sábado, 22 de abril de 2017

Tão rápido quanto...








Conselho do Mestre

"Trabalhe para que o furtivo e inconveniente mau pensamento que te assalta não ultrapasse o lapso de tempo superior à pronta conscientização de que não deve ser alimentado."







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Elo





No plano da associação, o nosso; as criações, nenhuma: deve realmente ser descartada. O que hoje parece uma despropositada insanidade pode ser o elo que falta do quebra cabeças em outro estado/tempo muito além do que agora é considerado inapropriado.






Da série; torneando algoritmos


095.m cqe

Da retomada da Consciência






Não há retorno...

Apesar do momento não condizer em nada com a melancolia - pois se trata do maior avanço que o ser pode conquistar após desvelada uma parte da verdade. A retomada da consciência; dê-se no plano material ou não, em incontáveis situações, leva a um engolir seco, a calar o que sempre proclamou como acertado contradizer. Em inúmeras situações é justamente esse instante que demanda maior energia das equipes de apoio a esta importantíssima afirmação de propósito.

*


...a retomada da consciência pode ser a guerra mais insana a ser travada conosco mesmos para retornarmos nosso olhar para dentro, porém, com a graça dos céus; ela é inevitável.

A tristeza de alguns, ainda que atenuada pela obrigatoriedade do instante; decidido o tão adiado recobrar de consciência, que pode ser qualificado como um momento antagônico, esta é a expressão; quando esses felizardos, ainda envoltos a aura da matéria, a resquícios moleculares: precisam enfrentar a admiração - a todos sempre negada - sobre toda uma sorte de desafetos. Que será incomodamente potencializada no primeiro momento – sua primeira admissão de falha -, com a possibilidade de alguns destes estarem presentes; inclusive, auxiliando no processo.





094.m cqe

sábado, 15 de abril de 2017

Existencialidades infinitas



Vídeo, games e vidas – a autodestruição, ainda, como único legado


Vídeo game da existência – Nossa existência se dá em fases “vencidas”; egípcios, gregos, romanos, maias, astecas e tantos mais, sucumbiram. Também o faremos; por não entender, não decifrarmos ainda o que nos faz realmente fortes ou porque tudo aqui não passa de uma fantástica experiência?



Gerações após gerações os humanos desaparecem e retornam sob nova roupagem. Nosso existir é um infindável ir e vir. Invariavelmente reaparecemos investidos de novos poderes e XP´s*, mas ainda frágeis ou, não fortes o suficiente. No entanto: mais armados do que jamais fomos, seja psicológico ou materialmente falando, imersos em um ciclo quase ou tão necessário quanto obrigatório de aprendizado. No entanto, até onde o poderio bélico suplanta ou foi trabalhado além do nível molecular egocêntrico?


Histeria desarranjada - Assistimos a atitudes, acontecimentos e ocorrências ao vivo e online; vídeos, próximos ou não a nós, alegoricamente representativos, mostram que nosso egoísmo avança em uma correspondência muito superior a nossa evolução.


Somos, a cada retorno, - a cada nova partida - mais senhores de nós mesmos; ao menos é nisso que acreditamos. Porém, na vida real, - diferente dos games onde nos dedicamos ao aperfeiçoamento - preferimos relegar ao esquecimento: que há gerações nascemos mais inseguros, depressivos, descontrolados e não cientes de mínimas informações que deveriam nos levar ao autoconhecimento e consequentemente a suplantarmos este círculo vicioso do Véu de Maia.


Somos meros jogadores materiais em um imenso vídeo game do existir; morremos e retornamos centenas de milhares de vezes e nada parece nos tocar para a Verdadeira Realidade da necessidade de o jogo ser jogado!  

  
* “experiences” (linguagem dos gamers que significa experiência)







































093.M cqe 













“Chamadas”











Uma vez registrada a palavra se faz matéria, quando essa simboliza uma verdade, não há corrosão ou tempo que a destrua.





