domingo, 11 de agosto de 2013

Feito é fato...



...por toda a eternidade; até mesmo à ainda desconhecida.

         Descobri somente agora que eternamente significa realmente eternamente – de uma maneira ruim isto me aconteceu. E apesar de tudo, estou melhor por estigmatizar isto através de algo que muito me entristece, e o fará para sempre... enquanto me lembrar, e quando já não mais, também assim o desejo.

Tentei em vão desviar-me até hoje desta sina que muitas vezes pode ser desonrosa, mas não, não e possível que o eterno se esvai no nada, isto não existe; feito é fato.

        Uma vez executado o ato, ele ficará impresso para sempre; a exemplo da impressão digital para a matéria. Mesmo que raspada, volta e persiste tal qual era antes de apagada. Se isto é alcançado através da matéria bruta, o que não descobriremos ser possível quando as leis manejam elementos muito mais sutis!?! Assim, o que fizermos hoje ficará também, como um estigma em nossa Akasha, nossa alma, nosso espírito e o que mais existir que possa manter nossos arquivos para toda a eternidade não conhecida.

Não há escapatória.

Se para o bem é ótimo, para o mal é péssimo, ou mesmo desastroso. Neste momento me faltam argumentos para definir como algo terrível que marcou nossa existência, inexoravelmente, perpetuar-se-á para todo o sempre. E pouco há que se fazer que possa ao menos, em algum quê de nada, relegar um mísero ato de desalinho qualquer, de desequilíbrio; ao esquecimento.

Há que se tirar ao menos desse enredo, desse sentimento que desanima até mesmo o mais dedicado dos catecúmenos, algo de positivo; que, em determinado momento aprendemos, que são de ações de natureza até nefasta; que nos acompanharão e envergonharão por tanto tempo, que acabam, muitas vezes, determinando o fortalecimento da humildade na Alma.

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Entretenimento útil


 
Talvez não seja eu referência, mas ainda assim me folgo em registrar que ao voltar em pensamento a alguns poucos livros que li, é fato notar que em muitos com o esforço de seus criadores, e em poucos sobrando em dons, ou devido ao acesso destes à conhecimentos que ultrapassam o muito além do crível, que seus perseguidores – menos afortunados - buscam também o deslizar fácil de suas penas. Destes outorgados privilegiados: escritores do segundo grupo; que andam as voltas a se deleitarem então em aura de facilidade plena, quando narram as mais diversas ações do cotidiano ou o maior número de itens: de um quarto ou de uma praia; de um encontro ou de uma ação qualquer, com riquezas de detalhes que agrada e encanta.
 
Por sua vez não sou em nada diferente neste tentar, (entendendo que nem de longe tenha alcançado, sob meu ponto de vista, um mínimo necessário dessa particularidade da escrita; acreditando pertencer mais ao grupo primeiro quando o assunto é dissertar) a divergência da minha busca do grupo maior anterior, se iguala mais as tentativas e menos ao gênero quando da insistência em atingir um texto matematicamente harmônico quando procuro levar em consideração não o relato sobre o que faz a diferença material entre a apresentação do homem, de um objeto, ou um conjunto deles.
 
Minha ousadia cava no nada e procura desvendar o invisível, e é ao olhar para o que não se vê que procuro trazer à luz alguns pontos que entendo hoje deveriam ser enxergados.
 
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Ainda a esperança


 Ao longo de vários séculos, filósofos e pensadores que com seriedade preocupavam-se com os rumos da humanidade frente aos descalabros de sua existência, ao envilecimento exponencial e inflexível de suas respectivas épocas, ou já amontoadas de tempos anteriores, onde em muitas delas, quando acompanhada a pontuação na linha do tempo, é possível anotar situações que podem descansar sobre um histórico que as denomine; as qualifique como: momentos capitais acumulados e de proporções diversas para este que se tem como proprietário do planeta caso nada fosse procurado.

E, diga-se de passagem; seriamente? Não foi. Não houve uma preocupação séria, muitos menos foi pensado um plano “b”, assim mesmo, minúsculo, nem isso. Não foi; não está sendo, e aqui, não será.

Os momentos capitais foram barganhados paulatinamente, um a um, por um prato qualquer de comida, uma saída evasiva e condizendo com a inteligência dos administradores à época. Negociatas de aceite mutuo; acertos que beiraram a insanidade. Executados por gerenciadores de uma sociedade que precisava permanecer esfolando, explorando, coexistindo, tentando sobreviver a qualquer custo no planeta, por desconhecer – em alguns casos fingidamente; e por não ter certeza de que algum futuro ainda pior poderia (se é que isto fosse Possível) bater à porta.

