sábado, 27 de maio de 2023

Divagando entre o Filosófico-Metafísico e o Psicológico-Experimentalista

 








As palavras são limitantes. Elas comunicam aos homens as formas de comportamento para a interação do homem com o homem e do homem em si, porém o entendimento/interpretação está muito além das palavras.












Compêndios, enciclopédias, palestras e pesquisas, precisam ser devorados e meditados até que se perceba que as palavras são meramente a ponte para a psicologia que irá aflorar das vontades latentes que não cessam. É através desse processo de aprendizagem que o buscador ultrapassará a compreensão mental. Com maior representatividade a nós, ocidentais; é somente após adquirido o benefício da razão que há o movimento da compreensão do nível intelectual às verdades místicas que transcendem os signos verbais.






(ao ler uma matéria na Revista Sophia 96 – 

Krishnamurti e a Teosofia)

Por Chittarajan Satapathy e Debashree Das

Marcador; Neo Cientificista Meta Filosofista










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Prospecções improdutivas

 







Da adaptabilidade material carente de sentido





Não há tempo melhor ou pior. A evolução nos mostra que somos seres surpreendentemente adaptáveis. Enquanto representações que, sob o ponto de vista de agora, nos pareceria impossível sobreviver com razoabilidade na idade média, concomitante a isso, para a maioria de nossas gerações de um futuro próximo, será aterrador estudar como vivíamos, qual era o grau de racionalidade existente nos tempos atuais...

...e assim sucessivamente.





*







Aceitamos o pouco como suficiente até que descobrimos algo melhor.

... e ele sempre está lá.












No mais das vezes, a força; alguns poucos por insistência das buscas, ultrapassam um existir desagradavelmente cômodo ou desconfortável no caso do grupo menor, para então se descobrirem em um estado melhor ao anterior

...e o ciclo não cessa.












Em hipótese alguma a evolução consegue se debruçar sob perspectivas que não dominamos, é, portanto, improdutivo, elucubrar sobre condições diversas e adversas quando possuímos tão somente as interpretações limitadas ao aqui e agora de uma janela te tempo exíguo.











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Cópias evoluídas – o papagaio, o homem e a A.I.

 







Ecos na evolução - O Chat GPT, não faz nada além de transcrever compilando dados produzidos. Uma cópia do que nós humanos já executamos para evoluir, com a diferença do pragmatismo cartesiano da máquina. Como chegamos onde chegamos? Copia e cola. Quem nunca ouviu a expressão nada se cria tudo se copia? Nós viemos desde sempre colando informações, as adaptando e adequando conforme nossas conveniências. Estamos, em algum grau, muito próximos dos papagaios, o que nos difere - não a todos – é a inteligência e todo aquele papo de catedráticos que jamais se entendem – ou se permitem; acorrendo a experimentos diversos dia-após-dia através de eras. A A.I. é a respostas de alguns de nós que, oportunamente aliaram nossa diferença dos psitaciformes com a ânsia, a vaidade, a ciência e a oportunidade, somado a azáfama e a permissividade irresponsável da urgência atiçando estímulos, compilando-os na experiência tresloucada da vez.










Marcador; Neo Cientificista Meta Filosofista

 







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Mantendo a consciência refreada

 










Aquele que tem medo de si mesmo procura companhias barulhentas e agitações ruidosas para expulsar os demônios. (Os primitivos usam para isso gritos, música, tambores, fogos de artifício, sinos, etc.) O barulho instila uma sensação de segurança, como a multidão; por isso o amamos e temos medo de nos opor, porque instintivamente percebemos a magia apotropaica que ele emana. O barulho nos protege de reflexões dolorosas, destrói sonhos perturbadores, nos garante que estamos todos juntos e fazemos tanto barulho que ninguém ousará nos atacar. O barulho é tão imediato, tão irresistivelmente real que todo o resto se torna um pálido fantasma. Isso nos poupa o trabalho de dizer ou fazer qualquer coisa, porque até o ar vibra com o poder de nossa vitalidade indomável.

 




O outro lado da moeda é o seguinte: não teríamos barulho se, no fundo, não o quiséssemos. Não é apenas impróprio ou mesmo prejudicial, mas é um meio não reconhecido e incompreendido, visando o fim, ou seja, uma compensação para a ansiedade que, ao contrário, é muito bem motivada. De fato, no silêncio, a angústia levaria os homens a refletir e não é possível prever o que então poderia emergir à consciência.

