quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Pride II


“Nenhum sofrimento é em vão,
difícil é superar a dor
apenas lembrando esta máxima”

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Respeite a Vida


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Respeite a Vida II


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Ainda um troglodita

“Leio um clássico assim como faço uma refeição preparada por Minha Mulher:
Consciente de que não estou preparado para ambos”

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Produzirá ele também algo?

O homem do ano do jornal Frances Le Monde irá falar.

Passará do que mostrou ser um fantástico operador “Ctrl+C, Ctrl+V”, para um digitador de textos desconhecido.

Ou seja, até agora ele, ao dispor de toneladas de documentos apenas copiava e colava as informações, ou as fofocas, sim porque ainda não entendo por que tanta balburdia, afinal foram somente fofocas diplomáticas, não houve nada de realmente assustador ou comprometedor em suas colagens de um arquivo para outro.

Suas cópias apenas deixaram muitos diplomatas numa tremenda saia justa, coisa que para esses caras-de-pau mancomunados, e rabos-preso... é café pequeno.

Digo que o Sr Julian Paul Assange está diante de uma oportunidade única para mostrar a que veio, poderá manter-se dentro de uma postura séria e compromissada tentando mostrar a população o que só se pode fazer nas entrelinhas; ou deixar-se levar por esta onda gigantesca tão rapidamente formada e jamais imaginada ser possível, afinal o seu nome de um “Mr. Who”, foi cotado, em praticamente meros dois meses de exposição na mídia, ao “Homem do Ano” em varias bancas de apostas, e é claro no “sem nada pra fazer”, Le Monde.

O que quero dizer é que: irá ele se vender barato? Temos já um claro exemplo do que são capazes, ao observarmos o caso do jornal Frances, onde prefere transformá-lo em homem do ano, bajulando-o e indo contra todo um sistema que quer derrubá-lo, dando mostras de que o apóia talvez, apenas para não se tornar um alvo futuro por não saber o que existe por trás de 250.000 páginas de documentos, e quem sabe se tornar alvo das famigeradas: “Ctrl+C, Ctrl+V” da WikiLeakes. E olha que estamos falando da imprensa, é importante que isto seja lembrado.

Fato é que este “ex senhor nada”, pode com suas palavras fazer finalmente o que algumas dezenas ainda não corrompidas gostariam. É certo que será tentado como parece ter feito o Le Monde, imaginando assim talvez mantê-lo ameno, como também o é que: nas últimas décadas não houve um sequer que tenha ousado realmente.

Surpreender-nos-á este?

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Eco e oco


Do contato sempre nocivo por sua natureza influenciadora



O contato é nocivo

A partir do instante que concordo, acredito. . .

Já não mais copio

Digo assim que não disse a frase primeira; copiei

Retorno que o concordar me apropria

O contatado agora é um eco

Como eu o sou daquele dito

Diria então que o contatado é oco...

Isso é o contato...

Influências que não deixam fluir

Uma vontade escancarada talvez não mais seja

Dois séculos aquém alguém ecoou

Ao repetir a falta de valores

Será que esta é uma resposta do eco

Ou seria a vingança da ética

“Cuidado com as más influências”

Conselhos gratuitos

Que nada nos deram

Aliás: deram

Uma conta bastante alta

É o preço pago por não sermos nós mesmos

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Reflexões de passagem

"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe"
O Wilde

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Reflexões de passagem II

"A cada bela impressão que causamos,
conquistamos um inimigo.
Para ser popular
é indispensável ser medíocre"
                                             O Wilde

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Reflexões de passagem III


"Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal"

O Wilde

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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Felicidade abafada


Alhures

- Vendo-a séria; indagou:

- Você me parece triste!?!
- Respondeu Ela:
- Não estou infeliz; o que fazer,

se vocês não sabem apreciar minha felicidade.


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Química humana

O homem como ser transformador

Estarias bastante próximo da excelência se tua maior dificuldade fosse encontrar alguém em quem depositar sua confiança, porém muito antes disso, tens que vencer seus demônios e sobreviver tentando mostrar que podem confiar em uma lealdade falsa.

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domingo, 12 de dezembro de 2010

Desvalorizando o medo


Já adquirimos consciência suficiente para não termos mais medo,
porém aos poucos deveremos passar pelos perigos que isto significa,
até atingir a liberdade,
objeto principal desta descoberta.

-0-

Avançamos o suficiente, já é possível hoje, acordar e entender que não precisamos mais viver com medo. Falo do medo real, aquele que nem mesmo é acessado por aficionados que ficam vidrados frente às sangrentas cenas de filmes “b” de terror que arrastam milhões aos cinemas.

O que amedronta realmente, o medo que deveria ser eliminado, poucos tem conhecimento, e mesmo este, receio, alguns poucos despertos conseguiram decifrá-lo, mas insisto: a humanidade já avançou o suficiente; fazendo com que o homem disponha de instrumentos que “vazaram”, deixando-o numa posição confortável de não-medo.

Sabemos que não é fácil. Por estarem impregnados do medo comum e simplório inculcado de maneira heurística por mais de cinco mil anos, e tendo sua disposição aumentada exponencialmente do final do século XX para hoje, onde, descaradamente, fora lançado mão de métodos que coroam principalmente o sentimento velado da emulação, tão bem dispostos que, num desbotar incessante, acaba mesclando-se, até que, finalmente se funde eclipsando o sentido real do agir; de como é importante mantermos com os iguais um comportamento sensato, cordato, respeitoso.

