Embarcados em
uma nave molecular, erramos indefesos; e as súplicas servem apenas como um
bálsamo anódino onde a esperança responde esporadicamente a um que outro qual
prêmio raro de apostas cotidianas, evidentemente, porém, de contemplações
escassas.
Inadvertidamente,
de desvãos em desvãos, continuamos com nossas petições aos céus; observando
terceiros que nos parecem sortudos ou abençoados, e então rogamos ainda com
mais energia, apostando na loteria do acaso, válidas, porque não; sempre com
seu grau de importância, necessidades e alinhamentos ocultos, afinal ao que
desconhece, conta o que aprendeu, e no mais das vezes, se mantem estagnado
enquanto aguarda envolvido em seus afazeres comezinhos; ainda não podemos
apostar em um veredito final, de o porquê assim se dá, porém já há muito tempo,
compêndios de toda ordem esmiúçam em idiomas e letras diversas, que o esperar
puro e simples não é a solução mais acertada.
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