sexta-feira, 30 de julho de 2010

Lacan



O Amor “é o desejo impossível de ser um quando há dois”.

e

“Faça o que você deseja porque o seu desejo é o meu”.
Jacques-Marie Émile Lacan

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Lacan II


“O amante não precisa perguntar ao amado o que este quer,

pois quem ama sabe a resposta”.


Betty Milan
Escritora e Psicanalista
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Lacan III


Em tempos que assistimos atrocidades que fariam inveja ao mais inclassificável dos inquisidores é muito bom ler algumas palavras em defesa do Amor Verdadeiro.

Li em alguma revista qualquer, - tão qualquer que estranhei ambos, tanto a escrita quanto a escritora; finda a leitura, tive mais uma vez provada a máxima do não julgamento precipitado - a escritora e psicanalista Betty Milan fazer referência ao inexpugnável pensador e também psicanalista Francês Jacques-Marie Émile Lacan.

Agradeci-a prontamente via e-mail, não apenas por suas palavras cheias de energia e verdades, quanto a lembrança de citar não apenas Lacan, porém suas palavras sobre um assunto que a cada dia mais o temos confundido com sentimentos totalmente dispares de seu Verdadeiro Conteúdo.

Parabéns Sra. Betty Milan, e como diz o Bhonachinho: “Vamos prolongar a existência do sentimento.”

Serie di "Lacan" è un omaggio alla mia principessa eterna.
Minha Demonhinha
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terça-feira, 27 de julho de 2010

Da Pré ocupação


Nosso cérebro não passa de um supercomputador particular, manuseado por mãos inábeis. Enquanto não conseguirmos dominar seu uso, continuaremos procurando em vão onde estão localizados os arquivos realmente necessários em meio a infindáveis pastas contaminadas ou que há muito já deveriam ter sido deletadas para a lixeira.


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Sofro deste mal de uma forma bastante peculiar e por isso entendo-a diferentemente.

A seguir uma pequena fração deste martírio.

Falo de uma situação que para algumas pessoas é corriqueira, onde quase sempre acabam se enterrando; e está relacionada ao fato do: estar sempre a analisar tudo com muito critério. E mais, geralmente, e infelizmente, observando apenas o lado perverso do humano, quando imagina sempre que a maldade que observou do próximo (em determinada questão assentada) não necessariamente contra ele próprio, classifica este opositor no escaninho dos oportunistas eternos.

Assim, mesmo que não passe de mais um engenho fértil ou doentio; não se convencem que ela possa - porque na maioria das vezes as imaginam verdadeiras; ou passível de conclusão – ter realmente nascido, se formado, apenas em suas próprias mentes, e que então, aquele malfeitor da vez, conseqüentemente irá usar isto, naturalmente; contra ele que pensou todo este imbróglio.

No mais das vezes nada acontece, mas, por outro lado, o fato de ter buscado se defender, cercando-se de ataques imaginários, criado inúmeras situações; precavendo-se do desastre, mesmo que ele não tenha se consumado; a energia despendida, foi enorme, quase como se tivesse ocorrido. Isso quando o outro não se encaixa no acima descrito “humano perverso”, e se utiliza, “pescando” na preocupação deste; instrumentos que jamais haveria de imaginar, ou seja: de forma gratuita, pode então, mais uma vez o espertalhão beneficiar-se, se fazendo mais forte ao encontrar as ferramentas adequadas para aproveitar-se da situação.

Tenho assim comigo, reafirmando, que em alguns casos isto ainda não havia passado na mente do ainda desatento oportunista, porém, devido à insistência no assunto por parte do preocupado; o excesso de zelo; ou devido algumas questões, de alguma forma indiscreta, levantadas, acabam que, quando aquele pensa, mesmo que pouco, percebe a manobra, e finda por atingir exatamente onde previu todo o tempo o pobre cuidadoso descuidado, e, embora saia “lesado” exatamente no ponto onde havia pensado, nem imagina que o autor principal desta perda, ou que a dificuldade em si, foi causada exatamente por nosso raro, mas presente contumaz.

É aí então que temos o paradoxo maravilhoso, onde o cercar-se demais; a preocupação exagerada acaba escancarando uma porta para a entrada do sem vergonha.

Em suma, este é um caso muito interessante onde a vítima sofre algum tipo de perda aplicada pelo oponente, sem que este a tenha arquitetado, este, apenas foi despertado para ela devido à forma insistente de defesa de alguém que naquele momento estava tentando se defender de ataques imaginados.
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domingo, 11 de julho de 2010

Felicidade desequilibrada irrita


Não raro quando a felicidade bate a porta de alguém desequilibrado, afinal a felicidade pode dar-se a qualquer um, então, geralmente, mesmo não sabendo por que, vemos pessoas sendo agraciadas com lampejos que vão de horas a dias de graça. É muito fácil perceber que quando estes se encontram com seus pares pelo caminho, e tentam, desavisadamente, compartilhar o momento com àqueles, - em sua esmagadora maioria, estranhos a este humor - mesmo que alguns, isto é impossível (este compartilhar); e talvez, quem sabe, ou, principalmente, porque jamais venham a conhecê-lo, – causa estranheza a muitos também, porque, assim como ele (o estado de graça) se dá para uns, a bendita felicidade se nega veementemente a outros – a recepção não é bem vinda principalmente quando muito contrária ao humor encontrado, ou quando o histórico do camarada não ajuda, por tratar-se de um impertinente. Parecendo que os amolantes, quando é o caso, não são merecedores de graça alguma - é do humano competidor egocêntrico, não aceitar para os outros o bem; não ver com bons olhos; graças, a outros que não a eles próprios. Recalcitram assim, mesmo quando escondidas entre adulações visivelmente sinceras, recusas ao externo quadro de regozijo, pois existem órgãos internos, humores invisíveis, segundo alguns poucos que conhecem, que insistem em manifestar-se contrariamente ao saltado a boca.

Fato é que estado de graça não é para todos, mesmo que não entendamos o processo de escolha dos merecedores, nós humanos parecemos sempre entender melhor da providência que ela própria, embora o que acaba, sempre, por acontecer (prevalecer) é o desejo dela mesmo.

E portanto, na verdade, temos a repetição do comportamento humano, onde mais uma vez o contemplado do dia não consegue, novamente, contagiar o amigo da vez. Na realidade: é raro conseguirmos convencer os outros de que devem ser felizes conosco.
O que acontece é o contrário.
Quando um infeliz feliz encontra alguém totalmente infeliz, não raro o segundo, infelizmente, acaba por vencer o primeiro.

“Vamos prorrogar a existência do sentimento”
Bhonachinho

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sábado, 10 de julho de 2010

Hora de Acordar


"Se juntos, em algum ponto, todos nos comprometemos a seguir em uma determinada direção, e, em algum momento, percebemos que estamos tendo poucos resultados positivos; nada mais óbvio que voltar atrás e redescobrir o Verdadeiro Caminho."

Conversa!
As Distorções da Não Ação

O Livro


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