Acordado, estou consciente também de outro porém. Talvez devamos passar ainda pelo verdadeiro inferno, o inferno que aqueles citados acima, que apesar do medo deleitam-se com as cenas sem razão da ficção, quando finalmente deverá a humanidade passar pelos perigos desta descoberta, deste estar consciente, - mas então, sem medo.

Vou me distanciar um pouco do chão, e buscar em outras paragens, pegando um gancho naqueles que acreditam que há um depois no intuito de dirimir o inferno acima citado.

Talvez, partindo do princípio que existe um depois, e a história de que viemos e voltaremos seja realmente verdade, poderemos costurar com o auxílio deste posto avançado, um despertar longe daqui, alguma espécie de doutrina, uma disciplina onde o pessoal vai se desligando aos poucos, sem muita revolta, a respeito do tempo perdido. Mostrando insistentemente até que percebam finalmente que esta consciência que hoje entendo como preparada, não venha a bater de frente, ao serem apagados os sinais e marcas de propriedade alheia. Entendo que somente assim não haverá sofrimento nesta transição.

Fato é que existe o pós medo, e este é o objetivo principal desta. Talvez eu devesse colocar como um autor estes dias para mim explanou: “Nos primórdios mesmo, o medo não existia como agora o conhecemos, no máximo um receio com os animais que deveríamos matar. Foi somente muito mais tarde que o medo foi utilizado – do homem para o homem - como instrumento de castração do existir.”

Assim como muitos de nós ainda não sabem como é viver sem medo, também nem imaginam como é, coexistir com o sentimento de liberdade.
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domingo, 5 de dezembro de 2010

Relembrando Millor


Relembrando Millor da década de 80 na Folha de Londrina

“Contou-me que foi humilhada na homilia.”

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Parceria de pensamento


“O metrô sacolejava,
enquanto uma pergunta não me saía da cabeça:
como falar disso, como chegar a isso,
quando pratico o jornalismo literário?
Que tolos são os jornalistas literários,
os críticos, os professores,
que se atêm ao texto, ao estilo,
a gramática, a sintaxe,
a arte da escrita,
e deixem que o mais importante escape!”

José Castello
Rio 1951, Cronista, Crítico e Escritor
Texto do livro, A Literatura na Poltrona

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Do sentido que se escondeu


Ao perceber a diligente dedicação com que alguns profissionais tentam, e para alguns da área em comum até conseguem atingir o objetivo ao passar observações sobre assuntos a que são chamados, e, comparando como no meu caso específico, onde geralmente o faço por hobby, gosto, oportunidade, escolha ou falta de coisa melhor a fazer. Desperta então nosso interesse, a vontade de alguns deles em demonstrar sentido, cavoucando, rodeando em um determinado ponto ou inserindo uma série de adjetivos no intuito de se fazer compreender.

Devemos é claro avaliar, quando possível, quem é o autor. Geralmente, para aquele que possui o habito da leitura de observação, aquela em que não apenas lê-se cegamente o escrito; já não mais restringe sua atenção apenas ao conteúdo óbvio, mas percorre as linhas observando, “lendo” também o interesse maior do autor, a forma escrita, as palavras, a maneira com que são dispostas, enfim, a intenção velada, tanto consciente quanto inconsciente de quem se dispôs a passar o recado, - ensinando, informando ou esclarecendo.

Ao fazer esta analogia dia destes ao ler um texto, - um ensaio ou resenha; não mais me recordo - sobre uma peça de teatro assistida pelo escrevente, percebi, era evidente sua vontade em passar com um enunciado bastante complexo, o sentido. Dar sentido aos seus escritos. Confesso que pouco entendi. Muito fez alusão as suas pretensões, as observações a que emprego agora aqui, afirmo então que mais por ter entendido eu sua vontade – por que não por ter entendido seu querer - do que a minha vontade de insistir no texto até o final.

Como sempre então, não pude deixar passar a sempre presente crítica análoga que me acompanha. Desta vez envolvendo a mim mesmo.

Na mais pura introspecção; apurei quase todo o contexto aqui exposto. De imediato ficou ainda mais claro o porquê da dificuldade que todos nós encontramos ao tentar acessar o interesse externo, o interesse que não está conectado com o rol das conveniências particulares daquele que está a tentar.

O porquê no mais das vezes pessoas se aglutina com pessoas tendo como fim apenas a diversão ou amenidades diárias que não colocam um preço uma atenção mais séria.

Para que se compactue o sério o sério precisa ser amplamente estudado, a distração ao contrário já o é por definição, de natureza mais fácil, prática e obviamente aprazível.

Está aqui então a resposta para uma das minhas infinitas infantis indagações (“III”); se tanto me esmero em dar sentido as minhas colocações por que é então, entendendo ser elas de constituição não apenas firmes, exatas e prioritárias, mas sim constituídas de seriedade impar, que jamais atingi objetivo algum?

A despeito de tudo e também entendendo que meu esforço é nada se voltando ao início, ao considerar minha forma de escrita, aqui, ao contrário, tenho uma satisfação; não falo de peças teatrais, dramaturgia, ou tento convencer leigos ou técnicos a prestarem ainda mais atenção aos abusos televisivos, falo, analiso, procuro dar o maior sentido que há a evolução humana, e digo que não há distração alguma aqui.

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