 




A maioria dos homens teme o silêncio, então quando o zumbido constante para, por exemplo em uma festa, você sempre tem que fazer, digamos, assobiar, cantar, tossir ou murmurar alguma coisa. A necessidade de barulho é quase insaciável, mesmo que às vezes o barulho se torne insuportável. Ainda assim, ainda é melhor do que nada. Significativamente, o que é definido como "silêncio mortal" deixa a pessoa terrivelmente inquieta. Por que? Os fantasmas vagam por lá? Eu não acredito; na realidade, tememos o que poderia sair de nosso íntimo e é isso que mantemos afastado com o barulho.

 

Carl Gustav Jung - Experiência e mistério

 

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sábado, 20 de maio de 2023

Educazione senza metafísica

 






Ecco la mia strada, sto completando un breve corso di post-filosofia, anche se è un processo totalmente avverso ai grandi studiosi, ovviamente, dopotutto, è facile riconoscere occorrenze con pregiudizi che rasentano l'assurdo, senza commentare la sinistra, o contraria al sistema capitalista, tutte queste cose da autori e professori arrabbiati, ottusi, quindi, disinformati. Sia molto chiaro; Non sono a favore del capitalismo o di qualsiasi cosa contraria alle ideologie - non ne indosso nessuna -, ma capisco che, all'interno di una didattica che cerca il miglioramento, la preparazione degli studenti al contesto filosofico libero e comprensivo, è non è affatto intelligente dividere il corso.




Il compito della scuola è quello di presentare il post, che si basa su epistemologia, fatti e storie reali, quindi, in possesso di un collegiale didattico anche con questo discorso, osservare freddamente il corpo studentesco e insegnare con cautela, rispondere a domande o istigare dibattiti, tuttavia, non esprimere mai opinioni personali nel contesto accademico. Questo, a sua volta, dovrebbe valere per libri e materiali per la ricerca nell'ambito istituzionale, sottolineando sempre la parzialità, la narrazione del materiale, facendo decidere allo studente, da solo, se accompagnare o meno l'autore imparziale, mai il insegnante di parte.









C'è qualcosa di molto importante che non viene detto agli studenti e che è diventato ancora più chiaro dopo aver completato questo corso; che le discipline insegnate, ogni giorno con maggior peso, non sono realmente finalizzate all'insegnamento, ma a fornire all'interessato diplomi burocratici, autorizzandolo, salvandolo e poi abilitandolo a posizioni superiori, a sua volta, una volta munito, sarà spetta al committente/appaltatore nel suo insieme se la combinazione sarà sufficiente per instaurare un futuro, e naturalmente conveniente, rapporto.





Anche se questo quadro spaventoso non ha le sfumature che lo rendono orrendo e macabro come dovrebbe, ho immaginato, durante i miei mesi di studio, che nel calderone dell'educazione contemporanea manchi qualcosa di molto importante, una salsa, un condimento, una spezia , un ingrediente essenziale: una disciplina che non si limiti a sottrarre la didattica all'ufficialità militarizzante obbligatoria, blanda e stagnante che deve urgentemente affacciarsi nelle aule di tutte le classi, dalle materne alle magistrali: il tema metafisica.














Ma non con negligenza, come zimbello, con scherno, anche perché chi si comporta così lo fa proprio perché non crede che la vita vada avanti.

La vita va avanti; dovremmo tutti prendere coscienza di questo avvenimento, facendone una massima, anzi, la più grande, la più importante, la massima incrollabile.







Dal momento in cui l'uomo apprende che, quando muore, è ancora vivo, le sue azioni si rivolgeranno automaticamente alla riflessione, alla ragione, al discernimento.

Ho indicato questa settimana; “Fino a che punto l'istruzione fallisce mentre no, o da quale fase lo studente deve imparare a comprendere seriamente le nozioni di #HáMais*?









Sto leggendo un articolo, un articolo sulla morte, dove spiega che quando moriamo ci ritroviamo tutti uguali, quando il nostro oggi normale, culturalmente difeso e ampiamente propagato dai media, dalle mode, dalle tendenze, tanto perché la scienza è stata intitolata degna di un piedistallo che l'ha allontanata dal pudore, pratica naturale ad ogni occorrenza universale, rendendo il mondo apatico e disincantato, quando, in pratica, non gli concede alcun diritto sugli altri; la congiunzione ambigua, che presuppone che siamo tutti diversi, e che, quando moriamo, ci accorgiamo che questa individualità – tanto dannosa quanto illusoria – scompare, creando così la nostra attuale (a)versione della morte.














