sábado, 15 de julho de 2017

Mr. Robot - “detalhes”










(...)
"Durante a Grande Depressão, o FDR fechou todos os bancos para um feriado dos bancos, e então ele reabriu em fases quando já estavam se reerguendo.




Depois, historiadores descobriram o que sabemos agora, que esses relatos eram, na maior parte, mentiras. Mesmo assim, deu certo.

Deu certo porque o público acreditou que o governo tinha tudo sob controle.


Estão vendo. Esse é o modelo de negócio para essa grande nação. Cada dia de trabalho quando toca o sino do mercado enganamos as pessoas a acreditar em algo; o sonho americano, valores familiares. Pode ser batatas da liberdade, não ligo. Não importa. Desde que a manipulação funcione e as pessoas comprem, vendam; o que quer que queiramos que elas façam."



(...)
"Veja esses caras. O que você vê? Muito cuidado e esforço ao que equivale a um jogo ruim. O que a Maxine vê? Um bando de animais idiotas, não pensam em nada além de por uma bola em um aro. O que eles querem que você veja? Caras irados. Prontos para matar se pisar neles. A pergunta é? 
Qual é a verdade?"




Mr. Robot - S02E02




043.n cqe

Gerúndio



O foi é menor que o É
O foi pode ter sido
construído de material impreciso
Já o É não pertence ao que foi
Por ser ele será, sempre
Pois em sendo, ele É















Contribuição da Minha Sempre Bem Amada


042.n cqe

Pegando onda na modinha do...



...do "menox" que é "maix"

Tão incontestável quanto intocável, as sempre invejadíssimas sumidades individuais geraram a massa “assistida” generalizada, onde a questão pode se resumir em: se a evolução deu lugar ao progresso onde é inegável que o menos abafa o mais é certo afirmar que isto por si só confirma a existência de vida inteligente na Terra? ...ou teria um efeito contrário ao visitante descuidado! 


041.n cqe

Dando sentimento a “coisa”



Do maquinal e do instintivo - Ainda que paradoxal, descabido, nonsense, o homem de pensar materializado que insiste na insensibilidade da máquina por si só, a utiliza tão somente ao fim proposto, forçando-a sem que sua forma relaxada/descuidada interfira em seu pensamento; ao contrário do homem de sentimentos - justamente este que entende a impermanência da matéria - que acertadamente observa com reservas o ser progresso; entende ser imperativo considerar a máquina também provida ou digna de sentimentos.




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“Power browsing”


O mundo é grande, porém, basta o confinamento da própria casa para se perder.



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domingo, 9 de julho de 2017

Vírgula fora de lugar



Lê-se pouco; e ainda menos de forma inteligente. E ao ter contato com este pouco, notadamente assistimos que se esquece – ou não aprendeu - que toda a leitura deve ser observada sob a perspectiva de um contexto. Tirar conclusões sem observar onde os dois obrigatoriamente se casam é perder-se em meio aos absurdos originados no estéril e minguado caldeirão do próprio desconhecimento.



*


Da observação instintiva que se converte no ponderar sem qualidade.

Muito além da comunicação - Observamos muito, porém sob o nosso limitadíssimo ponto de vista extremamente tendencioso: não possuímos inteligência muito menos consciência do respeitar mútuo sempre necessário entre os pontos de vista, nuances, perspectivas e interesses; daí, pouco é considerado e quase nada é ponderado. Destarte, uma parte das leituras cotidianamente necessárias e automáticas sofre de deficiências que ocasionam ruídos sempre normais que, portanto, podem ser extremamente prejudiciais ou até mesmo perigosas ao leitor: entre ele e o contato eminente, e, principalmente, em se tratando de grupo.

