Busque aprender como reconhecer os mais fortes
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Busque aprender como reconhecer os mais fortes
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Nem
obrigados, muito menos entendendo a oportunidade gratuita do momento
conseguimos otimizá-la a nosso favor.
Grandes
escolas dedicaram centenas de anos para chamar o homem à introspecção.
Nada. Trata-se
de mais uma revolta dos ignorantes. Sem a mínima observação do que estão a
fazer, desembestam a roldão a comprar teorias rasteiras, assumindo àquelas a
casar com suas opiniões tacanhas.
Por que
preferimos arriscar nossas vidas retornando constantemente às tolices do
cotidiano a nos recolhermos até o ponto de acessarmos nosso Eu Verdadeiro, acordar
o Guia que reside dentro de nós ao invés de continuar nos guiando por todos
aqueles que, como nós, estão também desnorteados.
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Seríamos apenas uma extensão da pena, nós, que a ela nos dedicamos?
Seria algo
como uma Consciência Coletiva, resultante da miscelânea de existências
atemporais, a maior credora do meu apontar?
Até onde me aproprio do que convenciona-se aqui, ser do autor, sem o menor discernimento dos limites do meu pensar?
E se tudo
me é ditado sendo eu somente mais uma ferramenta; uma extensão da pena?
Quem sabe não sou mais um mediador intuitivo, alguém que ao contrário do agente especial limitado fisicamente, detém uma conexão, um lapso em alguma volta espiral qualquer do DNA ou uma sinapse atrofiada bypassada, que, ao contrário de fazer sofrer quem observa, faz sofrer alguns daqueles a captar minhas patologias intrincadas entre aforismos?
Se independe das esferas seu alinhar e o sol estar onde está para condicionar a vida, que posso eu pendurado na ponta da teia sobre a natureza?
Terei vergonha então Lá?
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Como; se o que observa não passa de outro pobre diabo – independentemente de seus porquês e formação!?! Como lutar contra ou a favor?
Algum qualquer destituído de narcisismos, ou sem resquício algum de pedantismo – impossível - que possa demonstrar como desistir? Como permanecer impassível? Como lembrar de tudo na hora?
Sempre quando determinadas palavras que somente a primeira vista pertencem às elementares figuram no apontamento, alguns autores precisam entender que pesadas portas são cerradas após serem pronunciadas, algumas mesmo, escancaradas, porém as aberturas dificilmente concatenam com sua simbologia comum ou sentidos e significado originais de cada uma delas...
E o que defenderá o autor em situação acuada - Análises se dão a esmo?
Ele próprio.
Sem posses
e dado a harmonia do bem viver é aconselhável antes descobrir o que ou como é o
pensar terceiro, inevitavelmente obrigados a minha volta.
Ao buscar pensar como ou o que o outro pensa e relevar minha vontade até um ponto possível ou quando meu resignar não avança sobre princípios e valores basilares, vou ter uma vida mais tranquila, mais serena, sem tantas objeções.
Homenagem a Schopenhauer
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Inteireza de propósito – Nossa evolução pessoal se dá com maior regularidade quanto mais íntegros nos mantemos à introspecção durante as centenas de milhares de distrações que obrigatoriamente desviam nossa atenção para o que é grátis no externo.
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Idade avançada não é sinônimo de exemplo a ser seguido. As lições do tempo inexoravelmente fazem a sua parte, cabe ao que assiste discernir se o comportamento do homem adulto é mecânico, ou seja, automático ou razoável, isto é, comandado. Temos a infância, a adolescência e a juventude para observar as práticas indecentes dos adultos; muitos deles, parvos também em escondê-las. Exercitar a não repetição do modelo prova que a máxima: o exemplo arrasta; nem sempre deve ser aplicada. Para livrar-se do legado pernicioso, observar o passado é o suficiente, não precisamos de enciclopédia alguma para adquirir maturidade.
A
senilidade não é uma deficiência que ataca apenas o velho; muitas pessoas a
apresentam em idades alegadas ao homem adulto, afinal na sua maioria estes
senhores já não se lembram de o que consideravam ridículo em seus pais quando
eram ainda jovens e sabiam que eles não eram um modelo a ser seguido.
Existe sempre
o subterfúgio de escorar-se no instinto, porém já possuímos alguns poucos
modelos de homens que demonstraram que a maturidade honesta consegue superar a
animalidade descerebrada.
*
Um modelo para algum esclarecimento - Se há algo que todos deveriam entender como insuportável; é adulto pagando de jovem ou não sabendo se portar como tal; o comportamento horrendo do adulto que se presta ao ridículo é ainda pior que o adolescente se entendendo superior a tudo.
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(...)
Muito tarde entendi; - ou seria muito mais tarde? – que existe um tempo para ir à missa, frequentar os templos e então há de vir outro em que assimiladas as passagens por anos observadas, elas precisam ser, particularmente contextualizadas. Há a necessidade de analisar o conjunto em conjunto com uma realidade pessoal e, dando um passo para fora deste vórtice envolvente do catolicismo – ou qualquer outro da mesma ordem – que invariavelmente coíbe o afastar-se, o auto-pensar, usa-lo com discernimento e razão – em um processo ousado de enfrentamento do Golias -, entendendo que ao aproveitar o néctar do que foi ensinado e salvá-lo juntamente com o Sagrado que resiste camuflado entre as barras de uma pompa artificiosa, ainda que desfigurado por conta de propostas que precisam ser entendidas como válidas tão somente a corporação material católica e daí, finalmente escolher o que foi apreendido com os ensinamentos das Escrituras muito aquém dos púlpitos aonde as folhas contaminadas são anunciadas como; ou por conta do pensar coletivo, quando finalmente entender a impossibilidade de um analisar puro envolvido tão somente a plástica, aos ritos encantadores do processo.
Minha resposta à pergunta “Você já leu a Bíblia?” é não. Porém anos de presença constante da infância a adolescência ouvia-A o suficiente para respeitar a existência de um apanhado de relatos seculares que buscam em essência, em meio a reles vontade humana, promover sentimentos auspiciosos como Amor, Respeito, Compaixão, Gratidão, Indulgência, Perdão, Contrição, Humildade e Simplicidade.
Não li a Bíblia, porém meio século de existência e deste mais de 20% frequentando Igrejas e 50% observando cristão e todos os outros me ensinaram que não adianta lê-La e não entender o exercício da simplicidade e do amor.
*
Ler a Bíblia, tão somente, no modo automático, não avaliza nem um ato sequer cometido contra um ser vivo, não avaliza um mal pensamento sequer contra um ser vivo, mas compreender as Escrituras e exercitar a compaixão, o perdão e o respeito, ainda que não salva nossa consciência em um tempo que será retomada, diminui a dor quando então aperceber-se de quão mesquinho é imputar a pergunta “Você leu a Bíblia?” como uma acusação.
*
Você leu a Bíblia? Não li. Porém o que eles sabem da
minha infância e adolescência!?! Todo dia na Igreja, às vezes mais de uma vez
por dia ouvindo o que diz a Bíblia traduzida por um padre, porém eu lia as
palavras e via o comportamento de todos.
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