Ainda assim, homens verdadeiramente preocupados tentaram a todo custo, uma saída que fosse, para que ao menos uma parte civilizada pudesse ser salva. Como se daquela parte, em algum momento futuro renascesse uma raça, acreditamos: como a idealizada por Deus. Mas nada, não salvaram aquela e o que assistimos foi uma derrocada ainda maior do humano como humano não somente na sua essência, mas na sua decência, ou nos despojos do que um dia foi imaginado um projeto promissor.

Por sua vez, isto nos dá ao menos uma lição; e é um tipo de lição esperança, porque ao analisarmos a que tipo de lodo pode o humano sobreviver, não digo apenas literalmente (ao que vemos em cidades e até países sem a mínima infra estrutura), mas também ao intrincado processo de aceitação das mais diversas vilanias que pode ele não apenas absorver, mas aplicar, assim que lhe é dada a chance, descobre-se do que é capaz, ou, quanto pode rastejar para manter-se no que entende como fazendo parte do que julga ainda uma sociedade.

É fato que as mentes pensantes de hoje já não tem mais motivos para se preocupar, elas se folgam na “inteligência” humana da adaptação, ou da aceitação promiscuamente barata de negociar um tipo de sobrevida para se ser aceito entre os seus.

Também é sabido que nos adaptaremos aos piores ataques da natureza, aos processos mais estéreis que formos apresentados. Nossos amigos intelectuais pensantes finalmente permanecem tranquilos, agora descansam em seus divagares prazerosos. É certo que é um tipo de tranquilidade de pais de adolescentes que ainda que pouco saibam da vida, se entendem pessoas grandes, livres e independentes.

Ou ainda, que mesmo frente às maiores barbaridades ou à eminência das maiores catástrofes, mesmo aquelas invisíveis que levam as famílias e até mesmo a instituição família, implacavelmente a extinção, bem como a extinção do caráter, do companheirismo, da amizade, do que é honra, do que é ética, nada; todas as cabeças inteligentes permanecem tão inertes quanto às massas no que diz respeito a tomarem medidas preventivas, não é preciso nada disso; já não é preciso que se faça mais nada. O homem finalmente provou; encimado, do ápice de sua insignificância; de sua ignorância, que está certo: encontrarão uma saída, se adaptarão. Este é o seu mundo. Foram e estão sendo talhados para aqui permanecer; debalde é anotar que fizeram por merecer.

O ser humano permanece intransigente, comandado por seus governos eleitos ou não, muito bem aconchavados ou que assim se mostram quando nada há a se fazer a não ser dar alguma demonstração de força de quem é que sabe; assim todos: comandantes e comandados sobrevivem no que podemos entender como uma paz arranjada e suportável, assim então, é certo que a capacidade total de adaptação a seja lá qual for o terreno fétido e inóspito que o habitante se auto proporcione, ainda assim podemos ter certeza: continuaremos chafurdando em frente, ou ao menos... chafurdando.

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domingo, 4 de agosto de 2013

Escrita hermética


 Penso minha escrita
hermética no que há de indecifrável,
quero-a também lível
                           no que há de provocativa.
Ou seja,
fechada para o decifrador apático;
                        ainda dormente em sua
 insciência
e aberta para a busca que desvenda
ou ainda,
se fosse pretendê-la a outro
quê-la-ia descoberta por uns poucos
que
      quando nela
nada do que é fornecido
                           encontram
porém,
  encontrem
prazer em lê-la.

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Sagrado sacerdócio


 
Que homem ao ter certeza das barbaridades, das selvagerias de outros homens não se sentiria compelido a também assim agir, não por esquecer seus votos, porém, porque não existe uma clausura capaz de abafar, muito menos curar o mal latente na alma de um animal quando esta se depara entre outras cúmplices, que comungam do mesmo querer abjeto até então apenas adormecido!?!

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Poderia estar aí uma resposta?


 
 
        Nada sabemos ainda – muito menos definitivamente - sobre tipo algum de fim

Nas redes sociais e afins, os fiéis de todas as bandas sob a mesma bandeira do Cristo ensinado, se digladiam; na mais clara demonstração de que a religião sem educação continua sua caminhada claudicante não rumo, mas sim, a fixação; ao caldeamento; ao cozido insosso do estado contínuo da estagnação por falta de uma decodificação tão corajosa quanto versada em um pensamento atualizado e inteligente. Porém como, se com educação e conhecimento o homem se perde, uma vez fora da religião, por se entender já superior ao padre. Quando na realidade, o máximo que o pretenso leigo que prematuramente entende-se senhor de si consegue com a sabedoria adquirida é igualar-se ao vigário, mas isto não é e jamais será suficiente; porque não é fácil aceitar que tanto o sacerdote, a educação, o conhecimento, Cristo ou mesmo Deus não são um fim, é aí que há a perda... desta descompensação resultante do humano entender-se sábio, quando de posse apenas de algum tipo de conhecimento miserável.