Da série; no mundo dos seres hexapolares




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Destoar


Fugir do comum - Pairar muito além da contextualização comum somado ao distanciamento do alarde também é ótimo para não alimentar as vaidosas e costumeiras pretensões chulas – vórtices reais de confusão -, mas pode também ser naturalmente observada como uma mecânica do medo, do receio de não se ser aceito ou não lidar bem com as críticas sempre obrigatórias e, por que não, corrigidoras; porém, como se diz por aí, até não escolher é uma escolha e sempre podemos contar com a paciência que aconselha: tudo a seu tempo. 


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1:100



Um começo - Aprendamos a apenas valorizar a lucidez do outro; que entendamos tão somente esta ação: superior o suficiente para amainar todos os outros atos movidos pela cegueira.


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Maturidade Espiritual




Mawlānā Jalāl-ad-Dīn Muhammad Rūmī,
 Grande poeta Místico Sufi, mestre espiritual persa do século XIII ensina:

Veneno é qualquer coisa além do que precisamos. Pode ser poder, preguiça, comida, ego, ambição, medo, raiva... o que for.

Medo é a não aceitação da incerteza. Aceita a incerteza, ela se torna aventura.

Inveja é a não aceitação do bem no outro. Se o bem em geral é aceito, se torna inspiração.

Raiva é a não aceitação do que está além do nosso controle. Aceita a normalidade das coisas, a raiva se torna tolerância.

Ódio é a não aceitação das pessoas como elas são. Se aceitamos incondicionalmente, então, finalmente, temos o amor.

Porém, antes, é muito importante que se adquira “Maturidade Espiritual” que é conquistada observando cotidianamente, como uma meditação, uma dezena de ações bastante simples:

Parar de tentar mudar os outros e se concentrar em mudar a si mesmo;

Aceitar as pessoas como elas são; entender que todos estão certos em sua própria perspectiva;

aprender a deixar ir;

Ser capaz de não ter expectativas em um relacionamento, e se doar pelo bem de se doar;

Entender que o que fazemos, fazemos para chegarmos a própria paz;

Parar de provar para o mundo, o quão inteligente você é;

Não buscar aprovação dos outros;

Parar de se comparar com os outros;

Estar em paz consigo mesmo;

Maturidade espiritual é ser capaz de distinguir entre precisar e querer e é também, ser capaz de deixar ir o próprio querer;








É através da atenção a esses pequenos detalhes que chegaremos a Maturidade Espiritual somando ao item principal desta caminhada que é parar de anexar felicidade em coisas materiais!



Mawlānā Jalāl-ad-Dīn Muhammad Rūmī






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À Cora Coralina





https://www.youtube.com/watch?v=ZEzx_sB4hWI


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sábado, 1 de julho de 2017

Àqueles que buscam o equilíbrio



Quanto mais vislumbramos a dimensão do não absoluto, mais nos voltamos ao pouco perceptível; e é no concentrar-se ao evidente, ao cognoscível garimpado na busca engajada, e a doação entregue e consciente ao plano corrente que lançará o desprendido a uma distância maior dele quando acionado o gatilho da partida.



Mola retesada

Assumindo o ar de desapego, marca de suas preleções, reiterou:

“Viva praticando a caridade como se exercitasse o retesar de uma mola muito poderosa – que ao final nem mesmo você imaginara tal potência -, cujo gatilho será, em algum instante surpresa acionado, lançando-o para além do seu conhecimento após o cansaço da boa prática lhe exaurir todas as forças; e então, entregue: a pressão acumulada lhe proporcionará a viagem mais longa e mais linda que você jamais sonhou; afinal foi conquistado o direito único dado ao que se doa verdadeiramente.”



033.n cqe

“Fim de curso”



“As moléculas do desentendimento nos contêm onde entendemos estar”




As moléculas do desentendimento são responsáveis pela mais poderosa liga jamais conhecida nesta dimensão planetária. De sorte que, uma vez preso a teia do ignorar, o salto dos desavisados não passa de um voar galináceo; o curso de suas correntes é extremamente curto por conta de toda a matéria acumulada; agregada ao que considera mais importante: as coisas que lhe disseram desprovida de uma pesquisa voltada as suas necessidades própria e imparcial e do discernimento - não questionado - daí descendente.