Uma vez disposto aos noticiários, observar com atenção as “chamadas” – uma espécie de, flanar na primeira página - é a melhor opção para quem não gosta ou não tem tempo de lê-las, ou entende um pouco da tendência midiática que por si só e justamente por isso, afasta o razoável de dissertações mais exacerbadas ou análises acaloradas – a menos que observem na celeuma, a forma ou intencionalidade da notícia e não o noticiado -, embora que, para fazer isso com precisão seja necessário ter um bom histórico de percepção e o faro intuitivo muito bem treinado.

“guardando no bolso” - E, se se é bom em montar quebra cabeças de chamadas criando um corolário subjetivo cognitivo, um histórico mental, o bom analista tem a seu dispor arquivos absurdamente enormes e, ainda que as notícias não progridam para uma definição, sabe este que em algum momento ela foi trazida a baila e que, em suspenso, não há como nega-la, ou seja, se ela foi exposta na página inicial e retirada por conveniência ou jogo de interesses por conta de tendenciosas pautas futuras, não significa que aquela nota não deva ser levada em consideração uma vez aventada – cabe aqui a máxima do elefante; ele nunca esquece.

Apenas o leitor atento e contumaz consegue montar sua própria rede de entendimento e construir então uma visão holística, diversa e suficientemente ramificada da situação universal como um todo.

Chegado a este escopo, é difícil que o leitor responsável e diversamente preparado possa ser enganado com desditas oportunistas ou notas especulativas.

Assim também ocorre no cotidiano, mas para isso, é preciso sempre verificar; averiguar o quanto de crédito merece não apenas suas fontes, mas o seu poder de discernimento entre elas.

*

“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.”

 Siddhartha Gautama Buddha

092.M cqe

A necessidade do autopoliciamento




Estado da vaidade ética - Alguém já disse que nascemos e morremos a cada dia. Não entender isso, muitas vezes, é agarrar-se a um estado moribundo a nós imperceptível, no entanto conveniente ao cotidiano omisso despreocupado, em conjunto ao que convencionou reprovar, ou seja, é terminantemente proibindo alertar eticamente um indivíduo sob a sua condição particular decrépita consubstanciando a todos ao que então nos deixamos sobrecarregar da agora participação conjunta.

*


Da necessidade do autopoliciamento

No exercício de evolução do pensar, algumas ideias que pareciam pétreas – inegociáveis - vão se mostrando contraproducentes e inconsistentes. Aos poucos, os assuntos mais comentados começam a perder o sentido ocorrendo um vazio, um nada incógnito. Neste hiato; uma espécie de branco - onde os textos vão se tornando mais seletivos, menos iguais; ainda que assim não pareça - está eclodindo o que só se mostra ao próprio praticante.



A atenção a uma palavra, oração ou frase, denota a mudança do autor, o amadurecimento. Diz a mesma coisa, porém, a energia é perceptível, está diferente. Talvez seus contemporâneos não percebam ou reconheçam o que somente estudos posteriores o farão.


091.M cqe

sábado, 8 de abril de 2017

Ode ao Acaso










Ainda que prestássemos atenção à ideia do Acaso; abandonamos pelos caminhos os valores que poderiam: se não suplanta-la, moldá-la minimamente ao nosso entendimento. Ao contrário, gostamos de encolhê-lo – reduzi-lo por conta da poderosa falta de coragem humana para o reconhecimento, que obrigatoriamente nos posiciona nas vias da sempre repousante, vontade egóica - como algo menor a ser logo decifrado; ainda que este “logo” atue tão conveniente quanto descuidadamente, como manobra de autoconvencimento.

Quando o fazemos por pura imodéstia.

E, de fato, se o posicionarmos de acordo, veremos que o Acaso se situa como superior a tudo. A lógica, por si só, corrobora esta superioridade.

Como algo patente pode ser contestado?

Se estamos, conforme algumas filosofias, em um universo onde tudo está, apesar de não parecer, arranjado; o Acaso, - singular e importantíssimo -  sobressai-se como “não obediente” a comando algum, independentemente das leis que regem o Todo.

