sábado, 25 de novembro de 2023

Acomodação! Desde que, consciente

 









Tomado de um lapso de consciência; não há nada de errado se, ao acaso ou com a assistência de personagens externos, finalmente se tenha estendido a real condição escolhida agora apequenada sob a sombra que anula, inutilizando muito do que até então conceituou ser.













Defrontar-se com esta realidade tem se revelado um choque a todos, indistintamente – por este motivo a maior aposta sempre é a negação - e o tempo se encarregará de amainar os ânimos quando não faltar a coragem necessária e indispensável para seguir o vislumbre desafiador que em alguma estação se mostrará inexorável.













E também, não há nada de errado retornar ao acomodar-se na condição ordinária, hipnoticamente aprazível; ao dar as costas, ao não assumir o depois, o pós-consciência.















Boas literaturas avalizam que todas as condições são possíveis e aceitáveis dentro do sistema físico/social defendido – e este pensamento é ainda mais folgado fora do estado impingido.












No entanto há que ser considerado que o dinamismo da vida, do existir, não é estanque em fase alguma, e em determinado instante pode cobrar a aceitação passiva inconsciente, o acomodar, o deleite de certa irresponsabilidade para consigo mesmo. E normalmente àquele que se descobre assim agindo, não aceita bem o fato da auto avaliação ao entender-se menor frente a persona/estereótipo artificialmente criados, então reclama, se debate, porém, também aqui não há nada a ser feito; tanto lá como cá; é o que é.









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Fácil de constatar difícil de comentar

 















































































A que preço? - Pesquisas apontam que entre os anos 60 e 2010 a evolução da aquisição de bens às classes mais pobres foi absurdamente alta; o que não é abertamente divulgado é o irracional aumento do número de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza no mesmo período








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Regularmente, reclamamos dos nossos esforços diários para manter nossas famílias e desejos sem perceber que executamos trabalhos não remunerado para as grandes oligarquias; ao não perceber a armadilha das aquisições do avançar à níveis não compatíveis com a nossa renda, nossas economias migram a conta gotas para as corporações dominantes, e quando menos se espera, percebemos ser tarde demais ao não conseguirmos suportar a carga que atraímos para os nossos ombros.











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"Acasalamento preferencial"

 








Os casamentos "arranjados" são um produto do meio em questão. No livro "A Cilada da Meritocracia", leio que as elites ou aglomerados dinásticos afins, insistem em casamentos entre os seus, prática que recebeu dos economistas - o que pode se entender como epíteto pejorativo – de “Acasalamento preferencial”.









Aos homens podemos afirmar, a julgar sob a perspectiva de uma sociedade extremamente machista que, caso se trate de um pernicioso, libertino, a devassidão a perdurar fora do casamento não é um problema.












Quanto a mulher, alguns exemplos da sua condição podem ser enumerados; ou ela descobre tarde demais a roubada em que se meteu; sabe e finge, por uma série de fatores, ou por desconhecer as regras entende a normalidade da ocorrência, uma vez que foi educada/preparada para a perpetuação do meio claustrofóbico. Porém se for dada ao amor, terá uma vida de sofrimentos. O que não encaixa nesta secular matemática canhestra, nessa dinâmica, é a consequência resultante; o filho - produto este, na sua maioria absoluta, gerado fora do amor.












Se é um casamento por conveniência, o filho será um mero produto da vontade da associação, que, obviamente, não prima o amor; o que restará deste clã assim que se derem as gerações; ao restarem apenas os produtos ordenados agora no comando. Qual é a essência resultante de todos estes eventos?



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“Esses padrões atendem bem à lógica interna econômica e, principalmente, dinástica da meritocracia. Quando a família se transforma em local de produção econômica – construindo o capital humano da próxima geração – aumenta a pressão para e escolha de parceiros e a estruturação de casamentos que otimizam a produção. As elites usam a riqueza e o status para sustentar um modo de vida conservador e controlado e, assim, preservar sua casta. Os casamentos da elite garantem que a herança meritocrática que virão a construir a partir do nascimento dos filhos não seja dissipada, mas, sim, gere retorno excepcionais.”

"A Cilada da Meritocracia" p162

De Daniel Markovits - Ed. Intrínseca











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Consciência; a busca última

 







“Como seres divinos, consciência é tudo que buscamos.”


Walter Barbosa

Em Revista Sophia Nº 105

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sábado, 18 de novembro de 2023

O que acreditamos passa a ser

 










Reconhecendo ou não, o que é, é; e independe do nosso sistema mental para avalizar e ainda menos para desacreditar qualquer ocorrência que seja que fuja a percepção meramente encadeada no cognitivo.

 

 
















Ao contrário do que muitos acreditam, a reencarnação não é um castigo, mas ela acontece justamente por conta do que se passa a acreditar.

















Bem como o carma também não o é, afora nosso problema crônico de negação; ambos são consequências naturais regidas sob leis que o status quo convenientemente não considera palpável oportunamente apoiado na gigante, mas duvidosa muleta chamada ciência.