032.n cqe

Felicidade e felicidades



Sigo feliz enquanto tento provar que a Felicidade não é possível àqueles que a tentam através das vias convencionais.

Das felicidades decretadas, convencionais, assumidas e Verdadeiras




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Responsáveis (in)devidos




Responsáveis mal posicionados - Qual é a velocidade de saída da crise em um estado onde a prioridade é negociar diariamente a própria sobrevivência dos responsáveis por ambos?



“Rolando Lero” - Poucas coisas cansam tanto, tantos, quanto o enfado político. E por saber disso, a maior oportunidade do governo inapto, no entanto, se cobrado sobre o triste momento histórico tripudia: aproveita para inundar a população com mais veneno em forma de informações desnecessariamente maçantes e repetidas a exaustão, até que encontre uma saída para que continue no comando ainda que nada tenha sido resolvido.


*



No melhor dos mundos aos políticos, temos o que não acompanha o que vem acontecendo porque não suporta, por estar entendendo o que está se passando, e, na outra ponta aqueles que não o fazem porque nada sabem, e não seguem e consequentemente não se manifestam por puro desentendimento do que está sendo armado, vivendo numa espécie de confiança tão cega quanto desassistida.

*



Mídia antissocial - Até onde o mendaz resultado, esta panaceia incorrigível que estamos assistindo por parte das instituições nacionais, todas, seria bem diferente não fosse a explosão da exposição midiática com o advento da mídia social!


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sábado, 24 de junho de 2017

Arremedos de epicuristas



Alguns poucos de nós, em algum trecho do existir, queremos ser epicuristas sem ter passado ainda pelo não ser. A filosofia aponta o caminho e o resultado, espertos, encontramos atalhos para neste relaxar, enquanto aquele espera seu tempo para ser vivido.

Os verdadeiros prazer e liberdade só poderão ser absorvidos em significado quando o Verdadeiro Caminho for trilhado.




029.n cqe

Semiose



Abaporu e Antropofagia - A plasticidade é objetiva ainda que abstrata. É a dimensão em que o homem vislumbra o possível fora do universo molecular por ora não compreensível por conta do habitual limite perspectivista, contanto segue proibitiva, obscena, pagã... ao desacordado.



028.n cqe

Por um universo mais generoso



Das importâncias devidas - Entrevistas e editoriais aleatórios, fora do circuito noticioso, - por conta da ainda parcialidade e desvinculação normal aos demais - costumam dizem o que pensam embora regularmente necessitem, por parte do leitor não assíduo, dos filtros sempre obrigatórios – tudo, evidentemente, depende de assimilar e entender o universo contextual do que se pretende. Igualmente, ao ler um pensador que diz com propriedades, sem que a resposta, a solução seja possível ou viável àquele instante histórico, em ambos os casos onde autores de peculiaridades diversas atiram para todos os lados, seja em semanários ou compêndios de associação de bairro, ainda que não (a)pareça a todos, pode conectar uma solução ao problema ou à expectativa única ao leitor atento, e não só.

*



O universo é sectário, no sentido também, de que não apenas é aberto a infinitas oportunidades de observações, obviamente, como a história confirma que nada pode ser contrariamente afirmado, ou precocemente refutado em se tratando do fator homem/vontade no que se refere às possibilidades ainda impossíveis ou mesmo não imaginada à época.

Fértil, abundante, generoso, imparcial e entregue, assim podemos observar o universo. E por se tratar de uma espécie de quebra cabeças, precisa de todas elas para que a dinâmica funcione, e quanto mais azeitada a máquina, isto é, mais antenados e comprometidos com a filosofia de que uma vez unidos, nobres e férteis em ideias – tal como filhos naturais; genuínos, desse poderoso habitat - podemos mais, e teremos a nossa disposição um sistema que pode ascender à perfeição.