Siamo tutti vivi, e così sarà per sempre, non c'è altra realtà, nemmeno nel paradiso illusorio, Shambala o Shangri-La, accanto agli angeli o in quello che chiamiamo inferno; indipendentemente dal luogo in cui immaginiamo, o crediamo, o anche non crediamo, saremo sempre consapevoli di ciò che accadrà nella fase successiva. Non è possibile morire davvero, quello non esiste. C'è però una differenza per ognuno di noi che siamo vivi, le esperienze nell'aldilà non sono le stesse, dipendono dal grado di evoluzione di ognuno, quindi era importante che i governi adottassero, con grave urgenza, discipline che vadano oltre lo stato materiale, ristrutturando e contestualizzando i dogmi a cui tutti siamo condizionati di fronte ai curricula scolastici; forse, con questa intesa, dopo qualche anno, la dinamica sarebbe maturata e nessuno sarebbe più uscito dalle scuole.

 


*





 





“Così si solleva il velo di mistero che copriva la realtà. Perché, secondo Max Weber (1864-1920), la conoscenza scientifica avanza senza affidarsi ad alcun valore misterioso e trascendente, poiché tutto può essere dominato dal calcolo e, quindi, la Scienza libera l'umanità da ogni elemento religioso."
















"Weber arriva a dire che il disincanto del mondo è una caratteristica dei nostri tempi, in cui le idee religiose si sono ritirate dalla vita pubblica. E questo è un punto importante, poiché Weber non dice che l'intellettualismo elimina la religione, anche se può erodere l'immagine che dà alla realtà. Se, da un lato, il punto di partenza della storia umana è un mondo popolato di sacro, di misteri rispettati ma non spiegati, il punto di arrivo è un'umanità moderna che pretende di avere la capacità di spiegare con la Scienza, soprattutto con la ragione, comprendendo il mondo intorno a te. La realtà è inserita nell'intelletto umano (o almeno questo è ciò che cerca di fare), e tutto il resto è tralasciato. L'essere umano si è sviluppato, è progredito, ma ha disincantato il mondo".




 




Matêus Ramos Cardoso e Wellington Lima Amorim; 
revista brasiliana Ciência & Vida Filosofia No. 87

 






* #HáMais è un simbolo che abbiamo creato per nominare uno stato al di là della materia, uno stato etereo vivente. Siamo mentalmente dissociati dall'infinito dal punto di vista macro della società e non c'è modo di dissociarci dalla materia, dal molecolare senza credere che il nostro universo non sia condizionato ai dogmi e ai limiti imposti dalla scienza, dalla religione e dalle organizzazioni sociali.

 




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Recado dado...

 



...não assimilado



A maioria destes que vivem formulando e falando (dando a letra, o papo reto, falando na real e tipo assim), postando e compartilhando frases de efeitos originais ou bem construídas, são como a maioria de nós que ouve, gosta, aconselha, mas não aplica.




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Livre arbítrio legal

 








Até onde meu livre arbítrio é legal? Em um momento qualquer uma questão me assalta; que o livre arbítrio só é possível se o indivíduo puder ousá-lo além das margens da lei e manter-se livre, portanto, quão livre sou tomando por base esta colocação?

A questão é; você pode crer no livre arbítrio e respeitar as leis?


 




As questões se anulam e realmente não sei porque retomei esse assunto, no entanto preciso reiterar que ouso acompanhar aqueles que dizem que: o livre arbítrio não existe.


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sábado, 13 de maio de 2023

A A.I. não pode ser pior

 





Há semanas venho acompanhando de forma alegórica as celeumas, opiniões e balburdias sobre o Chat GPT e seus iguais em ações, enquanto, em paralelo, uma motivação me ataca sobre um possível alento a sempre e única solução quanto aos destinos da sociedade em casos onde ela é arrolada no processo sem poder algum de opinar: a esperança. Coincidentemente, enquanto leio a introdução de O Hino de Jesus de G.R.S. Mead, um apontamento inicial creditado a R.A. Lipsius (descrito abaixo), faz com que minha mente organize uma pequena observação, onde penso que, a A.I. não deve causar algum mal maior à humanidade que a causada pelos homens ao modificarem as Escrituras Sagradas conforme suas conveniências.

 

*

 




“Quase todos os editores recentes de tais narrativas, usando daquela liberdade que toda a antiguidade ansiava por permitir-se no trato dos monumentos literários, reformulavam os materiais que tinham diante de si, excluindo tudo o que pudesse não corresponder ao seu ponto de vista teológico – afirmações dogmáticas, por exemplo, discursos, orações etc. – que foram substituídos por outras fórmulas de sua própria autoria e, além disso, assim expandindo e resumindo a seu bel prazer ou com o objetivo imediato do que tivessem em vista afirmar.”




R.A. Lipsius (1883)

O Hino de Jesus – Um Rito Gnóstico

Editora Teosófica




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