sábado, 2 de janeiro de 2016

“Quem sou eu?”
















Quando, de alguma sorte, entendermos que o “Quem sou eu?”, não faz nenhuma diferença por entender-se, realmente além da questão, tudo o mais perde o sentido pelo sentido em si.

A resposta é a pergunta que deverá ser exposta infinitas vezes até que a própria pergunta torne-se a resposta, ou melhor, perca o efeito por não mais fazer sentido.

Da série; o processo é a prática


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