domingo, 29 de dezembro de 2013

Panorama


Uma leitura de mundo para fim de ano
Vivemos reféns de gostos imputados, de comportamentos duvidosos e estranhos a uma essência pura; deveríamos voltar à pureza então? Nada (não, ao menos, no sentido primitivo do que isto signifique).

Compreender, e não apenas aceitar que o processo é irreversível seria uma via, e, que o progresso é condição natural do homem inteligente, porém, de alguma maneira conscientizar-se sobre: por um freio aos atropelos desta inteligência dinâmica que se soma as paixões da vida pungente; reside aí a dificuldade de equilibrar melhor nossas ações.

O homem descobriu seu poder e que nada lhe é impossível. Somente o tempo o distancia da meta imposta, mas este é mais um perigo que uma benção, pois nos parece que há tempos ele não tem se preocupado em como pagará a conta decorrente desse estado de coisas. 
 

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