&

No Aurélio:

Descompensação

1.Qualquer situação onde se verifica um tipo de insuficiência funcional, inclusive mental;

2.Estado de um órgão cujo funcionamento está gravemente comprometido, sendo insuficiente o esforço que depende para dar resposta adequada ao que lhe é solicitado.

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domingo, 28 de julho de 2013

Valores desiguais


Estávamos, eu e o mestre, em uma situação descontraída. Quando assim, gosto particularmente de ouvi-lo; sempre se é possível aprender quando o mestre confabula com o discípulo - iniciante ou não. Indaguei então, descontraidamente o confessor amigo, sobre porquê alguns parecem dar demasiada importância a situações que geralmente nada dizem a alguns poucos mais preparados; estariam estes outros negligenciando algum passo importante do conviver harmônico em sociedade!?!

 Disse-me então que existem varias nuances a serem levadas em consideração quando de uma questão tão vasta e dinâmica – sem deixar de acrescentar (o que entendi desnecessário; não sei por que veem prazer nisso) que ainda assim meu litigar quase beirava o infantil. E, com ares de anuente assentiu que, depois de entender a pessoa por trás do ato, primeiramente, era preciso averiguar o grau de necessidade e o campo da preocupação: fruto das observações; e continuou, a sociedade impõe ao indivíduo uma série de complexas situações onde o que não tem importância para um pode ser capital para outro, mesmo muito próximo. Mas entendi o teor de sua questão (por que então a cutucada inicial; pensei) e o principal a observar, olhou-me com mais seriedade, é que, devido ao despreparo, ao desconhecimento, a falta de comando etc. não raro dá-se demasiado valor ao que pouco tem por não ter coragem suficiente para encarar o que realmente é necessário, em suma, é uma espécie de fuga premeditada, muito embora ela contenha uma carga enorme de cunho psicológico, ou seja, nem sempre percebemos exatamente como estamos agindo. Mas esta é apenas uma pincelada em um universo de possibilidades... como em tudo, finalizou.

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3ª. Pessoa



        Nós escritores temos a vantagem de escrever na terceira pessoa. Sair de nós e delatarmos assim nós mesmos. Confessarmos pecados ou gritar ânsias, desenterrar esqueletos e enfrentar nossos demônios...; somos privilegiados quando livres.

        Ainda assim posamos de incólumes, com um grau de perfeição, - embora a saibamos truqueira - muito acima da média.

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domingo, 21 de julho de 2013

Vendo mas não enxergando



 Quando menos nos enxergamos mais nos enxergam

Assistindo o velho insistindo que ainda pode o que todos sabem menos ele que nada mais consegue, me parece que a única solução para tipos assim é que velho tem que morrer novo.

Estes, não apenas para alguns, demonstram através de papeis ridículos: que continuam se arrastando como sempre fizeram; tentando mostrar o que não são por não terem aprendido nada da vida, e ainda envergonham seus outros iguais velhos que por tanto passaram para ter um comportamento digno na velhice.

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Sacolismo; plugado, mas desligado


       

        John Lennon, em 69, criou em Nova York o Bagism... Agora, estamos dando vazão ao Sacolismo, que engloba, agrega, une, remete, associa e, ao final de tudo, é um resumo; verdadeira síntese da sobrevivência mundial contemporânea. De um contemporâneo que se estenderá, nos parece, para muito além do contemporâneo como o conhecemos; como o entendemos: como um espaço de tempo mensurável.

O Sacolismo transcende este contemporâneo comum e pode ter como símbolo a própria matéria prima, (depois que o petróleo é transformado em plástico), à sua durabilidade; a sua resistência frente às intempéries do tempo para quantificar sua permanência. E também bastante apropriado. Até porque este objeto por si só demonstra a capacidade humana de criar materiais que, antes da preocupação de sua causa, (qual a gravidade, quão nocivo é o que estamos desenvolvendo; qual o percentual deste total pesquisado será gasto em observar o que a nova descoberta trará de malefícios ao planeta ou ao homem) a atenção se volta para o obvio. E o que é levado em consideração, sempre, - e porque não, somente - são os benefícios, porém, muito antecipadamente, os beneficiados (pesquisadores e seus financiadores).