Daí é fácil entender e asseverar que um indivíduo consegue enxergar o problema, ainda que ele não ocupe cadeira alguma, nem próxima ao conselho, ou nem mesmo figure apontado como membro comum a cadeia de decisões. É a partir de então que o pluripartidarismo inteligente atua, ao entender que o universo poderá dar a resposta a um grupo esparso de indivíduos e as questões a outros. Cabe a nós decifrarmos através da generosidade trabalhada, a importância dos aspectos em desenvolvimento.

Contribuição da Minha Sempre Bem Amada

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Caso a pensar

















De acaso em acaso chega-se ao ocaso





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Alegria genuína




A despeito do respeito obrigatório a todo ser vivo, um ao menos deve ser defendido de maneira inalienável a todo homem; que é o direito à alegria genuína. Nenhuma alegria deve ser contestada.

Da série; do direito inalienável de ser um bobo-alegre






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Da série “Cadun-cadun”



E Ele voltou à carga:

“Enquanto se observa o outro sob o aspecto da negatividade crítica, sem o necessário e sempre obrigatório cuidado a contextualização própria, ocupa-se de um tempo devido desperdiçado inversamente, destinado para austeros e disciplinados exames.”




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sábado, 17 de junho de 2017

Eu vi gnomo



Os seres elementais se manifestam de várias maneiras; se, sensitivamente nos atentamos sem nada procurar, apenas confiando, eles insistirão, do contrário desistirão, quando, ao procurar, sentimos a brisa até então invisível que motivou o tilintar do sininho.




Contribuição da Minha Sempre Bem Amada

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É inteligente ser ignorante


Não raro pode-se constatar em ações ditas de governo, outorgada aos comandantes da vez, que não apenas as repetem sistematicamente mas, se observadas nas suas particularidades podem ser entendidas como parte do processo regular que continuará tragando a felicidade do homem comum. 

A ignorância dos governos valendo-se de trabalhados ataques tão desnecessários quando dissimulados ou defesas mentirosas por conta do desconhecimento, do amadorismo ou do medo, nos leva a concluir que é acertado imaginar que é muito melhor, antes de um risco real, buscar alguma inteligência e morrer na ignorância tentando decifrar o que está acontecendo do que através dela, lançar mão da precocidade arbitrária e atacar e destruir o que não entendemos tão somente por isso. 


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A-possado





Da migração dos medos - A Pré-história; enfrentar as eras dominadas por conquistadores; a Idade média e toda a pauta violenta de outras eras deveriam fazer com que a nossa evolução não invejasse em nada àquelas, agora conhecidas como pavorosas existências - a muitos quase de inexplicável sobrevivência; e não apenas se observada através do olho eletrônico. No entanto o quinhão de violência herdado nem tanto desmerece a sobrevivência atual, porém se observada a política sórdida que vem nos amarrando em confuso e nefando jogo de poderes podemos pensar que a liberdade vigiada hoje é a maior pena imposta a toda a universalidade atual que obviamente auto impôs-se onde, se a porção biológica drenou da sobrevivência sempre obrigatória os medos a ela relacionados, se soma e viceja na outra parte, o medo da perda. Nascido do resultado de centena de milhares de anos trabalhando negociatas ao aprender que: uma vez apossado, é e sempre foi, aqui, a única condição respeitada de poder. 

*

Talvez nosso maior incômodo devesse ser coexistir nessa luta insegura por conta do desequilíbrio entre o medo natural e o medo arranjado.





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Ferramenta útil II












Então ele disse, em observação aos cuidados com o corpo:




“Acordado para tempos e colheitas é certo que preciso ter a consciência de que só posso ser um bom instrumento se funciono. Uma ferramenta que é utilizada até seu colapso ainda nova é tão somente um inútil utensílio novo; pretendo ser o formão gasto, no entanto sempre a mão para novos ataques a madeira.”


