enquanto entendermos que nossos direitos precisam de terceiros para salientá-los.

Da série; É possível bastar-se
(ou seria; É imprescindível?)


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Liberdade X literalidade




Literalidade

Liberdade

Enclausurada




Homenagem a 
Paulo Leminski


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(in)governabilidade





A internet criou um ruído na governança mundial, agora o político não governa para si nem para o povo, estamos ainda pior em termos de governabilidade com o (des)entendimento de um universo que do dia para a noite “opina” ao léo, e os governos inaptos não conseguem tomar as rédeas da situação enquanto, no lado sempre oposto, as organizações predatórias ou não estão encontrando terrenos desprotegidos para agir.








Se não entendermos, e não vamos entender no curto prazo, que nosso pecado mais negligenciado ganhou força com o advento da internet: o de tornar-se uma celebridade por qualquer insanidade que evidencie seu autor, chegaremos ao niilismo do absurdo onde cada um rola – rasteja - acomodando-se ao grupo de entendimento mais próximo sem atenção alguma ao que verdadeiramente importa e daí são formadas as polarizações diversas sem uma mente sã para aglutinar o todo à soluções razoáveis.






*



Em tempo...

... e em tempos de governanças ainda mais ordinárias pautadas por joinhas.





As grandes corporações se tornaram imbatíveis ao dominar a arte do ressentimento, quando necessário – assenhorando-se de pessoas determinadas e obstinadamente focadas. O melindre; agir como um reles rancoroso despeitado é para os fracos, para aqueles que carregam uma data de validade em suas forças. Seus destinos são curtos e medíocres no que se refere ao poder, a aquisição, ao tomar para si.





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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

0502


Se vens as quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz

20 anos com Minha Sempre Bem Amada;
Ela; que me apresentou ao Sagrado 

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sábado, 2 de fevereiro de 2019

Aversão




Estou atento ao singular, ao diverso

Convivo com o plural

E o serial abominado

Não exercido no exercício

A coisificação tornou a todos um embutido cinza

Uma massa untuosa, descaracterizada

Nem mesmo pode ser salva pelo Verso


A Harmonia da Natureza

inspirando valores e precificação


Não mais a Pureza Ingênua

das Cores e Sons

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Rever



Um palíndromo natural tornado pessoal digno de constantes, incisivas e contextualizantes revisitações.










Disse-me então. Precisas rever tua obstinação à crítica – ao menos teu ímpeto. Ao presenciar algo que não condiz com teus princípios raramente te calas independendo da pessoa; quando criticas de forma velada, escrita ou mesmo verbalizando com alguma colocação de peso negativo. Esta falta de atenção apenas demonstra não entender que se torna também você um inconveniente duas vezes contraproducente ao transformar oportunidades únicas em conselhos prematuros ou galhardias de principiante vaidoso.


Você já sinalizou indícios - ou seriam apenas insinuações ardilosas; ou então lapsos de lucidez totalmente dispensáveis (?) -, dando mostras de estar em condições de ser mais ameno. Quando finalmente colocará em prática que sua abordagem aborrecida instiga – tanto por conta das pessoas quanto da energia que absorve – sujeitos levianos a continuar insistindo e mais: sigam se apresentando, também, como exemplo de provocações totalmente dispensáveis?





Quando aprenderás, continuou; que neste instante é mais inteligente apenas colocar algo contemporizador e digno de reflexão evocando palavras, termos e expressões positivas, condizentes com o momento. E, se extremamente necessário – caso queira praticar a inteligência que acreditas possuir – procura com respeito direcionar a conversa para algum assunto se não produtivo, mais ameno, um exercício que deverias ter aprendido que sempre se mostrará eficaz para sair de um vórtice insalubre.

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Sim. Sim senhor; Aleluia.



- Então, o que aconteceu no mundo que o normal agora virou excelência? Quando baixamos nossos padrões? Parece não haver expectativa de ir além do que se pode saber ou possa querer saber.

- Sim. Sim senhor.

- Parece que as pessoas se sentem felizes com sua própria ignorância. Quão longe nós caímos? De fato, até onde cairemos?

- Sim. Sim senhor.

Estamos vivendo em um ambiente onde as pessoas são cegas! O que você não vê, você não sabe. Longe dos olhos, longe do coração. Então agora a ignorância é o novo normal. De fato, a ignorância ... A ignorância é a nova excelência.

- Sim. Sim senhor; Aleluia.

Quanto menos você sabe, aparentemente, mais você ganha. Não se importar é considerado inteligente.

- Sim. Amem.

Quando você subtrai o amor de qualquer equação, de qualquer situação, de qualquer lugar, o resultado é sempre sofrimento e dor por todos os lados. É por isso que precisamos trazer o amor de volta à equação. Ame. Nas palavras de Jesus: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Então ele pode te ouvir no alto, diga isso comigo. "Amarás o teu próximo como a ti mesmo".

- “Oh! Lord” Aleluia

- Amém!

Mesmo quando não é fácil. Mesmo quando você agiu errado! Quando esse mundo te faz cair de joelhos... Ame o teu próximo como a ti mesmo.

- “Oh! Lord” Aleluia

- ”All right.” Amém.

Pastor falando aos seus fiéis 
filme Widows “As viúvas”
de Steve McQueen

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sábado, 26 de janeiro de 2019

Aprendizado




Já não posso fazer nada quanto a parvice comum da adolescência, cujo ataque apalermado carregou nas tintas de forma impiedosa, mas posso aprender alguma coisa com os idosos para não mostrar-me também um estulto na velhice.


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Salomônico



Existe um ponto onde os acontecimentos determinantes atingem seu ápice; nas formas com que são recebidos e sabiamente enfrentados. Se se chega a esta certeza - o que ocorre em raríssimas ocasiões por mérito próprio: não é mais possível que ninguém duvide desta capacidade. Assim é atingido o zênite. Neste ponto se é intocável, e por conta do desconhecimento daqueles que o margeiam possivelmente não é preciso mais ação alguma. Estes próprios insinuam que não lhes devem nada opor por conta da supremacia atingida.




Ao longo da história construímos diversos mecanismos específicos, ferramentas e engenho que possibilitam a uma série de homens conseguir artificialmente a máxima aqui descrita. Mas isto são desejos bobos de fracos apaixonados. O cúmulo destes se dá em um círculo menor, apropriado e conformado ao método aplicado.

051.q cqe

Sim ou não




A condição limite de poder, onde temos a opção de decidir entre prejudicar ou não uma vida dará a devida segurança e aval de exponencial valor caso não seja desferido o golpe - autoritário, constrangedor, físico. Já, ao não se ouvir as prerrogativas – da lei, da razão ou sagradas – e a má ação se perpetrar; passos contrários obrigatoriamente enterra o agressor amarrado junto à vítima até que alguma justiça em foro devido se pronuncie ajuizando e ajustando o caminho evolutivo até então desdenhado.


Da série; vamos prorrogar a existência dos sentimentos
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Exercício




Na sua preleção final, concluiu.

“Experimente exprimir no papel em palavras sinceras um que outro ímpeto mais acentuando enquanto perceptível; resquícios do teu primitivismo e que entendas, continuam sufocando minguadas nobres vontades que despontam aqui ou ali: por certo vereis que eles adquirem um peso ainda maior do observado antes da coragem de tê-los guiado ao bico da pena...

...e então... assuma-os...

...e então... vença-os.”

Da série; mecanismos

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Desvirtuados




A religião que permite a competição leva o adepto à danação



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