Apreciando inicialmente a ideia bastante séria do Líder Inglês por trás de um material banal do cotidiano, (o saco) embora carregada como sempre, com seu humor ferino; de seu velado e agudo ataque verbal, surgiu a nossa observação. Entendendo que poderemos também aqui, criar a versão terceiromundista de mais uma de suas genialidades criativas - afinal nem de longe possuímos a sofisticação e a fama do Beatle, mas nem por isso somos proibidos de brincar, de satirizar, de inventar o que quer que seja; em um momento que, a cada dia mais, acontecemos como uma piada pronta frente ao universo.

O Sacolismo então é a derivação despretensiosa do Bagism.  E se o primo rico nasceu da sacola ou do saco, a nossa versão tem como porta estandarte a sacola plástica amiga de todas as horas. Que a cada dia mais, ganha as páginas dos noticiários com votos contra e a favor a sua utilização, mas este não é o ponto principal aqui desta nossa construção textual, quando entendemos que esta estrela poder muito bem suplantar, merecidamente, seu mísero posto de coadjuvante dos porta-malas de ricos e pobres e então ser elevada a um patamar filosófico digno, ao considera-la, alavanca-la a ícone, ao resumo final do pensamento humano atual: plugado, mas desligado – já chegaremos lá... a explicação.  

Um prêmio tardio, seria mais como um reconhecimento pelo conjunto da obra. 

As sacolas plásticas tem várias utilidades; e, além de seu uso comum, são fartamente estocadas nos lares, mesmo aqueles bem localizados. Servindo a uma série de arranjos dos mais interessantes, e assim, fazendo uma alusão à ideia original do John; não seria despropósito que todos as adotássemos como uma espécie de máscara, onde então, poderíamos comungar tanto a ideia do revolucionário Inglês/Americano, ao associa-la a de outro cabeludo que a dois mil anos repetiu que todos nós somos iguais, daí, com as sacolas plásticas na cabeça, teríamos, - quem sabe - mais respeito uns pelos outros, pois obviamente, menos diferenças seriam apontadas entre nós.

É preciso reforçar nosso argumento lembrando que, embora venham se transformando em fonte constante de discussão de ecochatos ou não da vez, continuam mais versáteis do que nunca, tanto que chamou nossa atenção para que não passasse em branco no nosso discurso – talvez este texto seja mais uma demonstração escancarada de inveja por não conseguirmos ir além de ensacolar coisas neste ícone maior do (super)mercado consumista. Nem perto chegamos, por exemplo de inspirados engenheiros que por não terem conseguido se formar, demonstram suas aptidões perdidas, em um país que brinda a falta de cultura, de estudo; então, estes engenheiros que se perderam, pululam em comunidades pobres imitando Macgyver e criando até carrinhos transformers onde ONGs oportunistas já encontraram campo de atuação com o velho discurso social, que, além desta explicação altruísta, aparece outra também pura, a de empestar seus conhecimentos em fazer dinheiro e, com o apoio financeiro do governo, despretenciosamente, ajudarão a exportar sacolas plásticas agora transformadas em não-sei-o-que. São tantas novas utilidades. Está dando tão certo que até mesmo a repórter esteve lá.

Ao final as discussões são tanto para o bem quanto para o mal, nossas amigas sacolas têm a personalidade dos grandes personagens das histórias, ou seja: ou são amadas ou odiadas (inclusive elas poderão emprestar um pouco desta personalidades aos seus usuários). Poucos ficam indiferentes a elas em uma hora de precisão, e ao final podem ser comparadas ao humano comum: aceitam tudo.

Este aceitar tudo não pode ser confundido erroneamente como um parvo sem vontade de lutar, não, - não é isto que está em questão aqui - o que devemos entender neste ponto de vista é que, como as sacolas plásticas, alguns homens aceitam a opinião de qualquer um que lhes apresente um argumento um pouco mais elaborado que o admirado e até então insubstituível orador, agora ultrapassado. Acontece que isto se dá sempre sem que se busque entender quais das verdades é mais mentirosa.

O saco plástico é assim, se dá a qualquer um que o queira; não busca fazer distinção alguma sobre quem está querendo lhe alugar a cabeça, independentemente de para que fim se dê esta intenção.

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domingo, 14 de julho de 2013

O homem é limitado na ciência que é limitada na Física...(?)



