sábado, 31 de janeiro de 2026

Das apostas cotidianas — Loteria do acaso

 










Embarcados em uma nave molecular, erramos indefesos; e as súplicas servem apenas como um bálsamo anódino onde a esperança responde esporadicamente a um que outro qual prêmio raro de apostas cotidianas, evidentemente, porém, de contemplações escassas.










Inadvertidamente, de desvãos em desvãos, continuamos com nossas petições aos céus; observando terceiros que nos parecem sortudos ou abençoados, e então rogamos ainda com mais energia, apostando na loteria do acaso, válidas, porque não; sempre com seu grau de importância, necessidades e alinhamentos ocultos, afinal ao que desconhece, conta o que aprendeu, e no mais das vezes, se mantem estagnado enquanto aguarda envolvido em seus afazeres comezinhos; ainda não podemos apostar em um veredito final, de o porquê assim se dá, porém já há muito tempo, compêndios de toda ordem esmiúçam em idiomas e letras diversas, que o esperar puro e simples não é a solução mais acertada.









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