sábado, 21 de junho de 2014

Pensando o planeta-escola



Então o especialista em sociologia na intenção de acuá-lo, provocou, com palavras empoadas da vitória certa:

“Nas suas afirmativas afirmas convicto de que não temos quase nenhum poder de escolha em nossas vidas e que o livre arbítrio não passa de um instrumento limitado, com serventia maior, apenas ao homem ainda muito comum em pensamento; mais uma arma, quando nas mãos de mesquinhos; sendo assim: qual a motivação de continuar insistindo na vida?”

E o Mestre, sempre impassível, redarguiu:

“Trata-se aqui de um planeta-escola, primaríssimo, e sendo assim é desse modo que deves pensá-lo, ou seja, enquanto você vai à escola a sua vida externa não cessa; você apenas vive alguns instantes dela, preso a alguma classe mais ou menos inferior; este é apenas um momento do nosso existir.”


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