Para a ciência nada é impossível desde que respeitada às leis da Física. Ouvi isso dia desses na televisão e comprovei certo; com a pessoa certa que mais confio neste mundo.

Partindo deste princípio, tentei aranhar algum tipo de imaginação a respeito de o que ainda será possível, que campos ainda terão por descobrir; o que os cientistas terão para acessar uma vez que a ciência por si só é limitadíssima no próprio homem!

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Retorno já! Ao carinho gratuito



Os poetas dizem que nos tornamos tão perversos; perversos a tal ponto, que um agrado, uma carícia a mais, um afago fora de hora, mesmo que autêntico à pessoa amada, não raro a leva a vacilar entre o prazer do toque e a dúvida, a desconfiança dura, cruel, de estarmos a agradá-la somente como paga a uma traição, ou a uma consciência que se atrasou em pesar.

“Vamos prolongar a existência do sentimento”
Bhonachinho

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Terra fértil para tendências oportunistas


Em tempos de auto afirmação

     Em quantas situações repassamos uma história sem verificar se a ação contém alguma verdade que a afirme, então: que faça parte de algo que se deu realmente?

Nossa preguiça em verificar a fonte é histórica. É muito mais fácil nos mostrarmos confiantes e depois culpar os outros por nos terem enganado; fato é que não corremos atrás, queremos e aceitamos o que a nós é disponibilizado sem verificar data de validade ou procedência da informação.

Somo levados, quase que diariamente, principalmente agora em tempos de informações rápidas, tocados a disseminar centenas de milhares de acontecimentos históricos, notícias, assuntos, fofocas, historietas em formas de piada que, como no conto de Machado de Assis, poderão chegar a um determinado estágio onde nada do que está sendo dito se casa com o que realmente aconteceu.

Era preciso entender que em um número considerável delas não é mais possível conter, segurar, ou tomar qualquer medida para desviar o caminho da falácia, - neste estágio depende apenas do esclarecimento ou da desconfiança do ouvinte - e mais, em algumas situações, onde a história beneficia alguém, é bastante claro que este, ou algum outro indivíduo beneficiado jamais irá se retratar afirmando que ele não é tão bom quanto, ou que inverdades estão sendo ditas.

Portanto, precisamos hoje observar com cuidado ainda maior, ao depositarmos nossas fichas no santo do dia; porque se conseguirmos entender que este recurso foi largamente utilizado ao longo dos tempos para destacar positivamente, - mesmo enaltecendo com exageros - determinados ícones para que então a direção da história tomasse o rumo observado apenas por uma meia dúzia que detinha o poder de fazê-lo, agora, isto está muitíssimo mais fácil.

A verdade é flexível em casos de ajustes, sejam eles necessários ou não, positivos ou não. Em muitas situações, obrigatórios, porque não! Desde que, articulados por mãos hábeis e isentas. É bem possível de ser entendido que a história, em muitas situações, providencialmente, vestiu de santo uma série de indivíduos e com isso rearranjou o enredo humano onde, ou de maneira a não ser mais possível, mesmo que venham à tona verdades que parecem incontestes; porém, podemos permanecer em estado de atenção permanente ao que nos apresentam ou ao que estão tentando nos dizer, e perceber se aí não existe algum tipo de energia pérfida; forçando a implantação de determinada ação, como também é muito importante que não saiamos repassando uma informação por mais avalizada que possa parecer. Repassá-la sem a atenção devida significa, obviamente, que também nós a estamos avalizando.

  Como vivemos eternamente em tempos de ajustes, era preciso entender que temos duas opções: acreditar ou não no que estão nos dizendo. Queremos ou não fazer parte destes ajustes como um seguidor alienado que foi arrebanhado por um grito mais forte, ou preferimos ficar ainda um pouco mais debruçado sobre os livros e entender um pouco melhor o que realmente está acontecendo?

  E assim se dá a história. Em muitas situações entendemos que alguém é santo apenas devido aos seus atos passados que ficaram, e nos esquecemos de que todos podem esconder uma verdade menos colorida, concomitante, paralela ou intrínseca aos feitos; e esta, uma vez exposta, provavelmente, em muitas delas, não borraria apenas sua glória. 

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domingo, 7 de julho de 2013

Mais uma para o: “registros aleatórios”


        Coincidentemente ou providencialmente, esta semana aconteceram duas situações distintas a mim que acabaram por ter uma relação interessante. Curiosa a tal ponto que me levou a anotá-las.

Um colega de trabalho veio e questionou-me com certo interesse, - aquele misto de interesse, e a curiosidade da descoberta - sobre a novidade (para ele) de eu ter como hobby a escrita.