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Supportarti un livello superiore

 







 

I nostri obblighi acquistati,

di avanzamento, di conquista, di miglior posizionamento,

ci tiene in un limbo di disagio psicologico.


 







Questa settimana, dopo aver visto il film The Exotic Hotel Marigold II - avevamo visto il primo la settimana scorsa -, La Mia Sempre Amata Consorte, come non poteva essere altrimenti, assolutamente contagiato dalla sensibilità del film nel suo insieme, commenta nuovamente il gioia contagiosa che permea lo schermo e ci suggerisce di ricordarci di mostrarla, per far risplendere più gioia tra noi qui a casa.









Mi ha detto, se siamo così grati per ciò che abbiamo e per essere come siamo, perché dimostriamo così poco la nostra contentezza autoaffermandola con azioni riservate a noi due o, in innumerevoli situazioni, internamente; Perché non esprimere questa gioia? È quasi un peccato non espandere la nostra buona volontà infettando alcune persone a caso.








Ha poi confrontato il comportamento delle persone in India e in alcuni paesi Africani; quanto è diversa la loro gioia da quella degli abitanti del nostro Paese. Ci sembra che l'effusione degli indiani e degli africani sia pura, genuina, autentica mentre quella dei brasiliani rasenta la farsa o sembra creata e piuttosto forzata, e sembra nascondere un malcontento che sconfina nello psicologico.



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Ieri pomeriggio siamo andati ad un incontro presso un rispettato Centro Spiritista che promuoveva il suo evento annuale, noto come Café Colonial; un incontro molto contestato tra frequentatori abituali e sostenitori dell'importante istituzione. La distanza tra la nostra residenza e il luogo è abbastanza grande, quindi il viaggio diventa una passeggiata – diventerebbe più piacevole, secondo La Mia Sempre Amata Moglie, se non fossi pazzo al volante.








In uno dei punti più densamente popolati del tour, il movimento in un edificio mal tenuto ha attirato la mia attenzione; un terratetto suddiviso in una serie di appartamenti con balcone al livello superiore che collega l'intero complesso.









Un gruppo di quattro persone era riunito accanto ad un tavolo situato sul balcone quasi rivolto verso la strada che stavamo percorrendo; a una distanza di poco più di un isolato. È stato molto veloce e mi è sembrata una coppia. Non ho capito bene l'uomo a causa della posizione nell'inquadratura, lei, una signora di mezza età piuttosto grassa e una coppia di adolescenti. La signora si è alzata e l'ho vista solo di spalle.









Pensai velocemente e catturai l'attenzione del Mia Consorte con tono di curiosità, osservando l'atmosfera normale di coloro che camminavano; alla sena che somigliava ad una specie di festa. Lei ha guardato e ha fatto qualche commento, ma ho subito immaginato che avrei potuto registrare il momento nell'esercizio di oggi, così ho detto a mia moglie di prendere il telefono e inviare un SMS al mio dispositivo per registrare la frase che oggi si intitola questo esercizio









Da quello che ho potuto capire subito, la famiglia è un'altra nel Paese, o addirittura nel mondo, che sta attraversando difficoltà economiche, nonostante l'atmosfera rilassata.









“Sostenersi a un livello superiore” si riferisce alla nostra necessità di assumerci rischi finanziari. Difficilmente accettiamo la nostra vita quotidiana ai valori monetari, ai risparmi che abbiamo. La nostra rabbia acquistata, che sembra più una copia che ci equipara tutti nello stesso sinistro vortice in cui dobbiamo dimostrare di poter fare ciò che sembriamo, ci mette in situazioni di difficoltà e anche di disagio finanziario, magari facendo pagare un prezzo più alto, o costi esorbitanti fisicamente quantificabili. Vera illusione, del resto tra noi è facile riconoscere che cerchiamo di trasmettere un'immagine di ciò che non siamo.









Chissà, la gioia forzata non è la ragione della necessità di camuffare il nostro malcontento.









Quando assumiamo e supportiamo un carico superiore alle nostre possibilità; Lasciando la nostra azienda agricola ai domini esterni non meno magri, ma minimamente superiori, ci obblighiamo a sforzi e spese innegabilmente maggiori, se paragonati al lavoro naturale, graduale e misurato di passo dopo passo, mirando solo al nostro benessere, cioè sotto gli auspici di un lavoro che richiede di fornire ciò che si adatta solo alla mia condizione attuale.









Non sarebbe questa la ragione principale portata alle frazioni esponenziali che rende creata la nostra gioia? forgiato; nervoso, illusorio come il desiderio di eguagliare o superare i miei vicini?




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Se questa è la nostra volontà; le scuole confermano che potremmo effettivamente superare i nostri vicini se, invece di cercare di superarli materialmente, provassimo a ritornare a quel particolarissimo processo naturale/originario che ognuno di noi, indiscutibilmente, possiede, ma che facilmente abbandona nel momento in cui perde la nostra attenzione internamente quando si rivolge lo sguardo verso l'esterno.



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