É incontestável que esta particularidade confira ao Acaso status de superioridade. Algo muito além de qualquer observação egocêntrica que nossa pretensa superioridade humana intente promulgar.

Da série; dos mistérios que devem assim permanecer





090.M cqe

No plano Terra nada é absoluto




Ainda após aqui, até aonde nada é absoluto?



089.M cqe

Apresentáveis



Como bonecos mal formados erramos entre planos. Conforme navegamos entre as esferas; observações e atenções particulares burilam nossas personalidades com picaretas, talhadeiras, formões, cinzéis ou flanela. Não há retorno, como não há termo à jornada no momento que é dada a partida. Desesperança a um, motivo de alegria a outro. Assim seguimos existindo e coabitando espaços comuns. Mas se a menor brisa trouxer a cisma de que só há o ir, esse pode ser o toque; o sopro que falta para o despertar... a partir do instante mágico que se dá o entendimento.


*

Deus faz os esboços; retira minimamente as partes grosseiras, sobras e arestas de cada indivíduo; deixando a cada um de nós, artistas natos, as pinceladas finais - o burilamento confiado á vontade desperta. É nosso o toque final.




088.M cque

Antes do entendimento





Questão VII

Disciplina: Obitulogia

Hipocondríacamente falando -Aventando a uma possível e irreversível ainda que não diagnosticada sociedade hipocondríaca, seria possível afirmar que:


É possível que a tensão psicológica intratável pode levar a TendiNietzsche!?!





087.M cqe

domingo, 2 de abril de 2017

A era de Cayla



(...)

“Ninguém de nós, que a partir de agora reverter seu pensar de que a Inteligência Artificial virá para ficar, que este agora é seu território, sobreviverá sem (mais) sofrimento. 
Penso que o homem está prestes aos sinistros tempos ficcionais aludidos em filmes e HQ´s. Blade Runner Welcome. Homens; acordemos para ver as maravilhas... ainda que sofrendo.”



All those moments will be lost in time... like tears in rain

086.M cqe

sábado, 1 de abril de 2017

Um passo atrás... e temos o avanço



Antes de tudo
Trabalhemos nosso senso de respeito

                                                Respeito
Sempre é tarde demais para aceitar
Arrepender-se e entender
O quão nada era e o quão estúpido fomos
Agora, possivelmente não alcançável
Aquele que procuramos para as tardias
          Mas tão devidas quanto sinceras desculpas

Tardiamente a disposição
                     Quem sabe! Para sempre
Observados hoje como um equívoco, 
                                  Um mal entendido, 
                                  Uma graça
               Tornou-se mais dor o pensar tardio
               Tornou-se vã a revolta armada
               Transformou-me em um parvo
O revide, o virar as costas, o ímpeto orgulhoso
              O tolo agora sou eu
                        A seta mudou seu norte
                        Antes de tudo respeitemos
E, par e passo, sejamos agradecidos

O arrependimento jamais apagará o desrespeito

*

Respeite; sempre é tarde demais para aceitar, arrepender-se e possivelmente não alcançável aquele que procuramos para as tardias mas tão devidas quanto sinceras desculpas.

085.M cqe

E sobre o que me cabe?




Otimismo insolente – O mundo tem esperanças, mas enquanto espera não faz nada quanto a isso.



084.M cqe

Estimulante


























“Nada é tão contagiante como o entusiasmo.”

Edward George Bulwer-Lytton


Amal “o entusiasta” scheleschthing


























083.M cqe

sábado, 25 de março de 2017

Do preso ordinário e do livre imaturo




Totalmente dispensável, no entanto, ininteligível ao objeto – justamente por isso. Acorrer ao deslize da observação verbal mais enérgica e hostil, ainda que possivelmente inteligente e mesmo de posse de veladas energias conciliadoras, com o intuito obrigatório de alertar; sofrer-se-á sempre com a truculência do destinatário; daquele que, perturbado por não entender o que avalia; sob o ataque da precocidade, da rapidez cega e armada do raciocínio nervosamente muscular e observada tão somente como agressão propriamente dita, entrega-se - o infundado obsedado - igualmente apenas, ao limite da compreensão. 

