sábado, 20 de agosto de 2016

Duas decisões; nenhuma solução, ou...



...registros de sangue

As dúvidas sobre o melhor caminho a tomar hoje são uma incógnita que apenas tardiamente tornar-se-ão óbvias - é a repetência comum ao não capacitado. A última palavra – quase uma pena capital malfadada - fica por conta de opiniões politicas amadoras não raro a reboque dos especialistas da vez a paliativar a urgência. Resta ao presente à escassez das melhores soluções para consertar o atropelado arranjo então decidido; quando aqui: continuamos analfabetos para as duas próximas tomadas de decisão... que somam-se ao aglomero de outros tantos tempos indecisos.

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Sujeira étnica - Ao se estudar a História Real - alinhavando devidamente os fatos num mosaico de horrores -, o número de mortos, comparativamente falando, em consequências abjetas por conta das vontades ainda instintivas de alguns poucos, cujas palavras “insanos”, “dementes”, “avaros” por exemplo, não são capaz de mostrar a realidade; podemos pensar que avaliza a condição de insegurança atual nervosa, prendendo a todos em casulos de confiança mentirosa, afinal, está escrito; não se pode contestar livros que, ainda que contenham inverdades, as poucas verdades ali anotadas dão conta de que o mundo se comporta assim, e de uma hora pra outra podemos repeti-la, ainda que o montante necessariamente deva ser aumentado, afinal, o futuro não saberá exatamente o que aconteceu; serão os senhores acima a deflagrar a matança, e ao final, deixarão o comando dos assassínios para comandar o que deve ou não constar dos registros.

Da série; licence to kill


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