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“Clip da Enya”




Em um filme estarrecedor sobre a voracidade desmedida de economistas, apostadores yuppies e banqueiros que jogam com as dificuldades dos mortais comuns prestes a perder economias de toda uma vida e casas hipotecadas um dos personagens que observa a derrocada eminente, ao telefone com sua mulher, enquanto atravessa ruas de NYC, a meca do universo econômico, observa que ninguém está prestando atenção em nada. Ele não acredita que todos ali estão conduzindo suas vidas sem ao menos imaginar o que lhes aguarda; “parece que vivem no Clip da Enya”, espanta-se; em outro momento, leio no jornal que artistas de todo o mundo criaram e reúnem essas obras em um evento na Alemanha, inspiradas no medo e paranoia geral.

Imagino então que o medo que eles registram é tão somente o medo psicopatológico – é claro, excetuando o pavor real daqueles que estão vivendo in loco os horrores jamais imaginados.

Observando sob o contexto do filme, não há realmente a preocupação com o momento atual, são apenas aqueles desequilibrados emocionalmente que precisam de especialistas para curar suas fobias e voltar novamente ao “Clip”. Da nossa parte entendemos que nem mesmo estes, então em pleno surto, conseguem prever o que de verdade deveria dar medo se conseguisse observar o que não é percebido.

*


Não sabemos o que é distopia e muito menos que seus efeitos podem ser reais, e isto é bom, ainda que em algum momento teremos que passar por seus infinitos e ainda inimagináveis portais.



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sábado, 10 de junho de 2017

Aprender-se



A educação é limitada pela idade. Acordado para isso o homem passa ao aprender não didático, não externamente direcionado; é somente a partir de então – uma vez livre - que ele trilhará o seu próprio caminho de entendimento.

Acostumamo-nos a nós. Folgamo-nos em hábitos degenerados ou não e maus costumes. Talvez, também por isso, somos recorrentes ao não ousar enfrentar, de peito aberto: nossos particularíssimos sistemas comportamentais; não observamos nossos “desencaixes” sociais. Invariavelmente, quando muito, após alguns tropeços onerosos precisamos entrar no terreno da espiritualidade; dos especialistas, e aprender sobre valores, sobre o ético e o não ético ou aderir a linguagens religiosas como mecânica de aprendizado ou mesmo contenção.

Se não isso, ou como se isso não bastasse, uma vez em completo desarrazoamento, ainda como técnicas e envolvimento científico, nossa atenção retrograda e limitada à matéria, ao material, condena à hospícios não apenas estes, mas gênios e pessoas cuja percepção aguçada é tida para a ciência como aberração por pura falta de entendimento, preguiça, desatenção, dogma, lobbies comerciais ou paradigmas, quando a resposta sempre esteve no estado além molecular.

Alguém precisaria argumentar que a educação do homem continua para além do indivíduo substancialmente educado e que esta obrigatoriedade se faz tão somente por sua falta de condução própria – e só.

No entanto a educação mundial está ainda encabrestada em sentidos outros que não apenas de entender-se a ela forçado por necessidade de sobrevivência ou superação aos demais. Isso posto, somente em determinado ponto da vida, - geralmente tarde demais – alguns poucos de nós entende que educar-se, que aprender faz bem a alma, ao espírito: muitíssimo ao contrário da lição obrigatoriamente aprendida; só então o aprender se torna prazer – e não apenas o aprender externo; ainda mais importante é aprender-se.

Era preciso que ensinássemos às pessoas a aprender a aprender. Aprender não apenas amando o didatismo, o lirismo; ou alguns poucos que desenvolvem técnica que circundam somente em torno do educar-se – o que é lindo, mas é paliativo. O indivíduo precisa apreender que a educação necessária à inclusão tem seu tempo, no entanto é mais; é o portal de entrada para o mais importante: a busca do autoconhecimento.

*

A educação é limitada por níveis de tempo/idade. Acordado para isto o homem passa ao aprender não didático, não direcionado, - o auto aprender; a auto busca - é somente a partir daí que ele trilhará o seu próprio caminho de entendimento e é só então, novamente, a partir deste primeiro aparelhamento, que se expandirá ao que está reservado apenas a estes.





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