Contrariar a liberdade é pré-requisito para continuar preso


082.M cqe

Ressurreição de Deus



Deus já pode ser ressuscitado? - Que Nietzsche me perdoe, mas a dinâmica é o lubrificante do existir e a estática é um istmo arenoso que não se prende jamais ao tempo; e a despeito de ser compreendido: o universo se move ainda que o homem contemporâneo não o faça ou insista no alienar-se em direções diversas. Destarte, passados dois séculos; lição parcialmente compreendida a ferros; era imprescindível que o homem buscasse ressuscitar Deus, quando finalmente: derrotados da megalomania de ser independente e, apossados da sempre urgente, porém obstinadamente contornada ciência humana calcada na experimentada e disponível consciência das Leis Superiores tivesse então - como derradeiro ato -, acionado: à volta, o retornar, agora arejados, ao transcendente. No entanto, há o receio de que Ele lance mão do “Seu” Livre Arbítrio, e prefira o anonimato de seus Multiversos...














De senhores de nada...
...a Senhores do Nada.



Tic-tac – Paulatinamente e sem trégua, espiritualmente enfraquecidos; preferimos nos prender uns aos outros em nichos de dependências oportunamente confiáveis e monetariamente escravacionistas a nos agruparmos inteligentemente e ouvir o som dos nossos corações, quando de posse da sensibilidade calada armazenada, sempre acessível, podemos buscar o contato com os Planos Astrais, substituindo assim as incômodas correntes auto impostas por passos seguros em direção às janelas que nos permitirão acessar todos os universos já existentes. 




081.M cqe  

Chuck Berry






 “If you had to give
 Rock ‘n’ Roll 
another name,
you might call it 
Chuck Berry”


John Lennon





080.M cqe

sábado, 11 de março de 2017

Galgando incógnito


...alguém o fará, e Ele então completou...

“O que vocês sabem;
o que vocês conhecem!
A que nível está seu acesso?
Porque então tenho 
que mostrar-me?”

E lacônico, para não perder o costume, finalizou; 
“um presente para você, adote este mantra”.

“Você me procura,
ou o farei?
O primeiro é que busco.”




078.M cqe


Ah! É isso?













Todos seguimos desencaixados uns dos outros em algum nível, o desafio é continuarmos avançando até atingir a maravilhosa e ainda inacessível mágica da harmonia uníssona.





Contribuição da Minha Sempre Bem Amada


077.M cqe



Analfabetos informados








Regularmente, a avalanche de informações inúteis, fáceis, gratuitas e desencontradas e assustadoramente em expansão, vem formando analfabetos informados. E estes microcosmos, retroalimentadores do absurdo, por sua vez vêm se transformando em propagadores de coisa alguma – aumentando o bolo falaz - e se por ventura, aleatoriamente, virem a se confrontar com alguém mais informado, mostram-se arredios, abespinhados e pessimistas - seres armados. A tudo que lhes é particularmente estranho dizem não concordar ou gostar. Aprenderam ao menos que esta é a maneira mais camuflada de polidez encontrada de não parecer tão despreparados e passar ligeiramente incógnitos ainda que nada dominem com propriedade ou não tenham desenvolvido a sensibilidade de ao menos experimentar o que gratuitamente lhes desagrada ou coisa que o valha.

Essa coisificação banalizada da opinião; se forma nichos de pseudos especialistas na parte volumosa do consumo, obrigatoriamente aparta ainda mais àqueles que se abriram às finesses da vida a reclusos membros de confrarias exclusivíssimas ou pequenos grupos fechados que tendem mais a extinção que à perpetuação saudável. 
















076.M cqe