Falei algumas coisas e passei-lhe este endereço eletrônico, demonstrando que a melhor forma de compreender os meus exercícios, as minhas ideias e buscas não era eu falar, mas primeiramente, que os lesse.

 Dois dias depois me contou entre dentes algo que entendi como se não entendesse muito bem o meu propósito nos textos. Não consegui detectar se ficara mais, ou menos curioso.

A segunda ação se deu quando ao ler um pequeno texto em uma revista que rendia críticas elogiosas ao autor, peguei-me que, indiferente ao enunciado, - para dizer no mínimo – ao terminar a leitura, acabou que nada entendi de o porquê uma revista cultural bastante conceituada estava a elogiar aquele trabalho.

 Imediatamente lembrei-me do que havia ocorrido com o meu colega e imaginei - e confesso que tive um viés de receio - por um breve momento aludi em pequena cisma presumindo que muitos ou todos podem ter a mesma reação para com as minhas construções verbais.

        Mas isto se deu apenas no tempo de pensar em pontuar o acontecido (isto que aqui está), já antes de iniciar a escrita; que, somente foi registrada como mais um exercício, e, automaticamente arquivada como: “registros aleatórios”.

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Dissecar Palavras




Um bom texto é um corpo exclusivo e complexo, que, diferente de um corpo orgânico que é múltiplo em igualdades; é original e incomparável. E esta unicidade pode esconder o universo de uma mente também única de singular consciência, passível de conter um cabedal de conhecimento tão diverso quanto os caminhos à que o manuscrito pode conduzir após minuciosas dissecações.

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Nenhum pouco indiferente



Indiferença - retruquei? Talvez. Porém tem mais a ver com entender a necessidade normal a todo aquele que busca em qualquer próximo um alento que mantenha anônima sua insegurança.

Fato é que não me importo e tão pouco me incomodo com o elogio ao não belo. Quando manifesto-me em crítica, é apenas com receio de que, se não o fizer, alguém próximo que não me conhece entenda que, por um dos meus sentidos estar captando o que geralmente incomoda a alguém sensível ao que agrada, quando ainda assim permanece inerte: o silenciar-me; o calar, pode dar a entender que esteja a aprovar, ou fazendo coro com alguma espécie de refrão irritante, por exemplo, e, ainda é necessário um pequeno adendo aqui, confesso que conto os dias, imaginando um tempo em que nem isto então farei, por ser esta também uma demonstração de insegurança. Mas ainda assim não se tratará de indiferença.

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domingo, 30 de junho de 2013

Outorga



        Outorga é um benefício ou privilégio dado de alguém. Poderíamos até acrescentar, que é algo que vem de outro; de um terceiro.

        De posse disso:

Ser outorgado ou ter sido nomeado por um, um grupo ou rei, a ser membro honorável ou mesmo vice rei, é estar à disposição, por exemplo.

A única nomeação a ser buscada é a autonomeação; somente esta é soberana.

Mas é-nos impossível imaginar as montanhas a serem derrubadas para que se possa bater no peito e dizer: EU SOU.

Porém, quando se sabe disso, nada mais há para se saber, e nenhuma busca interessa a não ser esta.

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sábado, 29 de junho de 2013

Voto vencido


        Ao longo dos séculos proliferam-se manifestações contra o inevitável, por motivos que não é possível se saber quais exatamente. Antecipadamente pode-se dizer que vão dos mais sórdidos e muito bem camuflados; manipulados por entre grupos particularíssimos e totalmente insuspeitáveis, a corporações também do mesmo naipe que garantem com sua autoridade conquistada sabe se lá a que preço que tudo é tão somente em defesa do humano, como é propalado por estes eminentes senhores sempre que há uma mínima oportunidade enquanto tentam o mais que podem manter a bandeira do antigo hasteada eternamente; um eterno sem valor, que dura o tempo que lhes convém.

        Estes defensores do velho valem-se de palavras fortes que nada dizem se consultado históricos que mostram que jamais a força do sistema abafou o progresso; as necessidades de mudança frente a encruzilhadas, caminhos e descaminhos criados por ele mesmo (o sistema) ou seja, não há meios ou força possível que reverta a trilha natural, ou mesmo uma avalanche obstinadamente contrária ao querer maior embora revestida da mais apurada ânsia humana. Reverter uma nova demanda derivada de uma falta de atenção generalizada do passado, por conta de displicências ou negligências originadas também, do limitado conhecimento laico que culminou com o novo e talvez assustador quadro que, inegavelmente, terá que ser resolvido através de soluções quase inaceitáveis por todo o estado que busca o acomodamento, que, mesmo revoltado por acreditar que o grande jamais poderá se submeter ao pequeno deverá, mesmo que paulatinamente, rever contrariado este dito entendendo não ser mais possível que a desatenção se mantenha em pauta.

        Pesquisas apontam que nunca, jamais, o interesse necessário, urgente ou não da minoria foi sobrepujado, refreado pela maioria – sempre será apenas uma questão de tempo. É certo que tudo o que é novo, tudo o que aqueles que mandam e podem são obrigados a digerir contra vontade devido ao gosto acre, lhes é - por se entenderem sumidades terrenas - de uma dificuldade atroz. E é certo também que moverão céus e terra. Procurarão mecanismos e ferramentas; inverterão e ressuscitarão leis para tornar o sapo a ser engolido mais digestível - isto se, em alguns casos até, não procurarem lucrar alguns com o indigesto ocorrido; porque não? Porém, repetindo, nenhuma pesquisa indica que o maior vence o menor quando se dá esta espécie de enfrentamento.

        É assim que funciona, é assim que deixamos acontecer. Deixando e desleixando temos que o fácil se torna difícil.

        Hoje brigamos para encontrar uma saída para o absurdo das drogas. Ainda não paramos realmente para pensar que milhares de pessoas têm e continuarão tendo por muito tempo ainda suas vidas seriamente afetadas devido ao avanço do crack, uma substância que até muito pouco tempo era tratada com desleixo por se entender insignificante.  Em decorrência dos índices de violência ou mesmo do estresse da vida contemporânea o uso ou não, a legalização ou não das armas é uma polêmica sem fim, e em meio a tantas dúvidas de o que é certo e o que é errado o mundo está às voltas com a novidade do casamento entre pessoas do mesmo sexo, legalização ou não do aborto, ou então pessoas do mesmo sexo adotando filhos e assim por diante. A lista é extensa... a contrariedade em se assumir a necessidade de encará-la é ainda maior.

Definitivamente vivemos, como diz o filósofo, na era dos excessos. Tudo vem para nós agora em doses cavalares, e isto também é fruto de uma passado de falta de percepção para com o futuro e, que não será atenuado se de uma vez por todas as autoridades não começarem a pensar com mais seriedade sobre uma possível saída.

Ficar hoje fazendo discursos sobre a liberação ou não do aborto, se é certo ou não ser homossexual, se dois homens ou mulheres que vivem juntos devem ou não ter filhos, é mais uma vez procrastinar soluções para que elas então continuem se acumulando em um funil existencial que conseguirá tornar a vida futura ainda mais sem sentido com seus pontos de interrogações que não permutarão; não questionarão apenas quais saídas, ou por quais soluções optar, e sim: porque isto não foi feito antes. Com o agravante de que isto deverá, inegociavelmente, ser aceito em algum momento futuro. É inevitável que isto aconteça.

Não há o que fazer a não ser ter coragem para fazer o que se há para fazer. Não há o que lutar contra. Em enumeras situações o sistema foi vencido. É preciso apenas assumir isso e regularizar o passado procrastinado, ou seja, arregaçar as mangas e trabalhar. Quem quer brigar não quer trabalhar. Quem busca e quem permite a discussão tentando emaranhar qualquer solução em que se assuma com dignidade a necessidade do novo quadro é preciso ser expurgado das negociações.  Temos que brigar sim, temos que discutir, porém é preciso que comecemos a avançar em direção as soluções também de cunho social, a humanidade têm se preocupado muito, ou ao menos com muita ênfase a sobrevivência econômica, agora do mundo – já podemos nos considerar finalmente um grupo bastante homogêneo. Parece que aqueles que assumiram os postos de controle nos últimos séculos estavam com suas preocupações bastante voltadas para o quesito economia – como se o dinheiro, ou bastante dinheiro fosse solução para tudo; parecendo assim, que a filosofia destes homens para o mundo estava exageradamente calcada no pensamento do homem família; na precisão então em mantê-la. Que precisa defender a prole; e nada mais acertado que manter-se bem financeiramente, imaginando erradamente que o restante se arranjaria de alguma maneira, ou ao menos, se se é abastado: para todo o resto encontraremos uma solução. Mas a filosofia de um país, de um estado todo não pode ser baseada na mentalidade conformista de gerenciar uma família ou mesmo um conglomerado.

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sábado, 22 de junho de 2013

Entre levantes e acordes



Em tempos de insurgências 

Existirão momentos-encruzilhadas
 onde não haverá escapatória
 para a velha e
 apreciada
 fuga


Há instantes tão raros quanto sutis na vida do homem que não há o que fazer a não ser ter coragem para fazer o que se há para fazer; e esta consciência pode atacá-lo individualmente ou enquanto célula social.


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Autoescorando-se


        

        Em determinado momento cobrei sua mudança. Disse que havia notado seu distanciamento ao longo dos anos, e que, embora entendesse que isto faz parte de um processo natural, com ele isto havia se dado de forma mais radical que com os demais companheiros – talvez houvesse ali uma espécie de curiosidade da minha parte, afinal, estamos sempre remexendo a nossa volta para testar até onde fomos ou ainda podemos ir, isto tem um motivo: não queremos ser mal queridos ou julgados culpados quando do rompimento de uma amizade.

Falou-me então uma série de coisas, todas bastante comoventes. Tanto, assim entendi, que resolvi pontuar o principal.

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“Por tudo isso já não quero mais ninguém ao lado, revirando o passado, por outro lado, quando ligam me procurando ou aleatoriamente me encontram, querem que eu diga coisas. Dizer o quê, se o que quero dizer ninguém quer ouvir. As pessoas se acostumaram a falar fácil, do cotidiano, do simples, do corriqueiro, da novela, do futebol, dos lançamento dos novos modelos de automóveis. De coisas que não precisam ser pensadas, que já foram pensadas pelos outros; da vida alheia, de lamúrias onde um pensa estar auxiliando o outro ou imaginando ser. Onde na verdade estão se escorando; ninguém quer realmente ouvir sobre a sua felicidade.”
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domingo, 16 de junho de 2013

Se é para falar de esperança



        
Penso que nada faria sentido se não acreditasse que de alguma forma superaremos até mesmo a própria expansão do universo.

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Nem de longe pensei isto



Depois de alguns comentários sobre o que escrevo decidi que nem tudo pode aqui ser exposto porque antes preciso pensar no que alguns pensam sobre o que (eu) não penso na hora em que escrevo.

        O que quero dizer é que em algumas situações que pensamos uma frase, uma ideia, um aforismo, nem sempre eles estão direcionados a uma ou outra pessoa, embora em seu íntimo, (é certo que pouco ou nada sabemos a respeito dos segredos de nossos próximos) ora ou outra uma determinada construção verbal, uma oração pode que se encaixe ipsis litteris com algum destes bem guardados segredos que não são nem mesmo pensado muito menos dividido com quem quer que seja. Porém, é certo que nem de longe pensamos em fazê-lo ou buscamos atacar um ou outro, por questões óbvias: simplesmente por não conhecemos os desvão da mente de quem quer que seja. Assim devo entender que nem sempre aquilo que pensei pode ser expressado porque de alguma maneira atinge alguém próximo sem que eu tenha sequer imaginado. E também, por entender que todo aquele que alimenta o medo tende a acreditar que qualquer ruído que ameace seu lado escuro é perigoso.

        O que existe de verdade da parte de quem pensa é uma enorme dificuldade de cercar seus pensamentos em relação ao meio em que vive, afinal é certo que todas as pessoas pouco esclarecidas se sentem atingidas devido ao fato de que nem sempre pensamos a respeito de que mais somos culpados do que atacados, ou seja, se estamos carregados de culpa, é certo que elas nem sempre são fáceis de serem assumidas. É muito mais prático nos revoltar com alguém outro do que assumirmos que precisamos mudar.

        Ao final é uma frustração de duas vias; do que pensa a frase e a trabalha para seu deleite pessoal imaginando-se apenas um artista que escolheu a palavra como forma de construção; no mais das vezes de maneira pura, e do leitor, em algumas situações até bastante próximo, que se entende um perseguido sem compreender verdadeiramente o sentimento amplo e até mesmo belo do aforismo apurado.    
         
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“O processo é loco”



Pra uns chega

Outros estão chegando

E assim se vão vidas

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domingo, 9 de junho de 2013

Per seguidores




Das ações que Os desmotivam

        Ela confessou-me, já em outra; que buscava alguns seguidores, porém o que conseguiu foram centenas de perseguidores.


Com a contribuição da Minha Sempre Bem Amada

       
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Percepção




        Você sente que está evoluindo quando começa a entender o seu atraso, e ainda, que não é isto que importa, o que importa é que aos poucos, muito pouco do que importa a muitos agora tem importância pra você... é uma mudança na maneira de existir.

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